Acre
Novo aumento no combustível faz gasolina chegar a R$ 6,29 e diesel a 5,29 no Acre
No início de março, a Petrobras anunciou uma nova elevação no preço da gasolina e do diesel nas refinarias

A Petrobras anunciou uma nova elevação no preço da gasolina e do diesel nas refinarias, com isso, o preço médio de venda da gasolina passou a ser de R$ 2,84 por litro, alta de R$ 0,23 por litro (alta de 9,2%), enquanto o diesel passou a média de R$ 2,86 por litro, aumento de R$ 0,15 por litro (alta de 5,5%).
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O Diário Oficial da União (DOU), alterou o Ato Cotepe/ICMS 09/21, que divulga o preço médio ponderado ao consumidor final (PMPF) de combustíveis.
Com Isso, o Estado do Acre sofre um novo reajuste no preço da gasolina e do Diesel já a partir desta quinta-feira (1).
De acordo com os dados obtidos pela reportagem o preço da gasolina no último dia 16 de março era de R$ 5,90. Com a mudança, o valor será de R$ 6,29, ou seja, um aumento de R$ 0, 38 centavos (6,5%).
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Já em relação ao diesel, o aumento no bolso do consumidor acreano será menor. Em março, o preço era de R$ 5,16, agora, irá subir para R$ 5,29 , um aumento de R$ 0, 13 centavos (2,5%).
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A reportagem entrou em contato com o secretário de fazenda Rômulo Grandidier, e foi informada de que o novo reajuste nada tem haver com o ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, mas sim, pela alta da moeda americana – dólar, que acarreta impacto direto nos combustíveis.
“A partir de 2016 a Petrobras vem estabelecendo o preço dos combustíveis com base na cotação do dólar, todas as vezes que o dólar aumenta o combustível também aumenta, como o ICMS é cobrado sobre o Preço Médio Ponderado do Consumidor Final há uma impressão de que houve aumento na tributação, mas isso não ocorre”, explicou.
No início de março, a Petrobras anunciou uma nova elevação no preço da gasolina e do diesel nas refinarias, com isso, o preço médio de venda da gasolina passou a ser de R$ 2,84 por litro, alta de R$ 0,23 por litro (alta de 9,2%), enquanto o diesel passou a média de R$ 2,86 por litro, aumento de R$ 0,15 por litro (alta de 5,5%).
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Boletim indica precipitações intensas e continuidade das chuvas até fevereiro

O Acre enfrenta um dos meses de janeiro mais chuvosos dos últimos anos, com acumulados expressivos registrados em todas as regiões do estado. Dados do Boletim do Tempo nº 14, divulgado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) nesta segunda-feira (26), mostram que, entre 1º e 26 de janeiro de 2026, vários municípios ultrapassaram com folga as médias climatológicas esperadas para todo o mês.
Segundo o levantamento, Brasiléia lidera o ranking de chuva acumulada, com 670,8 milímetros, seguida por Rio Branco, que já soma 542,4 mm. Também se destacam os volumes registrados em Manoel Urbano (418,8 mm), Jordão (344,8 mm), Assis Brasil (308,4 mm), Xapuri (300,4 mm) e Porto Acre (299,4 mm). Em praticamente todos esses municípios, os índices superam as médias históricas para o período, reforçando o cenário de chuvas acima do normal em 2026.
Além dos dados por município, estações e comunidades rurais também registraram acumulados elevados. Locais como Colônia Dolores (388,2 mm), Seringal Guarany (343,6 mm) e Seringal São José (308,8 mm) figuram entre os pontos com maior volume de precipitação no início do ano, evidenciando que as chuvas têm sido bem distribuídas tanto em áreas urbanas quanto rurais.
Previsão semanal mantém cenário de muita chuva
A tendência, segundo a Sema, é de continuidade das chuvas nos próximos dias. A previsão semanal, válida para o período de 26 de janeiro a 1º de fevereiro de 2026, indica volumes entre 50 mm e 150 mm em grande parte do estado. O prognóstico do modelo NCEP/GFS aponta ainda anomalia positiva de precipitação, ou seja, chuvas acima do esperado para esta época do ano em boa parte do território acreano.
Esse cenário reforça o estado de atenção das autoridades, especialmente em regiões cortadas por grandes rios, já que o excesso de chuva contribui para a elevação gradual dos níveis fluviais. Por outro lado, o volume elevado de precipitação ajuda a reduzir riscos ambientais associados à estiagem, como queimadas e incêndios florestais.
A Sema destaca que o monitoramento hidrometeorológico segue contínuo e que novos boletins serão divulgados para acompanhar a evolução das chuvas e seus impactos. A orientação é para que a população fique atenta aos comunicados oficiais, especialmente em áreas historicamente suscetíveis a alagamentos e cheias.

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