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PCAC participa do III Encontro Nacional de Segurança Pública e Enfrentamento à Violência contra a Mulher
“A presença feminina nas forças de segurança tem sido cada vez mais relevante, e esse evento reforça a necessidade de aprimorarmos nossas estratégias e fortalecer o apoio às vítimas”

Delegadas, policiais e bombeiras compartilham experiências e estratégias para fortalecer a proteção das vítimas e o trabalho das forças de segurança. Foto: cedida.
Entre os dias 19 e 20 de março, a Polícia Civil do Acre (PCAC) esteve representada no III Encontro Nacional de Segurança Pública e Enfrentamento à Violência contra a Mulher, realizado no Ministério da Justiça, em Brasília/DF. Participaram do evento a delegada Dra. Juliana De Angelis e a agente de polícia Luecia Carvalho, que atua no gabinete da direção do Instituto Médico Legal (IML).
O encontro reuniu mulheres das forças de segurança pública de todo o país para a troca de experiências, compartilhamento de boas práticas e discussão dos desafios enfrentados no combate à violência contra a mulher. Representando o estado do Acre, também participaram a tenente-coronel da Polícia Militar, Ana Cássia Monteiro, e a tenente do Corpo de Bombeiros Militar, Mirla Santos.
Neste ano, o evento teve um significado especial, pois, em 2025, serão comemorados os 40 anos da criação da primeira Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM), inaugurada em 1985, em São Paulo (SP). Essas unidades especializadas, frutos da mobilização do movimento feminista, estão presentes em todas as regiões do Brasil e desempenham um papel essencial na proteção e no acolhimento das vítimas de violência doméstica e de gênero.

Delegada Juliana De Angelis e agente Luecia Carvalho representam a Polícia Civil do Acre no III Encontro Nacional de Segurança Pública e Enfrentamento à Violência contra a Mulher. Foto: cedida.
“Participar deste encontro nos permite trocar conhecimentos com profissionais de todo o país e buscar soluções eficazes para o enfrentamento da violência contra a mulher. A presença feminina nas forças de segurança tem sido cada vez mais relevante, e esse evento reforça a necessidade de aprimorarmos nossas estratégias e fortalecer o apoio às vítimas. No Acre, seguimos firmes no compromisso de garantir a proteção e dignidade das mulheres que buscam ajuda em nossas delegacias”, destacou Dra. Juliana De Angelis.
O III Encontro Nacional de Segurança Pública e Enfrentamento à Violência contra a Mulher reafirma o compromisso das instituições de segurança pública com a proteção e garantia dos direitos das mulheres, promovendo ações integradas e aprimorando o atendimento especializado às vítimas em todo o Brasil.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.

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