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Cotidiano

MPF instaura mais de mil ações por desmatamento ilegal no Amazônia Protege

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Nas ações, o MPF pede indenizações relativas aos danos materiais e morais difusos derivados da remoção da cobertura vegetal e a recomposição da área degradada.

O levantamento do MPF apontou ainda que, entre os polígonos de desmatamento ilegal identificados pelo projeto, 64 estão dentro de Unidades de Conservação (UCs) federais e 41 dentro de Terras Indígenas (Tis).

Por Assessoria

Em atuação coordenada pela Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural (4CCR), o Ministério Público Federal (MPF) instaurou, somente no mês de maio, 1.023 ações civis públicas contra 2.262 réus em razão de desmatamentos ilegais na Amazônia. A iniciativa faz parte da 3ª fase do Projeto Amazônia Protege, que mapeou polígonos de 60 hectares ou mais desmatados entre agosto de 2017 e dezembro de 2019.

Ao todo, as ações cobram mais de R$ 3,7 bilhões de indenização pelos danos causados, além da reparação de 231.456 hectares de floresta degradados. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (1º).

Baseadas em laudos periciais produzidos a partir da análise de imagens de satélite e do cruzamento das informações com bancos de dados públicos, as ações foram propostas em sete estados da Amazônia Legal: Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima.

O monitoramento apontou total de 321 mil hectares de floresta devastados ilegalmente no biênio 2017/2019. O estado mais afetado no período foi Mato Grosso, com 95,4 mil hectares de área desmatada, sendo que 63,6 mil já são alvo de ação civil pública. Até agora, o MPF ajuizou 242 ações no estado, mas outras podem ser propostas futuramente.

Em relação ao número de polígonos com área igual ou superior a 60 hectares desmatados ilegalmente entre julho de 2017 e dezembro de 2019, o estado do Pará foi o campeão, com 373 registros. O corte raso de vegetação nativa no estado atingiu 87,9 mil hectares, sendo que 68,7 mil já são alvo das 310 ações ajuizadas até o momento.

No Amazonas, foram mapeados 284 polígonos de desmatamento, o que corresponde a cerca de 81 mil hectares. Até agora, foram propostas 215 ações no estado, referentes a 61,5 mil hectares da área destruída. O levantamento do MPF apontou ainda que, entre os polígonos de desmatamento ilegal identificados pelo projeto, 64 estão dentro de Unidades de Conservação (UCs) federais e 41 dentro de Terras Indígenas (Tis).

Vigilância constante – Este é o terceiro ano em que o MPF atua de forma articulada por meio do Projeto Amazônia Protege, lançado em novembro de 2017. Na primeira etapa, foram instauradas 1.125 ações referentes a desmatamentos realizados entre agosto de 2015 e julho de 2016.

Na segunda, foram 1.414 ações por supressão ilegal de floresta no período de agosto de 2016 a julho de 2017. Somando esses números às ações ajuizadas este ano, são mais de 3,5 mil processos contra o desmatamento ilegal na Amazônia.

Para o coordenador da Câmara de Meio Ambiente do MPF, Nívio de Freitas, ao promover a responsabilização civil dos infratores, o projeto Amazônia Protege contribui para reduzir a sensação de impunidade em relação a práticas que atentam contra o meio ambiente. “O MPF permanecerá vigilante e firme em relação ao compromisso constitucional de zelar pela preservação do meio ambiente para a presente e futuras gerações”, frisou o subprocurador-geral da República.

Nas ações, o MPF pede indenizações relativas aos danos materiais e morais difusos derivados da remoção da cobertura vegetal e a recomposição da área degradada. Requer, ainda, a reversão dos valores da condenação para Ibama e ICMBio, para fortalecer a fiscalização; e autorização judicial para apreensão, retirada ou destruição, pelos órgãos de fiscalização competentes, de bens móveis ou imóveis presentes na área que estejam impedindo a regeneração da floresta.

Equipe – O projeto contou com a participação de 25 procuradores da República: Álvaro Manzano, Ana Carolina Haliuc, Bernardo Meyer Machado, Bruno Domingos, Daniel Azeredo, Daniel Azevedo Lôbo, Erich Masson, Everton Araújo, Felipe Giardini, Gabriel Dalla Favera, Gisele Cunha, Humberto de Aguiar Junior, Igor Spindola, Igor Lima Goettenauer, Julio Cesar de Almeida, Leandro Musa de Almeida, Milton Tiago Araújo, Rafael Rocha, Raphael Bevilaqua, Reginaldo Pereira da Trindade, Ricardo Negrini, Robert Rigobert Lucht, Tatiana Ribeiro, Thais Araújo Franco e Valdir Monteiro.

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Barco naufraga em igarapé de Feijó e vídeo do acidente circula nas redes sociais

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Embarcação conhecida como “batelão” afundou no Igarapé Diabinho nesta sexta (16); não houve vítimas, apenas danos materiais

Segundo informações preliminares, o barco pertence a um morador do município de Envira, no Amazonas. Apesar do susto, não houve vítimas e os prejuízos foram apenas materiais. Foto: captada 

Um barco conhecido como “batelão” naufragou no Igarapé Diabinho, em Feijó, no interior do Acre, nesta sexta-feira (16). O vídeo do acidente, que circula nas redes sociais, mostra populares tentando recuperar pertences enquanto a embarcação permanece parcialmente submersa.

Segundo informações preliminares, o barco pertence a um morador de Envira, no Amazonas. Não houve vítimas — apenas prejuízos materiais. O incidente ocorreu próximo à ponte que liga Feijó ao projeto Envira e reforça o alerta sobre a segurança da navegação durante o período de cheia dos rios na Amazônia.

A causa do naufrágio ainda não foi esclarecida. O proprietário da embarcação ficou bastante abalado, conforme relatos locais. O caso ganhou repercussão nas redes e reacende discussões sobre condições de navegação em rios e igarapés do estado.

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Paulinho do Cras confirma a dispensa de Jojo, Korea e Pablo

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Foto Sueli Rodrigues: Pablo estava trabalhando entre os titulares do Leão

O presidente da Adesg, Paulinho do Cras, confirmou nesta sexta, 16, a dispensa dos laterais Jojo, Korea e do meia Pablo, todos por indisciplina. Algumas atitudes nos treinamentos e alojamento dos atletas desagradaram ao técnico Rodrigo Deião e por isso a decisão pelas saídas.

Fecha treinamentos

Rodrigo Deião comanda um treino de bolas paradas nesta sexta, no Frotão, e fecha a preparação para a estreia no Campeonato Estadual. O primeiro jogo do Leão será contra o Humaitá neste sábado, 17, às 17 horas, no Tonicão.

Polaco como opção

Polaco, voltando de lesão no joelho esquerdo, deve ficar como opção no jogo de estreia do Estadual.

“Tivemos uma semana muito complicada. Vamos ficar na partida porque teremos uma estreia difícil”, avaliou o diretor de futebol, Erismeu Silva.

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Catatau, Bryan e Leozinho “são perdoados” pelo técnico Erick Rodrigues

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Foto Sueli Rodrigues: Catatau deve ser titular na partida de estreia no Estadual

O técnico Erick Rodrigues resolveu “perdoar” o lateral Catatau, o volante Bryan e o atacante Leozinho e os atletas serão relacionados para o jogo de estreia no Campeonato Estadual contra o Rio Branco. A partida será disputada neste sábado, 17, a partir das 15 horas, no Tonicão.

“O grupo pediu e resolvi atender. Vamos nos concentrar para a partida de estreia no Campeonato Estadual”, declarou Erick Rodrigues.

Entenda o caso

Catatau, Bryan e Leozinho atuaram pelos Amigos do Dudu em um jogo do Campeonato de Férias no último fim de semana. Os atletas foram multados e afastados do jogo contra o Rio Branco na decisão do início da semana.

Fechou preparação

Com um treinamento leve, na Fazendinha, o elenco do Vasco fechou a preparação para o primeiro confronto do Estadual.

“Sabemos da nossa responsabilidade. Nosso objetivo é a conquista do título”, afirmou o treinador vascaíno.

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