Brasil
Média móvel de mortes por Covid-19 volta a se aproximar de 2 mil óbitos
Nesta terça-feira (15), Brasil registrou 2.468 mortes pelo novo coronavírus

Nesta terça-feira (15), Brasil registrou 2.468 mortes pelo novo coronavírus- Foto: Reprodução
Anna Gabriela Costa, da CNN, em São Paulo
O Brasil registrou 2.468 mortes e 80.609 novos casos de Covid-19 nesta terça-feira (15), segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) referentes às últimas 24 horas.
No total, o país soma 490.696 mortes e 17.533.221 de casos do novo coronavírus, números registrados desde o início da pandemia no Brasil, em março de 2020. A média móvel de mortes ficou em 1.986 nesta terça-feira; o índice revela a média óbitos nos últimos sete dias no país.
No último domingo (13), a média móvel de mortes por Covid-19 atingiu 2.000, na segunda-feira este número também foi alto, ficou em 1.973.
Dentre os estados brasileiros, seis já ultrapassaram a marca de 1 milhão de infectados pela doença, são eles: São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia e Santa Catarina. Em número de mortes, o estado de São Paulo lidera, com 118 mil óbitos, seguido pelo Rio de Janeiro, que soma 53 mil mortes pela doença.
Nesta terça-feira (15), os Estados Unidos passaram a marca de 600 mil mortes por Covid-19, de acordo com os números divulgados pela Universidade Johns Hopkins. Atualmente, é a nação com mais mortes pela doença no mundo – seguido pelo Brasil, com mais de 488 mil óbitos e Índia, que tem mais de 377 mil mortes pela doença.
60 milhões de doses da Cansino
O Ministério da Saúde assinou a intenção de compra de 60 milhões de doses da vacina CanSino. O governo federal deve pagar 17 dólares por dose. Na conversão, são mais de R$ 5,2 bilhões por 60 milhões de doses. O imunizante é aplicado em dose única.
Segundo a Belcher Farmacêutica, a vacina da CanSino Biologics foi testada em 40 mil voluntários maiores de 18 anos em 5 países: Paquistão, Rússia, Chile, México e Argentina, onde já tem o uso emergencial autorizado.
Os estudos de fase 3 apontaram que depois de 28 dias da aplicação do imunizante houve redução de 68.83% no número de casos sintomáticos da Covid-19, e 95,47% nos casos graves da doença. A vacina pode ficar armazenada em temperaturas entre 2 e 8 graus celsius.
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Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025
O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet
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Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos
Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada
O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.
A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada
A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.
Veja vídeo reportagem com Kike Navala:
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PF pede ajuda da AGU contra decisão de Toffoli, mas não é atendida

A Polícia Federal (PF) buscou a ajuda da Advocacia-Geral da União (AGU) para apoio jurídico com o objetivo de questionar uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que definiu nominalmente os peritos da corporação responsáveis pela análise das provas colhidas no caso Banco Master.
A AGU, no entanto, descartou apresentar qualquer recurso em nome da União e orientou a corporação a levar o questionamento diretamente ao Supremo, caso considere necessário. Fontes da AGU confirmaram ao Metrópoles o pedido de ajuda negado.
A decisão do magistrado está dentro da investigação que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, no âmbito da Operação Compliance Zero.
Toffoli autorizou quatro peritos da PF a terem acesso integral aos documentos e dados apreendidos, determinando ainda que eles contem com o acompanhamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) durante os trabalhos periciais.
“Ressalto que os referidos peritos terão livre acesso ao material apreendido e deverão contar com o apoio da Procuradoria-Geral da República para acompanhamento dos trabalhos periciais”, escreveu Toffoli na decisão que causa incômodo dentro da PF.
Queda de braço
As provas recolhidas na segunda fase da operação também foram encaminhadas à PGR, responsável por acompanhar a extração dos dados.
Inicialmente, Toffoli havia determinado que todo o material ficasse lacrado e sob custódia do STF. Em seguida, reviu a decisão e transferiu a guarda para a PGR.
Somente em um terceiro momento autorizou o acesso direto dos peritos da PF, após a corporação alertar para possíveis prejuízos à apuração.
Toffoli reduz prazo para depoimentos
A mudança ocorreu após a PF informar limitações de pessoal e de salas disponíveis no STF.
Desde dezembro, o ministro tem cobrado publicamente o cumprimento dos prazos, chegando a mencionar “falta de empenho” da Polícia Federal. A corporação, por sua vez, atribui os atrasos a dificuldades operacionais. Para Toffoli, os depoimentos são fundamentais para o avanço da investigação e para a proteção do Sistema Financeiro Nacional.
O inquérito, que tramita sob sigilo no STF, apura suspeitas de fraudes envolvendo o banco controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, um dos principais alvos da investigação.
A primeira fase da Operação Compliance Zero ocorreu em novembro e resultou em sete prisões. Vorcaro chegou a ser detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos quando, segundo investigadores, tentava deixar o país em um avião particular com destino à Europa, mas foi solto dias depois por decisão judicial.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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