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Operação Patrão: Polícia prende ex-vereador e apreende dinheiro, armas e cartões de indígenas no Acre
A Polícia Civil deflagrou, nessa quarta-feira (12), a Operação Patrão nos municípios de Jordão e Tarauacá, no interior do Acre, e apreendeu um grande volume de materiais ilícitos, incluindo cerca de 200 cartões de indígenas retidos, procurações, mais de R$ 50 mil em espécie, além de dólares e euros.
Durante o cumprimento de 28 mandados de busca e apreensão, os agentes encontraram ainda 103 quilos de chumbo, 191 tubos de pólvora, 235 estojos de vários calibres e espingardas.
O ex-vereador e empresário de Jordão, Francisco Alves Guimarães, foi preso em flagrante por porte ilegal de arma e comércio irregular de munições dentro do próprio estabelecimento comercial. Ao todo, oito pessoas foram conduzidas às delegacias dos dois municípios para prestar depoimento.
De acordo com o delegado José Ronério, que coordena a operação, os investigados retinham cartões de indígenas como forma de coagir as vítimas a comprar exclusivamente em seus comércios e adiantar pagamentos. “Foram cumpridos 23 mandados em Jordão e 5 em Tarauacá. Encontramos cerca de 7 mil litros de combustível, dinheiro em torno de 50 mil reais, euros, dólares e mais de 200 cartões de indígenas”, informou o delegado.
No comércio de Francisco Guimarães, os policiais apreenderam procurações assinadas por indígenas, grande quantidade de combustível, armas, munições e dinheiro de várias moedas.
O nome “Operação Patrão” faz referência ao período dos seringais, quando trabalhadores eram mantidos em relações de dependência e exploração econômica por parte dos patrões — prática que, segundo a polícia, ainda persiste de forma disfarçada em algumas regiões isoladas do Acre.
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Polícia Civil prende investigado por homicídio ocorrido na Cidade do Povo
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), prendeu na tarde desta terça-feira, 17, um homem com as iniciais J.G.Q., conhecido pelo apelido “Fala Fina”, investigado por participação no homicídio de Josivan Cambraia da Silva, ocorrido no dia 2 de outubro de 2025, no bairro Cidade do Povo, em Rio Branco.

De acordo com as investigações, a vítima foi abordada por integrantes de uma organização criminosa, que suspeitavam de sua ligação com uma facção rival, em razão de gestos feitos com as mãos. Ainda segundo a Polícia Civil, Josivan foi forçado a fazer alusão ao grupo criminoso dos autores, sendo em seguida submetido a agressões e tortura, antes de ser executado com disparos de arma de fogo.
O coordenador da DHPP, delegado Alcino Ferreira J[unior, destacou a gravidade do crime e o empenho da equipe na elucidação do caso. “Trata-se de um crime bárbaro, marcado por extrema violência e motivado por disputa entre facções. A Polícia Civil trabalhou de forma incansável para identificar e capturar os envolvidos, e seguiremos firmes garantindo que os responsáveis sejam levados à Justiça”, afirmou.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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MPAC recebe visita institucional do Imac e discute acordo de cooperação técnica

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Núcleo de Apoio Técnico (NAT), recebeu, nesta terça-feira, 17, a visita institucional de representantes do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac).
A agenda teve como objetivo apresentar a estrutura e o funcionamento do NAT e da Coordenação Técnico-Científica do MPAC, além de discutir a possibilidade de celebração de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre as instituições.
O coordenador-geral do NAT, promotor de Justiça Rodrigo Curti, destacou que a iniciativa busca fortalecer a atuação conjunta na área ambiental.
“Tratamos de uma minuta de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) que vai trazer mais eficiência nos relatórios do NAT, maior segurança jurídica, unir forças de forma colaborativa para que possamos desenvolver um trabalho mais eficiente em prol do meio ambiente”, disse.
O presidente do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), André Hassem, ressaltou a importância da parceria entre os órgãos.
“Esse acordo é muito importante, não somente para a sociedade quanto, por ter a segurança jurídica, é também a união dos técnicos do Imac e do NAT para que possamos fazer em conjunto as vistorias e relatórios técnicos. Esse ACT será um trabalho em conjunto”, afirmou.
Texto: Marcelina Freire
Fotos: William Crespo
Agência de Notícias do MPAC
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Fiscalização autua posto com preços altos e estoque de 2 meses atrás

Um posto de combustível no Distrito Federal foi autuado nesta terça-feira (17/3) por aumentar o preço nas bombas, mesmo mantendo estoques adquiridos há dois meses — antes da escalada do conflito no Oriente Médio.
A informação foi revelada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça e da Segurança Pública.
- 22 cidades;
- 42 postos e;
- 1 distribuidora.
Além do posto no Distrito Federal, a Senacon não detalhou se houve mais autuações e em quais estados elas aconteceram.
“O planeta sofre hoje uma restrição de oferta e disponibilidade de petróleo e que isso impacta diretamente a vida dos consumidores, não é possível se entender que essa prática seja correta. Ela é uma prática abusiva. A elevação de preço que não tenha lastro em custos caracteriza abusividade. Não não é o momento de aumentar a lucratividade”, afirmou Morishita.
Inquérito
A Polícia Federal (PF) abriu inquérito para investigar possíveis crimes contra consumidores e contra a ordem econômica após relatos de oscilações nos preços dos combustíveis. A medida foi anunciada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, diante de suspeitas de cobranças abusivas.
Em paralelo, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) acionou Procons de todo o país.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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