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MPAC pede interdição imediata de presídio feminino em Cruzeiro do Sul por risco de colapso
Unidade apresenta falhas estruturais graves; detentas podem ser transferidas para outros presídios ou usar tornozeleira eletrônica

Foto: Reprodução
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) ingressou com ação civil pública contra o Estado do Acre e o Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) para exigir a interdição imediata da Penitenciária Feminina Guimarães Lima, em Cruzeiro do Sul. Laudos técnicos apontaram falhas graves na estrutura, com risco concreto de colapso da edificação.
Diante da medida, o diretor da unidade, Elves Barros, afirmou que há duas alternativas em análise: a transferência das detentas para outros presídios ou a liberação com uso de tornozeleiras eletrônicas. “O mais rápido possível a gente tem que iniciar o trabalho de reestruturação do presídio feminino, uma estrutura antiga que já passou por reforma e agora precisa de nova intervenção”, disse.
A ação foi movida pela 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Cruzeiro do Sul, após inspeções do Núcleo de Apoio Técnico (NAT), do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF/TJAC), Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Defesa Civil. O MPAC destaca que a situação compromete a vida e dignidade de internas, visitantes e servidores.
Entre os principais pedidos estão:
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interdição imediata da unidade;
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realocação emergencial das detentas em local adequado ou imóvel locado;
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apresentação, em até 15 dias, de um plano emergencial com diagnóstico técnico, cronograma e orçamento;
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início, em até 12 meses, da reforma, reconstrução ou construção de nova unidade no Complexo Penitenciário do Juruá.
O MPAC também solicita a aplicação de multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento, além da possibilidade de bloqueio de verbas públicas para garantir a execução das medidas.
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Jovem indígena morre após acidente de trânsito em Mâncio Lima
A jovem Wendyla Puyanawa, de 17 anos, moradora da Terra Puyanawa, em Mâncio Lima, morreu na madrugada desta quarta-feira (18) vítima de acidente de trânsito.
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Justiça concede liberdade provisória a motociclista envolvido em atropelamento fatal em Rio Branco
Jovem de 18 anos foi indiciado por homicídio culposo; vítima era pastor evangélico

Imagem: reprodução/TV 5
O juiz da Vara Estadual das Garantias concedeu liberdade provisória a Bruno Eduardo Lima da Silva, de 18 anos, condutor da motocicleta envolvida no atropelamento que resultou na morte de Leonildo Ferreira de Souza, de 65 anos. A decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada no Fórum Criminal de Rio Branco. A informação foi divulgada pela TV 5 nesta quarta-feira (18).
O acidente ocorreu na manhã do último domingo, na Estrada do Calafate. Segundo informações apuradas, a vítima — pastor evangélico — havia saído da Igreja Assembleia de Deus e tentava atravessar a via no momento em que foi atingida pela motocicleta.
Bruno Eduardo foi preso ainda na manhã do acidente. De acordo com a polícia, ele não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Após ser conduzido à delegacia, foi indiciado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.
O fundamento da decisão judicial que concedeu a liberdade provisória não foi divulgado pelo Tribunal de Justiça do Acre.
Medidas cautelares e prazo para conclusão do inquérito
Apesar de colocado em liberdade, o acusado deverá cumprir medidas cautelares determinadas pela Justiça, que não foram detalhadas.
A Polícia Civil do Acre tem prazo de 10 dias para concluir o inquérito que apura as circunstâncias do atropelamento. O caso segue sob investigação.
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Homem armado assalta distribuidora no bairro Aeroporto Velho, em Cruzeiro do Sul
Criminoso levou dinheiro e celular; suspeito segue foragido


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