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Nova geração do trap nacional: Leozi, Saraiva MC e VLM se unem em projeto independente que rompe barreiras musicais

Um projeto que nasceu da conexão espontânea entre talentos de diferentes quebradas já começa a ganhar forma e ritmo no cenário do trap nacional. Leozi, Saraiva MC e VLM formam o trio por trás da produtora independente Black Pilla, um movimento musical que está sacudindo o underground com beats explosivos, lirismo autêntico e um propósito que vai além da música: transformar realidades.
A iniciativa surgiu de maneira orgânica. Leozi já acompanhava o trabalho de Saraiva MC nas redes sociais e ficou impressionado com sua “explosão no beat”. VLM, por sua vez, chegou até a produtora por meio de um anúncio no Instagram e rapidamente encontrou ali um espaço de criação e sintonia. “Agora estamos sempre trabalhando juntos”, explica Leozi, fundador da Black Pilla ao lado de seu parceiro de longa data, Santos.
Mais do que um coletivo, a Black Pilla funciona como um laboratório de expressão artística. Com uma proposta “artesanal”, o grupo acredita na força da independência e da autenticidade para abrir caminhos na música. “Estamos sempre à procura de talentos, mas não é tão simples. O artista precisa entender de gravação, produção, composição e, acima de tudo, ter personalidade para não se dobrar ao convencional”, destaca Leozi.
Com oito faixas já produzidas — algumas em fase final de mixagem —, o trio se prepara para lançamentos estratégicos. A ideia é manter o entrosamento e deixar a música fluir. “É incrível o que acontece no backstage. Meus manos completam o raciocínio um do outro, trocando ideias de dobras, adlibs, construindo a arte de forma fluida só porque amam rimar no beat”, afirma o produtor. Se tudo caminhar como o esperado, uma mixtape pode chegar já no próximo ano.
O estilo predominante é o trap, mas a Black Pilla não se limita a um único gênero. O grupo já experimenta fusões com funk, pop, reggae, rock e eletrônica. “Meus manos não aceitam limitação. Eu entrego o beat e os áudios simplesmente chegam no e-mail”, diz Leozi, celebrando a liberdade criativa do coletivo.
Formado por artistas de regiões distintas — Leozi e Saraiva MC representam a periferia de Sobral, no Acre (RB68), enquanto VLM traz a estética melódica da Vila Maria, zona norte de São Paulo —, o grupo compartilha um mesmo sonho: levar sua música o mais longe possível. “Queremos chegar a todos os lugares que a música puder nos levar. Essa luta é minha, é do Saraiva, é do VLM. Porque no fim, o que a gente quer é dar uma vida digna pra nossa mãe e colocar o nome da nossa quebrada no mapa”, conclui Leozi.
Com autenticidade, talento e propósito, a Black Pilla surge como uma força criativa no cenário independente brasileiro — um movimento que não apenas faz música, mas também constrói novas possibilidades para a juventude das periferias.
Baixe aqui: https://play.google.com/store/apps/details?id=daily.notes.notepad.todolist

Leozi – Fundador e Produtor da Black Pilla
Sou Leozi, fundador e produtor da Black Pilla. Sou aficionado por música desde a infância e, atualmente, coloco toda a minha paixão nos meus beats. Gosto de experimentar, explorar novas sonoridades e sentir que sou livre dentro do universo artístico.
Meu propósito na música é dar vida às ideias que costumam surgir antes de eu dormir — e ver no que elas vão dar.

Witalo Saraiva (SaraiFire, Menor das Sobral, Saraiva na Voz)
Meu nome é Witalo Saraiva, tenho 22 anos e sou conhecido por vários nomes artísticos que representam fases e estilos da minha trajetória: SaraiFire, Menor das Sobral e, o mais conhecido, Saraiva na Voz.
Minha missão com a música vai muito além dos palcos. Quero ir longe — com talento e recursos suficientes para realizar um grande sonho: criar uma ONG e promover ações beneficentes voltadas para quem mais precisa.
Quero transformar vidas, assim como a música está transformando a minha. E, claro, viver do meu trabalho com dignidade e propósito.
Sou focado, esforçado e bastante crítico — especialmente quando o assunto é música. Acredito no poder da arte como ferramenta de mudança e, por isso, quero ensinar, inspirar e abrir portas para a nova geração que vem aí.
Pode anotar: vocês ainda vão ouvir falar muito de mim. Não vou parar de criar, de compartilhar e de fazer barulho — com verdade e alma. Isso aqui é só o começo.

VLM – Artista Independente
Meu nome artístico é VLM. Tenho 17 anos e sou um artista independente do cenário do trap nacional.
A música entrou na minha vida como forma de expressão e superação — encontrei nela um meio de transformar vivências pessoais em arte, sempre com a intenção de inspirar quem escuta.
Meu trabalho aborda temas como superação, fé, a realidade das periferias e o desejo de ajudar minha família, crescendo com dignidade.
Busco trazer autenticidade em cada faixa, com letras que carregam sentimento, verdade e um toque de esperança.
Estou trabalhando em novos projetos e sigo determinado a conquistar meu espaço no cenário musical brasileiro.
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Caçadores que se perderam em Porto Walter são levados para casa de helicóptero
Sandra Assunção
Já estão em casa, na comunidade Mororó, localizada no Rio Cruzeiro do Vale, em Porto Walter, os dois homens identificados como Marcos e “Montanha”, que se perderem em uma área de mata na noite da última terça-feira,17. Eles conseguiram sair sozinhos na comunidade Veneza, onde o helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas(Ciopaer) pegou a dupla na tarde desta sexta-feira, 20, e os levou de volta para casa. Uma equipe do Corpo de Bombeiros, liderada pelo comando, major Josadac Ibernom, acompanhou a ação.
Os dois foram recebidos com alegria na volta para casa. Eles estavam em um grupo de cinco caçadores comunidade Mororó e se distanciaram dos demais. Deveriam retornar ao ponto de encontro na quarta-feira, o que não aconteceu. Diante da ausência, os outros três caçadores retornaram à comunidade e comunicaram o desaparecimento.
Os Bombeiros, familiares e vizinhos fizeram buscas e os Bombeiros chegaram a se mobilizar mas a dupla conseguiu sair sozinha da floresta e fazer contato com os moradores da comunidade Veneza, onde ficaram até serem levados na aeronave.
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Moradores de Rodrigues Alves enfrentam dificuldades extremas para atravessar o rio Juruá em direção a Cruzeiro do Sul durante o período chuvoso na Amazônia.
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Mulher é presa por manter irmã com deficiência em cárcere privado
Ao chegar ao local, a equipe, acompanhada por profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), encontrou a vítima trancada em um pequeno cômodo improvisado com cordas, arames farpados e fechaduras, sem ventilação adequada, com falta de higiene e presença de insetos, além de cama de cimento e ausência de acesso visível à água e à alimentação.
A vítima apresentava sinais de debilidade e relatou sofrer agressões constantes. Ela foi atendida pela equipe de saúde e encaminhada para avaliação médica.
Leia a reportagem completa em Correio 24 Horas.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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