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Mastercard bloqueia cartão de crédito de Moraes e BB oferece Elo para transações nacionais

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O ministro do STF, Alexandre de Moraes • 09/06/2025 – Gustavo Moreno/STF

A Mastercard, empresa americana, bloqueou um cartão de crédito do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em razão das sanções da Lei Magnitsky impostas ao magistrado pelo governo dos Estados Unidos. O Banco do Brasil, instituição em que o ministro tem conta, ofereceu a ele um cartão da bandeira Elo, que é nacional. As informações foram confirmadas pela Coluna do Estadão com pessoas a par do assunto do setor financeiro e do Judiciário.

O uso da bandeira Elo resolveria o problema de uso de cartão de crédito pelo ministro em território brasileiro. Mesmo assim, ele continuaria sem ter como usar o cartão em outro país porque, no exterior o serviço é oferecido em parceria com a operadora Discover, que é americana.

Procurado, o Banco do Brasil disse que não iria comentar. A legislação brasileira determina sigilo bancário e impede que as instituições forneçam qualquer informação sobre relacionamento com os clientes.

Nesta quarta-feira, 20, num evento sobre governança, a presidente do BB, Tarciana Medeiros, afirmou que o banco, obedece a legislação brasileira e regulamentações globais de mais de 20 países onde atua. Também destacou que o banco “segue forte e robusto”.

“É muita falta de responsabilidade quando algum brasileiro vem colocar em xeque a solidez, a segurança e a integridade de uma empresa como o Banco do Brasil”, afirmou. “Que a gente não acredite em fake news. Que a gente não propague mentiras; que a gente combata essas mentiras, como servidores públicos que somos.”

Nesta semana, uma decisão do ministro Flávio Dino que, na prática, permitirá a Moraes recorrer ao próprio STF contra as punições do governo Donald Trump, provocou dúvidas nos bancos brasileiros sobre o que poderia ou não ser feito no relacionamento com Alexandre de Moraes.

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Um dos representantes dos banqueiros afirmou à Coluna que a situação era “inédita, complexa, sensível e insolúvel”. O setor tem características peculiares, porque as relações dos bancos são globais, interligadas com o mundo, comerciais e contratuais.

Para além da preocupação de instituições privadas, como Itaú, Bradesco, BTG, que nesta semana viu suas ações derreterem na Bolsa um dia após a decisão de Dino, um dos interlocutores que conversaram com a Coluna observou que o Banco do Brasil, um banco público de capital aberto, por exemplo, tem operações nos Estados Unidos e que também ficaria numa situação complexa.

A indagação que fez foi a seguinte: “O que o BB faz se for acionado pela lista da Ofac (Office of Foreign Assets Control), órgão do Tesouro dos EUA, determinando prazo para encerrar uma conta? Dirá que está sujeito ao STF?”. A primeira resposta aparece agora com a confirmação de que o BB bloqueou a bandeira americana do cartão de crédito de Moraes na instituição.

 

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Exército e Marinha dos EUA participaram de resgate de piloto no Irã

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Força Delta e SEALs atuaram em operação de dois dias com terreno hostil e perseguição iraniana para salvar piloto do jato F-15E

A elite da Força Delta do Exército e a Equipe SEAL Seis da Marinha dos Estados Unidos estavam entre as centenas de tropas de operações especiais e pessoal militar e de inteligência americano envolvidos no resgate do coronel da Força Aérea dos EUA no Irã, segundo uma fonte informada sobre o resumo executivo da operação de busca e resgate.

O oficial ferido foi finalmente resgatado após dois dias de operações arriscadas, depois que seu F-15E Strike Eagle foi abatido durante uma missão noturna no sudoeste do Irã.

O jato pertencia à 48ª Ala de Caça da Base Aérea Real de Lakenheath, em Suffolk, Inglaterra, disse a fonte.

Altos oficiais descreveram o esforço de resgate como uma das missões de busca e resgate em combate mais desafiadoras devido ao terreno, à perseguição hostil por parte dos iranianos e às complicações pós-resgate.

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Buscas nos escombros continuam horas após míssil atingir prédio em Israel

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Porta-voz do Corpo de Bombeiros afirma que cenário é complexo com quatro pessoas ainda desaparecidas

Equipes de emergência ainda faziam buscas nos escombros por desaparecidos na noite deste domingo (5), horas depois que um míssil um prédio de sete andares em Haifa, Israel.

“Este é um cenário muito complexo, com destruição em larga escala”, disse Ilan Ohana, porta-voz do Corpo de Bombeiros e Resgate do Distrito Costeiro de Israel, à CNN. “O prédio foi severamente danificado como resultado de um impacto direto que atingiu vários apartamentos.”

“Há 4 pessoas sem contato, uma gravemente ferida e sete levemente feridas até o momento. Ainda temos muito trabalho pela frente”, disse Ohana.

Mais cedo, neste domingo, Shevach Rothenshtrych, um paramédico do serviço nacional de emergência de Israel, o Magen David Adom (MDA), disse à CNN que os ocupantes do prédio informaram aos socorristas que “havia vítimas presas sob os escombros nos andares inferiores”.

Rothenshtrych afirmou que os trabalhadores do MDA tiveram que mover “grandes pedaços de concreto com as próprias mãos” após o ataque para resgatar um homem de 82 anos, levando-o a um hospital em uma ambulância pouco depois.

Vídeos e fotos do local mostram uma cena já familiar em Israel após um mês de troca de ataques com o Irã: fumaça subindo no horizonte; veículos de emergência amarelos ao redor do perímetro do desastre; bombeiros se movendo entre concreto destruído e vergalhões retorcidos, enquanto apagam os restos ainda fumegantes do prédio atingido.

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Mãe e padrasto são presos por tortura de bebê e culpam cachorro no RJ

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Investigação em Arraial do Cabo aponta que lesões em criança de 1 ano e 2 meses foram causadas por ação humana, e não por animal filhote como alegado pelos responsáveis

Policiais civis da 132ª DP (Arraial do Cabo) prenderam em flagrante, nesse domingo de Páscoa (5), a mãe e o padrasto de um bebê de 1 ano e 2 meses pelo crime de tortura. A operação contou com o suporte da Guarda Municipal e da Polícia Militar.

A prisão ocorreu após a equipe médica de uma unidade hospitalar da Região dos Lagos identificar múltiplas lesões no corpo da criança e acionar as autoridades.

Investigação desmente versão de ataque animal

Ao darem entrada no hospital, os responsáveis alegaram que os ferimentos da criança haviam sido causados por um ataque de um cachorro filhote.

No entanto, a equipe da Polícia Civil iniciou um trabalho de apuração e oitivas que identificou inconsistências no relato.

Exames periciais e o setor de inteligência da delegacia comprovaram que as marcas eram características de agressões físicas decorrentes de ação humana violenta, e não de um ataque animal.

Com base nas evidências colhidas, a prisão por tortura foi efetuada na unidade policial.

Estado de saúde da criança

A vítima recebeu atendimento médico imediato e teve seu quadro de saúde estabilizado.

Após receber alta hospitalar, a criança foi entregue ao pai biológico, conforme determinação judicial.

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