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Municípios do Acre receberam mais de R$ 33 milhões do Estado em dezembro de 2019
Os municípios que mais arrecadaram foram: Brasiléia, Rio Branco e Cruzeiro do Sul

Foram repassados mais de R$ 33 milhões. Só do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), foram R$ 6,3 milhões em recursos.
Foi publicado na edição do Diário Oficial do Estado (DOE) na manhã desta quinta-feira (9), um decreto que dispõe sobre a distribuição dos recursos aos municípios acreanos. A parcela é referente aos mês de dezembro de 2019.
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Ao todo, foram repassados mais de R$ 33 milhões. Só do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), foram R$ 6,3 milhões em recursos.
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Já com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o Estado arrecadou mais de R$ 25,5 milhões e com o Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor (IPVA), o governo arrecadou cerca de R$1,2 milhões.
Segundo o decreto, a distribuição dos valores se baseia na lei Complementar N° 63, de 11 de Janeiro de 1990, que dispõe sobre os critérios e prazos de crédito das parcelas do produto da arrecadação de impostos de competência dos Estados e de transferência por estes recebidos, pertencentes aos municípios.
Os municípios que mais arrecadaram foram: Rio Branco, Brasiléia e Cruzeiro do Sul. A Capital recebeu mais de R$ 15 milhões em recursos.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.

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