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Mestres Acreanos de Taekwondo recebem certificação internacional da Kukkiwon

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A delegação da Federação de Taekwondo do Estado do Acre (FETEAC) participou do Kukkiwon Special Dam Promotion Test in Brasil. O evento foi realizado no Rio de Janeiro entre os dias 23 a 25 de fevereiro de 2024 e contou com a participação de mais de 400 faixas pretas vindos de várias partes do país. No entanto, somente agora os novos mestres acreanos receberam suas certificações devido as exigências e normas extremamente criteriosas estabelecidas pela entidade coreana. Os mestres acreanos que receberam suas certificações de mestrado em taekwondo pela Kukkiwon foram: Tiago Marques (Mestre 5º Dan), Jocirley Braga (Mestre 5º Dan), Leddinho Souza (Mestre 5º Dan), Amâncio Oliveira (Mestre 4º Dan) e Aldeniza dos Santos (Professora 3º Dan). A entrega dos certificados aconteceu dia 03 de agosto (sábado) durante as programações dos Jogos Escolares realizado na quadra do Colégio Acreano.

Segundo os mestres coreanos da Kukiwon que publicaram os resultados dos aprovados em junho de 2024, somente cerca de 30% são aprovados neste teste onde os atletas passam por uma avaliação bastante meticulosa. Vale ressaltar que a banca de avaliadores foi composta pelos mestres coreanos mais criteriosos da Kukkiwon dos quais podemos destacar Grão-Mestre Kwon Oh Min e Grão-Mestre Jae Young Um, além da presença do Diretor Executivo Internacional da Kukkiwon Dr. Na Yeong Jib, dos Grão-Mestres Yong Min Kim e Jung Roul Kim (ex-presidentes da Confederação Brasileira de Taekwondo) e do Grão-Mestre Lim Yeon Cheol (representante da Kukkiwon no Brasil).

“A delegação acreana comemorou este feito porque 100% de nossos mestres incluindo a faixa preta terceiro Dan Aldeniza dos Santos foram aprovados num dos exames de maior eficiência e credibilidade do mundo”, comenta o Mestre Tiago Marques atual Presidente da Federação Acreana de Taekwondo (FETEAC).

“É muito orgulho fazer parte da única entidade local filiada oficialmente à CBTKD, maior entidade de Taekwondo do Brasil, que, por meio de seus eventos homologados, garantem pontos para ranking, além de proporcionar passaporte para participar dos maiores eventos nacionais e internacionais, como Olimpíadas, a exemplo, assim como o Curso Kukkiwon promovido pela CBTKD. O Acre teve 5 participações nesse curso, e no final passamos por um exame de equiparação de Dans, por meio do qual objetivemos resultados positivos para todos. A certificação internacional aos mestres da Feteac proporcionará ao Estado do Acre a inédita legitimidade de banca examinadora de exame de faixa-preta com certificação Internacional da entidade máxima do taekwondo mundial. Afirmo que a delegação foi prestigiada com a banca mais respeitada do mundo. Aqui esclareço: O grão-mestre Young Min Kim, que mora no Brasil, presidiu a banca, e os grãos-mestres, que vieram da Coreia, após o reverenciarem afirmaram, diante de todos os presentes: Somos mestres, mas na frente do Grão-Mestre Kim, somos pequenos mestres. Esse fato me marcou”, finaliza o mestre Tiago Marques um dos grandes entusiastas do taekwondo acreano.

Já a professora Aldeniza dos Santos, que também recebeu sua certificação de faixa preta terceiro Dan pela Kukkiwon disse emocionada: “uma certificação internacional da Kukkiwon é importantíssima para a nossa caminhada profissional no taekwondo. Foi um grande desafio, um curso onde aprendemos muito, tivemos uma avaliação individual de técnicas, conduzida pelos coreanos, que são bem rígidos, e ser aprovada nesse teste foi muito importante, foi uma missão bem árdua de 3 dias de seminário, e no terceiro dia foi o teste, foram mais de 400 participantes de todo Brasil, pudemos mostrar o trabalho sério e comprometido da FETEAC, única entidade filiada a CBTKD no Acre. Eu, como a única mulher participante do Acre no seminário, fiquei muito feliz com o meu desempenho, com a minha aprovação, e certificação internacional. Sempre importante estar se atualizando, buscando mais conhecimento, sempre com o intuito de melhorar.”, frisou a ilustre professora que provavelmente fará exame de mestrado ainda este ano neste seguimento e entrará para história do taekwondo acreano como a primeira mestra graduada no Acre.

Um outro Mestre que falou conosco com bastante emoção e entusiasmo foi o Mestre Jocirley Braga, atual Vice-presidente da FETEAC que teve como seu primeiro instrutor o Mestre José Carlos Gomes Guimarães

( Mestre Juca), tido como o verdadeiro introdutor do Taekwondo no Estado do Acre.

“Estou muito feliz e realizado. E não poderia deixar de agradecer, primeiramente, a Deus, e à CBTKD e, em especial, à FETEAC, na pessoa do mestre Tiago, um grande irmão, e à delegação do Acre que se fez presente, que me garantiu todo o apoio moral e material. E, também, não poderia deixar de agradecer ao saudoso grão-mestre Juca, a quem dedico de coração essa certificação, com quem aprendi absolutamente tudo que sei’’ comentou emocionado o Mestre 5º Dan Jocirley Braga, tido como um dos mestres mais capacitados do Acre.

A Federação Acreana de Taekwondo (FETEAC) postou hoje (05) em suas redes sociais a entrega dos respectivos certificados expedidos pela instituição máximo do taekwondo mundial a Kukkiwon aos novos Mestres e professores acreanos.

SOBRE O TAEKWONDO

O taekwondo é uma arte marcial de origem coreana e chegou no Brasil em 1970. Entrou como esporte olímpico em 2000 em Sidney e chegou no Estado do Acre através do Mestre José Carlos Gomes Guimarães (Mestre Juca). Na atualidade a modalidade conta com milhares de praticantes e estar presente em quase todos os municípios acreanos.

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Crise no Republicanos do Acre escancara divisão entre aliados de Gladson e projeto de Alan Rick

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Roberto Duarte afirma que partido já tem nomes para duas vagas federais e três estaduais, mas não revela candidatos por medo de “cooptação” segunda o parlamentar

O presidente estadual do Republicanos no Acre, confirmou que a chapa do partido para deputado estadual nas eleições de 2026 não contará com nenhum dos atuais parlamentares da legenda. Foto: captada 

Durante agenda oficial em Brasiléia e Epitaciolândia, últimos dois dias (19/20), onde se reuniu com lideranças, como também o prefeito Carlinhos do Pelado (PP) e o líder Sérgio Lopes (PL), o presidente estadual do Republicanos no Acre, deputado federal Roberto Duarte, confirmou que o partido não dará legenda para a reeleição dos atuais deputados estaduais Clodoaldo Rodrigues, Tadeu Hassem e Gene Diniz.

Duarte afirmou que o Republicanos já tem nomes definidos para disputar — e eleger — duas vagas na Câmara Federal e três na Assembleia Legislativa, mas não revelou as identidades por receio de que sejam “cooptados” por adversários, segundo o parlamentar. A estratégia indica uma renovação forçada na bancada estadual do partido, que busca ampliar sua representação sem repetir os titulares atuais.

A filiação de Alan Rick ao Republicanos, vem produzindo novos capítulos no tabuleiro político do Acre e gesto de lealdade ao governador Gladson e à vice Mailza. Foto: captada 

Em entrevista ao jornalista Luis Carlos (Crica), Duarte afirmou que o Republicanos já tem chapas prontas para eleger deputados federais e estaduais no estado, não revelou os nomes e a declaração sinaliza uma renovação na bancada estadual da legenda e aponta para uma disputa interna acirrada nas prévias do partido.

Nos bastidores da política, o clima no Republicanos é de ruptura, e não há como disfarçar. A filiação do senador Alan Rick ao partido, celebrada com pompa e presença de figuras nacionais da legenda, também serviu para escancarar quem está dentro… e quem está fora do novo projeto político da legenda no acre.

Os três deputados estaduais do Republicanos na Assembleia Legislativa: Gene Diniz, Clodoaldo Rodrigues e Tadeu Hassem, simplesmente não apareceram ao evento de filiação do pré-candidato ao governo Alan Rick. A ausência foi tudo, menos casual. Nos corredores da Aleac, a leitura é unânime: foi um gesto claro de lealdade ao governador Gladson Cameli e à vice Mailza Assis, que será a candidata do grupo ao governo em outubro.

A ligação dos três deputados do Republicanos com o Palácio Rio Branco não é de hoje. Todos têm raízes no Progressistas, partido de Gladson e Mailza. O deputado Clodoaldo tem a esposa, Delcimar Leite, como vice-prefeita de Zequinha Lima (PP) em Cruzeiro do Sul. Gene Diniz é irmão do prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz, também do PP. Já Tadeu Hassem é irmão da ex-prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem, outro nome forte da sigla, cotada para disputar uma cadeira no Congresso Nacional.

Roberto Duarte, em agenda na fronteira, afirma que chapas para federal e estadual já estão definidas, mas oculta nomes para evitar “cooptação”. Foto: captada 

Fidelidade politica tem preço

O presidente estadual do Republicanos já tinha deixado claro na época da filiação do senador Alan Rick de quem não estivesse alinhado teria que buscar outro abrigo partidário para tentar a reeleição. Traduzindo: ou seguem o novo comando, ou ficam sem a legenda em 2026.

Nos bastidores, a avaliação é que a saída dos três parlamentares é só uma questão de tempo. A relação com o governo Gladson segue firme, e há quem aposte que o Progressistas abrirá as portas para recebê-los, afinal, o grupo é o mesmo, e a lealdade, nesse jogo, ainda conta muito.

Como diz o ditado, ainda há muita água para rolar por debaixo dessa ponte. E, no Acre, o rio da política costuma mudar de curso de uma hora para outra.

Gene Diniz, Clodoaldo Rodrigues e Tadeu Hassem, mantém lealdade politica ao governador Gladson Cameli e à vice Mailza Assis. Foto: captada

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Governo federal lança programa “Esperançar Chico Mendes” para integrar cultura e meio ambiente na Reserva Extrativista Chico Mendes

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Acordo “Esperançar Chico Mendes” reúne MMA, Ministério da Cultura, ICMBio e Iphan para valorizar saberes tradicionais e fortalecer gestão socioambiental

O acordo terá vigência de quatro anos e será executado por meio de cooperação técnica, disponibilização de equipes e compartilhamento de conhecimentos. Foto: captada

O governo federal firmou nos dias 19 e 20 de janeiro o acordo de cooperação técnica “Esperançar Chico Mendes”, voltado à integração de políticas de cultura e meio ambiente e ao fortalecimento da gestão socioambiental em territórios de povos e comunidades tradicionais, com atuação prioritária na Reserva Extrativista Chico Mendes, no Acre.

A iniciativa envolve o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, o Ministério da Cultura, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O objetivo é identificar, reconhecer e valorizar modos de vida, saberes e expressões culturais associados à conservação da natureza, promovendo a proteção do patrimônio biocultural da região.

De acordo com a Secretaria de Comunicação Social, o acordo estabelece uma atuação integrada entre os órgãos federais para articular políticas públicas voltadas à proteção dos territórios tradicionais e ao reconhecimento das práticas sociais que historicamente contribuem para a conservação ambiental. As ações incluem educação ambiental e patrimonial, fortalecimento de organizações comunitárias, promoção do turismo de base comunitária e incentivo à economia da sociobiodiversidade, com protagonismo de mulheres e jovens.

Na avaliação da secretária nacional de Povos e Comunidades Tradicionais e Desenvolvimento Rural Sustentável, Edel Moraes, a parceria reforça a integração entre agendas ambientais e culturais. “A integração entre cultura e meio ambiente é o caminho para a proteção dos direitos das populações cujas formas de viver historicamente protegem os recursos da natureza”, afirmou.

Um dos instrumentos previstos é o uso do Inventário Nacional de Referências Culturais, ferramenta que possibilita o registro participativo de práticas, saberes e memórias associadas à identidade, à gestão socioambiental e à memória dos territórios. Segundo os ministérios envolvidos, o inventário servirá de base para ações de salvaguarda do patrimônio cultural e para o planejamento de políticas públicas nos territórios tradicionais.

Na Reserva Extrativista Chico Mendes, o turismo de base comunitária vem sendo adotado como ferramenta de valorização do território e de geração de renda, ampliando alternativas econômicas ligadas à sociobiodiversidade. A proposta prevê participação social como eixo central, com ações voltadas ao reconhecimento e à valorização do patrimônio cultural e socioambiental.

O acordo terá vigência de quatro anos e será executado por meio de cooperação técnica, disponibilização de equipes e compartilhamento de conhecimentos, experiências e metodologias entre as instituições envolvidas. A iniciativa também prevê a ampliação das ações para outras unidades de conservação de uso sustentável e territórios tradicionais em diferentes regiões do país.

A expectativa do governo federal é que a integração entre cultura e meio ambiente contribua para o fortalecimento da gestão dos territórios, para a geração de renda em bases sustentáveis e para o reconhecimento institucional dos modos de vida de povos e comunidades tradicionais, com impactos diretos na conservação ambiental e na permanência dessas populações em seus territórios.

Com vigência de quatro anos, o Esperançar Chico Mendes será executado por meio de cooperação técnica, disponibilização de equipes e compartilhamento de conhecimentos, experiências e metodologias entre as instituições envolvidas. A iniciativa prevê ainda a ampliação das ações para outras unidades de conservação de uso sustentável e territórios tradicionais em diferentes regiões do país.

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Latrocínio cai 76% no Acre entre 2017 e 2025, segundo dados da Polícia Civil

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Casos caíram de 25 em 2017 para 6 em 2025; alta inicial foi atribuída a conflitos entre facções, mas tendência é de redução consistente

Taxa por 100 mil habitantes baixou de 3,01 para 0,72; pico ocorreu durante guerra de facções, mas números vêm recuando desde 2019.  Foto: captada 

O crime de latrocínio (roubo seguido de morte) registrou queda consistente no Acre entre 2017 e 2025, conforme dados divulgados pela Polícia Civil do estado. O número de casos passou de 25 em 2017 para apenas 6 em 2025, uma redução de 76%. A taxa por 100 mil habitantes caiu de 3,01 para 0,72 no mesmo período.

Segundo o relatório, o pico registrado em 2017 e 2018 (com 25 e 20 casos, respectivamente) está relacionado ao início da guerra entre facções criminosas no estado. A partir de 2019, entretanto, os números começaram a cair de forma contínua: 13 (2019), 12 (2020), 8 (2021), 6 (2022), 4 (2023) e apenas 1 caso em 2024, antes de um leve aumento para 6 em 2025.

A análise sugere que, mesmo com uma pequena oscilação no último ano, a tendência de redução se mantém, refletindo um cenário de menor letalidade em roubos no estado.

Evolução anual dos casos:
  • 2017: 25 (início do conflito entre facções)

  • 2018: 20

  • 2019: 13

  • 2020: 12

  • 2021: 8

  • 2022: 6

  • 2023: 4

  • 2024: 1 (menor número da série)

  • 2025: 6 (leve alta, mas ainda 76% abaixo de 2017)

Análise da Polícia Civil:

O relatório destaca que o pico de 2017–2018 coincidiu com o início da guerra entre facções criminosas no estado. Desde então, a redução gradual reflete a estabilização do conflito e a efetividade de ações integradas de segurança.

Fatores contribuintes:
  • Fortalecimento da inteligência policial e investigações especializadas;

  • Aumento da sensação de risco entre criminosos, que evitam homicídios para não atrair atenção;

  • Expansão do uso de rastreamento e bloqueio de celulares roubados.

Apesar da queda no latrocínio, outros crimes violentos – como homicídios simples e roubos a estabelecimentos – ainda pressionam a segurança pública no estado.

A Polícia Civil vai intensificar operações em pontos críticos de roubo (como terminais de transporte e vias de fuga) para evitar que a leve alta de 2025 se consolide em 2026.

O número de latrocínios em 2025 (6 casos) é o segundo menor da série histórica, atrás apenas de 2024 (1 caso), indicando que a tendência de queda se mantém mesmo com oscilações pontuais.

Em 2018, foram 20 mortes por latrocínio. Já em 2019, caiu para 13. O ano de 2020, registrou 12 casos. Desceu para 8 em 2021, caiu para 6 em 2022 e 4 em 2023. Em 2024, apenas um registro, voltando a subir em 2025, com seis mortes violentas.

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