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Ministério da Saúde apresenta dados sobre contratação de profissionais de saúde e lança campanha de doação de sangue
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Ministério da Saúde divulgou novos números referentes à assistência à Covid-19 e contratação de profissionais de saúde. De acordo com a pasta, o País conta, atualmente, com mais de 978 mil profissionais com cadastros finalizados para atuar no enfrentamento à pandemia. Além disso, o número de outros dispostos a atuar ultrapassa 438 mil.
A secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, afirma que, com o avanço da pandemia, as contratações foram necessárias e que aumenta gradativamente de acordo com a necessidade de cada localidade.
“Já em atuação nos municípios brasileiros nós temos 322 profissionais de saúde em Manaus, 94 no Amapá e já recebemos solicitação de oferta do banco de dados para Bahia, Maranhão, Piauí, Paraíba, São Gabriel da Cachoeira e Tabatinga”, explica Mayra.
Na ocasião, também foram expostos dados referentes ao programa “O Brasil Conta Comigo – Acadêmico”. De acordo com o Mistério da Saúde, já foram cadastrados 744 gestores de hospitais filantrópicos, 50 de hospitais federais, mais de 108 mil alunos da área da saúde, 19 gestores estaduais, 1.414 gestores municipais e 757 procuradores institucionais.
A contratação destes profissionais no “O Brasil Conta Comigo” é temporária, por até seis meses, e remunerada de acordo com o salário base de cada categoria. O objetivo é cadastrar e capacitar profissionais, residentes e estudantes da área de saúde com o intuito de auxiliar estados e municípios nas ações de enfrentamento ao novo coronavírus.
Doação de sangue
O Ministério da Saúde também aproveitou a coletiva para fazer o lançamento Campanha de Doação de Sangue 2020. O gesto, segundo o ministério, é fundamental para salvar milhares de vidas. De acordo com dados divulgados nesta sexta, as bolsas de sangue coletadas no Brasil caíram 2,5% nos últimos quatro anos, apesar das transfusões de sangue terem aumentado 4,8% no mesmo período.
Em 2019, por exemplo, foram coletadas no Sistema Único de Saúde (SUS) cerca de 3,2 milhões de bolsas de sangue, enquanto em 2016 esse número de bolsas foi de aproximadamente 3,35 milhões. Atualmente, no Brasil, 16 a cada mil habitantes são doadores de sangue. A taxa representa 1,6% da população do país e está dentro dos parâmetros preconizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Para o coordenador geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Rodolfo Duarte, o processo de preparação para os processos de doação já tiveram início e os doadores terão total segurança, inclusive para evitar contaminação por qualquer doença.
“Mais do que nunca, nós notamos a necessidade da população ser solidária. Para isso, estamos preparando todos os estados, todos os hemocentros têm se preparado para receber os doadores regulares e os de primeira viagem. Estamos reforçando as medidas de segurança e de higiene, para que todos possam entrar e sair com saúde do processo de doação, feliz por saber que praticou um ato de solidariedade”, afirma Rodolfo Duarte.
Desde 2012, a idade de pessoas habitas a doarem sangue passou de 18 para 16 anos, com autorização do responsável. Além disso, o Ministério da Saúde ampliou a idade máxima de 67 para 69 anos. A pessoa interessada em doar sangue deve pesar no mínimo 50 quilos e estar em bom estado de saúde geral.
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Senado aprova “vulnerabilidade absoluta” de vítimas de estupro de até 14 anos

O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (24/2), um projeto de lei que estabelece que vítimas de estupro com menos de 14 anos de idade serão sempre consideradas vulneráveis, e que a punição do agressor não poderá ser influenciada pelo histórico sexual da vítima nem pela gravidez decorrente da violência.
O texto segue agora para sanção presidencial. A proposta foi aprovada de forma simbólica, sem contagem nominal de votos.
O projeto foi proposto pela deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ). A relatora no Senado, Eliziane Gama (PSD-MA), afirmou que a presunção absoluta de vulnerabilidade da vítima “reforça a intenção do legislador de não permitir discussões que possam desvirtuar a finalidade da norma, focando na proteção do incapaz de consentir, como infelizmente ainda sói ocorrer com frequência nos julgados de alguns Tribunais de Justiça do país.”
O projeto estava parado no Senado Federal desde dezembro de 2024, mas ganhou força após a Justiça de Minas Gerais absolver um homem de 35 anos acusado de estuprar uma menina de 12 anos.
Na ocasião, a 9ª Câmara Criminal Especializada também absolveu a mãe da criança, que respondia por conivência. Para o tribunal, em decisão que gerou críticas em todo o país, não houve crime, sob o entendimento de que existia um “vínculo afetivo consensual” entre os dois.
Com a repercussão do caso, a mãe da garota e o homem foram presos nesta quarta-feira (25/2). Relator do caso, o desembargador Magid Nauef Láuar acolheu os embargos do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que havia recorrido da decisão, e restabeleceu as duas condenações no processo que apura o estupro da menor.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Leite, Ratinho Jr. e Caiado participam de filiações junto com Kassab

O presidente nacional do Partido Social Democrático (PSD), Gilberto Kassab, levará, no ínicio de março, os governadores Eduardo Leite, Rio Grande do Sul, Ratinho Júnior, Paraná, e Ronaldo Caiado, Goiás, para eventos da sigla em São Paulo. A agenda garante a presença dos governadores nas cerimônias de filiação de 12 políticos em cinco cidades de São Paulo.
O três são cotados para concorrer à Presidência pelo partido nas eleições deste ano. Na última sexta-feira (20/2), por meio de uma publicação nas redes sociais, Kassab reafirmou que a sigla lançará a própria candidatura ao cargo. De acordo com o presidente do PSD, “o Brasil estará muito bem servido se puder contar” com qualquer um dos três possíveis candidatos à frente da Presidência em 2027.
Veja agenda
Sexta-feira (6/3) – Sorocaba
16h – Filiação dos deputados Vitor Lippi e Maria Lucia Amary.
18h – Filiações dos deputados estaduais paulistas Analice Fernandes, Barros Munhoz, Carlão Pignatari, Dirceu Dalben, Márcio Nakashima e Rogério Nogueira.
Sábado (7/3)
10h – Santos: filiações do deputado Paulo Alexandre Barbosa e da Audrey, vice-prefeita de Santos.
13h – Itapevi: Filiação do ex-prefeito Igor Soares.
16h30 – Presidente Prudente – filiação do deputado Mauro Bragatto.
Segunda-feira (9/3) – São Paulo
9h – Participam da reunião do Conselho Político e Social (COPS) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP)
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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MJ sobre crítica por acordo no PL Antifacção: "Ficaríamos na retórica"

Após a aprovação do PL Antifacção pela Câmara dos Deputados, nessa terça-feira (24/2), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, saiu em defesa da atuação da pasta nas negociações do texto final e respondeu às críticas sobre o acordo construído em torno da proposta.
O projeto, relatado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP), retomou pontos da versão original da Câmara, como a divisão de recursos de bens apreendidos entre a Polícia Federal (PF) e os estados — trecho criticado pelo governo e pela própria corporação.
Nos bastidores, integrantes da PF questionaram a articulação e alegaram falta de diálogo. Diante das críticas, Wellington César afirmou que o ministério atuou dentro dos limites regimentais possíveis no momento da votação.
“A iniciativa do projeto foi do governo. Todavia, existiam várias versões inicialmente na Câmara e depois uma versão no Senado”, explicou o ministro.
Segundo ele, quando ficou claro que a Mesa Diretora levaria a plenário a versão da Câmara — e não o texto aprovado pelo Senado —, o espaço de manobra era restrito. “Só existiam duas posturas possíveis: ou cruzarmos os braços e deixar que aquela versão tramitasse ou buscássemos melhorar aquela versão.”
Embora reconheça “grande afinidade” com o texto do Senado, o ministro afirmou que não havia possibilidade de defender formalmente aquela versão, pois ela não seria votada.
A estratégia, de acordo com o ministro, foi apresentar emendas de redação ao texto que iria ao plenário. “A única maneira possível de operar essa melhora, sob o ponto de vista do cabimento regimental, era através das emendas de redação. E nós buscamos exatamente, extraindo o sentido daquelas proposições constantes do PL do Senado, incorporá-las no texto indicado para a votação.”
Sugestões
Wellington César afirmou, durante entrevista coletiva, que parte significativa das sugestões foi acolhida. “Foram 23 proposições — 12 a 14, depende do critério de sublíderes — incorporadas. Então nós temos certeza de que produzimos um texto melhor.”
Ele argumentou que, sem essa iniciativa formal, a atuação do ministério teria sido apenas simbólica. “Se nós expressássemos apenas uma simpatia pelo texto do Senado e não fizéssemos as propostas regimentalmente cabíveis, nós ficaríamos limitados a esse âmbito retórico.”
A proposta segue agora para sanção ou veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para o ministro, a pasta cumpriu seu papel institucional. “Além da iniciativa do governo, o Ministério da Justiça, nessa tradição, nessa ocasião, exerceu o papel que devia: melhorar o produto legislativo final.”
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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