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Pacientes denunciam falta de medicamentos em farmácia básica de Xapuri

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Secretaria Municipal de Saúde diz que reposição de remédios está em fase de licitação

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Wagner Menezes, a respeito dos medicamentos usados no tratamento da Covid-19, dos sete itens que estão sendo receitados atualmente estão faltando apenas dois

Por Raimari Cardoso

Medicamentos ministrados contra a Covid-19 e hipertensão arterial não estariam sendo disponibilizados na farmácia básica do município de Xapuri, segundo denúncia de pessoas que receberam atendimento em Unidades Básicas de Saúde (UBS) da cidade, mas que alegam não terem tido acesso aos remédios receitados.

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Wagner Menezes, a respeito dos medicamentos usados no tratamento da Covid-19, dos sete itens que estão sendo receitados atualmente estão faltando apenas dois, as vitaminas C e D. Segundo ele, para esses dois produtos houve desistência dos concorrentes no processo licitatório.

“Nós fizemos um processo de compra para esses medicamentos que estão faltando mas, segundo os fornecedores que venceram a licitação, não há como entregar os produtos pelos preços que foram cotados em razão de aumentos que ocorreram. Os demais dessa lista de sete itens nós temos em estoque”, afirmou.

Com relação aos medicamentos para hipertensão arterial, entre outros, o secretário informou que já aconteceu a licitação para a reposição do estoque no dia 23 de abril, já tendo sido homologado o resultado, elaborados os contratos e emitidas as ordens de entrega para os fornecedores.

“Há alguns fornecedores que são de Rio Branco e que já vão entregar os medicamentos comprados ainda nesta semana. Outros, que são de fora, um, por exemplo, é de Goiânia, farão as entregas a partir da próxima semana, apenas”, complementou o gestor da pasta da saúde municipal.

Sobre as medicações atualmente usadas para a Covid-19, o diretor de Atenção Básica em Saúde do município, o enfermeiro Francisco Andrade, afirmou que, por não haver tratamento precoce, o protocolo depende da conduta de cada médico, de acordo com a sintomatologia de cada paciente.

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Caçadores que se perderam em Porto Walter são levados para casa de helicóptero

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Sandra Assunção

Já estão em casa, na comunidade Mororó, localizada no Rio Cruzeiro do Vale, em Porto Walter, os dois homens identificados como Marcos e “Montanha”, que se perderem em uma área de mata na noite da última terça-feira,17. Eles conseguiram sair sozinhos na comunidade Veneza, onde o helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas(Ciopaer) pegou a dupla na tarde desta sexta-feira, 20, e os levou de volta para casa. Uma equipe do Corpo de Bombeiros, liderada pelo comando, major Josadac Ibernom, acompanhou a ação.

Os dois foram recebidos com alegria na volta para casa. Eles estavam em um grupo de cinco caçadores comunidade Mororó e se distanciaram dos demais. Deveriam retornar ao ponto de encontro na quarta-feira, o que não aconteceu. Diante da ausência, os outros três caçadores retornaram à comunidade e comunicaram o desaparecimento.

Os Bombeiros, familiares e vizinhos fizeram buscas e os Bombeiros chegaram a se mobilizar mas a dupla conseguiu sair sozinha da floresta e fazer contato com os moradores da comunidade Veneza, onde ficaram até serem levados na aeronave.

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Moradores de Rodrigues Alves enfrentam dificuldades extremas para atravessar o rio Juruá em direção a Cruzeiro do Sul durante o período chuvoso na Amazônia.

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Enquanto a ponte não sai do papel, os moradores seguem dependendo da balsa mantida pelo Deracre, que oferece travessia gratuita, mas sofre com as limitações impostas pelo regime hidrológico do

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Mulher é presa por manter irmã com deficiência em cárcere privado

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Reprodução/ Correio 24 Horas

Ao chegar ao local, a equipe, acompanhada por profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), encontrou a vítima trancada em um pequeno cômodo improvisado com cordas, arames farpados e fechaduras, sem ventilação adequada, com falta de higiene e presença de insetos, além de cama de cimento e ausência de acesso visível à água e à alimentação.

A vítima apresentava sinais de debilidade e relatou sofrer agressões constantes. Ela foi atendida pela equipe de saúde e encaminhada para avaliação médica.

Leia a reportagem completa em Correio 24 Horas

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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