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Pai estupra suas três filhas durante seis anos em Santa Cruz – Bolivia

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O caso aconteceu em Santa Cruz; Outro incidente semelhante foi relatado em La Paz, em ambos os casos os envolvidos foram presos.

Na cidade de Santa Cruz, um pai de família identificado como Andrés FC, de 39 anos, estuprou as três filhas durante seis anos. Uma psicóloga explica as causas que podem levar uma pessoa a cometer um crime desta dimensão.

O procurador do departamento de Santa Cruz, Roger Mariaca, indicou que o calvário dos menores de 14, 8 e 4 anos (idade atual) começou há seis anos, a mais velha foi abusada sexualmente quando tinha 8 anos. O agressor está preso enquanto aguarda audiência de custódia.

“Chegou uma denúncia ao Ministério Público, relativa a uma violação qualificada cometida por um pai biológico às suas três filhas de 14, 8 e 4 anos. Não podemos permitir que esse tipo de pessoa fique livre nas ruas (porque) eles cometeram um crime”, relatou.

Cansadas do assédio, as irmãs foram à Força Especial de Combate à Violência (FELCV) para denunciar o pai, que, em vez de protegê-las, as fez viver anos e anos de violência e tormento.

Por que um pai de família cometeria um crime dessa natureza? Marynés Salazar, psicóloga e diretora da Associação Psinergia, identifica que uma das causas da violência sexual é a banalização da sexualidade das pessoas.

Outra causa, que nos últimos tempos se tornou um gatilho, é que a imagem de meninas, meninos e adolescentes é usada como objetos eróticos.

“A sexualidade das pessoas tem sido muito banalizada, o cuidado com o corpo tem sido muito banalizado (…). Hipersexualizar a imagem das raparigas, das adolescentes, maquilhá-las, fazê-las participar em eventos de beleza, em passerelles, faz com que as pessoas percam o olhar protetor que temos de ter do mundo dos adultos para com as crianças”, explica Salazar à ANF.

Além disso, essa sociedade não está fortalecendo suas funções que correspondem ao papel de pai-mãe; A ideia de que os pais devem atender às necessidades básicas de meninos e meninas não é fortalecida.

Outro problema é que a sociedade se recusa a ter uma educação sexual integral, que busca um elemento preventivo na avaliação de cada estágio de desenvolvimento das pessoas em seus corpos.

“Tudo isso influencia o fato de que há homens que não valorizam as meninas, os meninos como pessoas, não sabem as funções que eles têm que ter como pais e fazem uso de seus corpos e caem no incesto.”

Outro caso em La Paz

Outro caso semelhante foi identificado em La Paz, a Força Especial de Combate à Violência prendeu um sujeito de 44 anos acusado de estuprar sua filha desde os 11 anos, outras duas mulheres que seriam seus parentes também relataram ter sido vítimas de estupro .

A menor contou o ocorrido à tia materna, que teria feito a denúncia no Serviço Jurídico Integral Municipal; a FELCV procedeu à apreensão.

“Ele teria vindo para assediar sexualmente a própria filha. A mãe da vítima teria morrido quando esta tinha oito anos, desde os 10 teria sido agredida sistematicamente com toques indecentes e desde 2021 (o agressor) procedeu à violação”, declarou o diretor da FELCV, Julio Larrea.

As outras duas vítimas seriam a irmã de 18 anos e a filha de 13 anos da denunciante, segundo o que disseram o agressor procedeu com toques imodestos. O Ministério Público já está ciente e os menores também contam com apoio psicológico.

Para a psicóloga, é fundamental apoiar uma educação sexual integral para que desde pequenos meninos e meninas saibam que ninguém pode tocar em seus corpos “nem pai, nem mãe, nem tia, nem tios podem tocá-los, principalmente em determinados espaços íntimos como o peito, genitais, nádegas, etc.

Detalló que este tipo de educación les permite detectar cuando son objeto de abusos sexuales, toques impúdicos, manoseos o violaciones y que este proceso no solo debe quedar en las escuelas, sino que debe continuar con los padres de familia, para que aprendan como proteger a seus filhos.

Por outro lado, pediu para evitar o consumo de bebidas alcoólicas nessas festas de fim de ano, pois isso também é um gatilho para diversos tipos de violência. “Vamos cuidar de nossos wawas, não vamos deixar traumas, não vamos arriscar suas vidas, sua integridade de forma alguma.”

 

De Nancy Castro / Eju TV

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Justiça do Trabalho determina medidas para coibir assédio eleitoral na Prefeitura

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Foto: Luan Diaz

O Ministério Público do Trabalho (MPT) obteve decisão liminar que obriga o Município de Rio Branco a adotar uma série de medidas para prevenir e combater a prática de assédio eleitoral contra trabalhadoras e trabalhadores que prestam serviços direta ou indiretamente à administração municipal. A decisão foi proferida pela Vara do Trabalho de Cruzeiro do Sul, vinculada ao Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região (TRT-14), que acolheu os argumentos apresentados pelo MPT.

Na ação, o órgão ministerial destacou a necessidade de assegurar a liberdade de orientação política dos trabalhadores e evitar qualquer tipo de coação, perseguição ou retaliação em razão de posicionamentos político-partidários. Segundo o MPT, a repetição de condutas observadas durante as eleições de 2024 pode gerar danos irreparáveis aos direitos fundamentais dos servidores e empregados terceirizados.

Na decisão, o juiz do Trabalho Felipe Taborda determinou que o Município de Rio Branco se abstenha de praticar quaisquer atos que caracterizem assédio eleitoral, além de adotar medidas preventivas e de orientação para impedir esse tipo de conduta no ambiente de trabalho.

Para o procurador do Trabalho Roberto D’Alessandro Vignoli, autor da ação, a decisão representa uma vitória com caráter pedagógico e protetivo. “Ao estabelecer limites claros para que o ambiente de trabalho público não seja instrumentalizado como espaço de coerção política e ao determinar a criação de canais de denúncia sigilosos, bem como a capacitação de gestores, a Justiça do Trabalho garante que a liberdade de consciência e o direito ao voto livre não sejam comprometidos pela hierarquia funcional”, afirmou.

Entre as obrigações impostas, a Justiça do Trabalho determinou que o município assegure aos trabalhadores o direito à livre orientação política e à liberdade de filiação partidária, incluindo o direito de votar e ser votado. A administração municipal também deve se abster de qualquer conduta que configure discriminação, perseguição, promessa de benefícios, assédio moral, violação da intimidade, abuso de poder diretivo ou político, bem como de atos que tenham a intenção de obrigar, pressionar, influenciar, manipular ou induzir trabalhadores em suas escolhas políticas.

A decisão ainda proíbe a gravação e o uso de imagens de trabalhadores, para fins eleitorais ou de intimidação, observando os limites do direito de imagem. Também fica vedado o uso de canais institucionais, como e-mails, grupos de WhatsApp, intranet e sistemas corporativos, para propaganda, mobilização ou logística eleitoral.

A sentença determina que, no prazo de 30 dias, a administração municipal faça ampla divulgação, em linguagem clara, de comunicado institucional informando sobre a proibição do assédio eleitoral, o direito à liberdade política e a existência de mecanismos de proteção. Além disso, deverão ser criados, em até 60 dias, canais de denúncia independentes, com garantia de sigilo e de não retaliação, cujas informações deverão ser encaminhadas ao MPT trimestralmente.

O município também terá o prazo de 90 dias para capacitar toda a cadeia de gestão — incluindo secretários, chefias e coordenadores — por meio de treinamento obrigatório, com carga mínima de quatro horas, sobre assédio eleitoral e direitos fundamentais no trabalho. No mesmo prazo, deverá ser aprovada uma Política Interna de Prevenção e Combate ao Assédio Eleitoral, com normas objetivas, fluxos de apuração, sanções administrativas, proteção às vítimas, vedação do uso de canais institucionais e mecanismos mínimos de compliance.

O descumprimento da decisão ou dos prazos estabelecidos poderá resultar em multa de R$ 10 mil por infração, acrescida de R$ 1 mil por trabalhador prejudicado.

 

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Apex/Futura: Lula tem desaprovação de 53,5%; aprovação é de 43,0%

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Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – REUTERS/Adriano Machado


Pesquisa Apex/Futura divulgada nesta quinta-feira (22) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 53,5% dos brasileiros. Ao mesmo tempo, 43,0% dizem aprovar o petista.

O levantamento ouviu 2.000 pessoas em 849 cidades entre os dias 15 e 19 de janeiro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Em relação à rodada anterior da pesquisa, divulgada em dezembro de 2025, o índice de desaprovação do chefe do Planalto oscilou 0,2 ponto percentual para cima. Já o índice de aprovação avançou 1,3 ponto percentual no mesmo período (veja os detalhes no gráfico abaixo).

Avaliação

A pesquisa desta quinta-feira também apresenta os índices de avaliação do presidente Lula. Para 48,7%, o mandatário é ruim ou péssimo. Simultaneamente, 16,4% o consideram regular, e 33,5% o enxergam como ótimo ou bom. Outro 1,4% não soube responder.

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Prefeito Jerry Correia e equipe da Secretaria de Agricultura visitam sede da Cooperacre em Rio Branco

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Nesta quarta-feira(21), em Rio Branco, o prefeito de Assis Brasil, Jerry Correia, acompanhado pela equipe da Secretaria Municipal de Agricultura, realizou uma visita institucional à sede da Cooperacre.

A agenda ocorreu a convite do diretor da Cooperacre e da Coopaeb, José de Araújo, além do superintendente Manoel, e contou também com a presença de investidores da cidade vizinha de Inapari, entre eles o professor Abraão.

Durante a visita, o prefeito e sua equipe conheceram a estrutura da cooperativa e o projeto de implantação de uma moderna indústria de polpa de frutas, que está sendo construída em Rio Branco e terá capacidade para absorver a produção de frutas de todo o Acre.

O prefeito Jerry Correia destacou que a Prefeitura de Assis Brasil está diretamente envolvida nas discussões e já mantém diálogo com a Cooperacre e a Coopaeb, com o objetivo de incentivar e fortalecer a produção de frutas no município, criando novas oportunidades para os produtores rurais e impulsionando a agricultura familiar.

A visita reforça o compromisso da gestão municipal com o desenvolvimento econômico, a geração de renda no campo e a integração de Assis Brasil a grandes projetos estratégicos para o crescimento do Acre.

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