Acre
Peritos bolivianos investigam causas de acidente com carreta tanque em área residencial de Cobija
Acidente ocorreu na Avenida Petrolero, em Cobija (Bolívia); causas ainda são investigadas, mas hipóteses incluem falha mecânica ou pista de cimento escorregadia

Câmeras de segurança registraram o momento do acidente, que causou danos graves à estrutura da residência e destruiu duas motocicletas estacionadas no local. Foto: captada
Uma carreta tanque de combustível perdeu o controle e colidiu contra uma casa no bairro Petrolero, em Cobija, capital do departamento de Pando, na fronteira com às cidades de Epitaciolândia e Brasiléia. Câmeras de segurança de registraram o momento do acidente, que causou danos graves à estrutura da residência e destruiu duas motocicletas estacionadas no local.
As causas ainda não foram oficialmente divulgadas pelas autoridades. Testemunhas relataram à imprensa local que o veículo patinou na pista de cimento ou pode ter sofrido falha nos freios. A via dá acesso ao posto da Estación de Servicio Cobija – YPFB.
O médico Danny Hugo Mendoza relatou susto e preocupação após carreta descontrolada colidir contra sua casa. Sua família estava no local durante o acidente, que destruiu parte da estrutura frontal e duas motocicletas que estava na frente da casa estacionada. Ele alertou que incidentes semelhantes são frequentes na região e cobrou das autoridades de Cobija o desvio de veículos pesados para outras rotas na região que mora.

O proprietário da casa. Danny Hugo Mendoza pede desvio de rota para caminhões após casa ser atingida por cisterna na fronteira; família estava no local durante a batida. Foto: captada
“Precisamos de medidas urgentes para evitar uma tragédia maior. Esta via é perigosa e inadequada para o tráfego de caminhões”, afirmou Mendoza. O apelo foi feito após caminhão, que subia a Avenida Petrolero – via de acesso a um posto da YPFB –, perder o controle por causas ainda investigadas.

A situação, comum na região de fronteira, expõe riscos de acidentes e críticas à burocracia que impacta o fluxo logístico em Cobija e Epitaciolândia. Foto: captada
Uma equipe de peritos foi acionada para investigar as causas do acidente envolvendo a carreta tanque de combustível que colidiu contra uma residência. O laudo técnico analisará as condições do veículo, o estado da pista de cimento da Avenida Petrolero e possíveis falhas humanas ou mecânicas que levaram ao sinistro.
Fila de caminhões na fronteira Acre-Bolívia vira risco constante

Estacionamento prolongado de carretas tanque em via de Epitaciolândia preocupa moradores após novo acidente em Cobija. Foto: arquivo
A cena de dezenas de caminhões e carretas tanque estacionados por dias na Avenida Internacional, em Epitaciolândia (AC), aguardando liberação da Receita Federal, tornou-se símbolo dos riscos e ineficiências burocráticas na fronteira Brasil-Bolívia. O problema – que envolve veículos carregados com combustível, alimentos e cimento entre outros – volta ao debate após mais uma carreta tanque descontrolada colidir contra uma casa do lado boliviano, cidade de Cobija, renovando o alerta sobre perigos na região.
Moradores das cidades gêmeas cobram agilidade fiscal e rotas alternativas para veículos pesados, enquanto autoridades avaliam medidas para reduzir o tempo de espera e os riscos. Acidentes com carretas são frequentes na fronteira,, onde o tráfego intenso e a estrutura inadequada ampliam a vulnerabilidade de populações locais.

Acidentes com carretas são frequentes na área, onde o tráfego intenso e a estrutura viária inadequada ampliam a vulnerabilidade de populações locais. Foto: arquivo
Veja vídeo com TV Unitel e TVU Pando:
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Acre
Governo do Acre decreta emergência em cinco municípios afetados por enchentes
Medida será oficializada neste domingo com anúncio de ações emergenciais e apoio às famílias atingidas
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Acre
Bestene deixa presidência do Saneacre com um legado de obras e valorização do servidor
Relatório de transição destaca obras, desafios e ações emergenciais em meio a períodos extremos de seca e pressão sobre o abastecimento
Ao deixar a presidência do Saneacre na última sexta-feira (3), José Bestene encerra um ciclo marcado por números expressivos, mas, sobretudo, por uma gestão em que prevaleceu a valorização dos seus colaboradores. Graças a eles, diz Bestene, o Saneacre saiu vitorioso em uma batalha silenciosa contra os efeitos da crise climática que atingiu o Acre nos últimos anos.
De acordo com o relatório de transição governamental , a gestão entre 2023 e 2025 foi atravessada por períodos críticos de estiagem severa, que comprometeram mananciais e exigiram respostas rápidas para evitar o colapso no abastecimento de água em diversas regiões do estado.
Nesse cenário adverso, a autarquia conseguiu implantar 37,7 quilômetros de rede de água, beneficiando cerca de 2.800 famílias. A perfuração de 16 novos poços, com destaque para municípios do interior como Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Mâncio Lima, foi uma das principais estratégias para garantir o fornecimento em áreas mais vulneráveis.
A crise climática também expôs fragilidades históricas da infraestrutura. Bestene apostou na recuperação de estruturas existentes, com a reforma de cinco Estações de Tratamento de Água (ETAs), além de unidades flutuantes fundamentais para captação em períodos de baixa dos rios. Ao mesmo tempo, três novas estações foram implantadas nos municípios de Xapuri, Acrelândia e Porto Acre.
Outro destaque foi a Estação de Tratamento de Esgoto da Redenção, que, com investimento superior a R$ 4 milhões, passou a atender cerca de 40 mil pessoas, um avanço importante em saneamento básico em meio a um contexto de pressão ambiental.
Para os próximos anos, ficaram encaminhados projetos estruturantes, como a ampliação de sistemas de abastecimento em seis municípios, com previsão de mais de R$ 52 milhões em investimentos via Novo PAC, além da expansão de redes e implantação de sistemas em áreas rurais.
Ao se despedir do Saneacre, Bestene deixa uma gestão que precisou equilibrar planejamento e emergência. Em meio à escassez hídrica e aos efeitos cada vez mais visíveis das mudanças climáticas, sua passagem pela autarquia foi marcada pela tentativa de garantir o básico, ou seja, água chegando às torneiras, mesmo quando a natureza impunha limites.
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Acre
Jornalista Maria Cândida visita Parque Nacional Serra do Divisor, no Acre, e exalta “espetáculo” da natureza
Com mais de 535 mil seguidores, ela mostrou o mirante da região após oito horas de barco pelo Rio Moa; destino é área de conservação federal com 843 mil hectares

Maria Cândida também comentou sobre a qualidade do ar no local. Foto: captada
Influenciadora mostra belezas do extremo oeste acreano e destaca qualidade do ar na floresta
A jornalista Maria Cândida, com mais de 535 mil seguidores no Instagram, publicou no último dia (3) registros de sua visita ao Parque Nacional Serra do Divisor, em Mâncio Lima, no extremo oeste do Acre, e mostrou o mirante da região em vídeo nas redes sociais.
Acompanhada por Miro, proprietário da Pousada do Miro – referência de hospedagem na área – e pelo barqueiro Antônio, a jornalista chegou ao local após oito horas de barco pelo Rio Moa.

A jornalista Maria Cândida, com passagem no extremo oeste do Acre, e registrou a visita ao mirante da região. Parque Nacional Serra do Divisor, em Mâncio Lima. Foto: captada
“A gente sobe 8 horas de barco, chega até aqui o Toco da Serra”, disse Miro durante o vídeo. No mirante, Maria Cândida destacou a paisagem formada por montanhas, buritizais e a vista para a Cordilheira dos Andes, de onde é possível ver o ponto conhecido como “Peito de Moça”. “Olha que espetáculo, que lindo, muito lindo, a mata densa dá para ver”, afirmou.
Destino único e qualidade do ar
Miro ressaltou a singularidade do destino em comparação com outros pontos turísticos. “Acho que podem ter em outros lugares, mas não é que nem aqui. Não é que nem aqui o Acre”, declarou.
Maria Cândida também comentou sobre a qualidade do ar no local. “A gente não está acostumado com tanto oxigênio”, disse, ao descrever a sensação de estar no meio da floresta amazônica.

Acompanhada pelo proprietário da Pousada do Miro e pelo barqueiro Antônio, a jornalista chegou ao local após oito horas de barco pelo Rio Moa. Foto: captada
Parque de conservação federal
Na legenda do post, a jornalista informou que o Parque Nacional Serra do Divisor é uma área de conservação federal criada em 1989, com cerca de 843 mil hectares de floresta contínua, e que se hospedou na Pousada do Miro durante a visita.




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