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Mãe desesperada em Feijó luta na Justiça para recuperar filhos após agressão em momento de desespero
Conselho Tutelar retirou crianças após caso de violência, mas mãe alega arrependimento e pede ajuda; MP já se manifestou a favor da reintegração, mas decisão judicial ainda pendente

O pai das crianças confirma que Luzineuda nunca teve histórico de violência contra os filhos. Foto: captada
Luzineuda Almeida, moradora de uma área de risco no município de Feijó, vive um drama familiar após perder a guarda dos dois filhos. A mulher, que agrediu as crianças em um momento de desespero, agora luta na Justiça para tê-los de volta. O caso expõe falhas no sistema de proteção à infância e gera revolta na comunidade.
Desespero e agressão
Luzineuda contou que, após os filhos desaparecerem em uma região cercada por mata e dominada por facções, ela “perdeu a cabeça”. “Saí como louca procurando, com medo de algo pior. Quando os encontrei, bati neles. Me arrependo, foi um momento de desespero”, desabafou. No dia seguinte, o Conselho Tutelar retirou as crianças da escola sem aviso prévio.
Separação e incerteza
As crianças foram separadas: uma ficou com a avó, e a outra, de apenas 7 anos, foi entregue ao pai, que, segundo a mãe, não tem endereço conhecido pelo Conselho. “Não sei onde meu filho está. O MP já disse que apoia o retorno deles para mim, mas a Justiça não decide”, lamentou.
Pai defende mãe
Em áudio obtido pela reportagem, o pai das crianças afirmou que Luzineuda nunca teve histórico de violência. “Ela não é má mãe, aconteceu no calor do momento. Não concordo que fiquem em abrigo”, disse.
Falta de informações e cobrança
O caso levantou questionamentos sobre a atuação do Conselho Tutelar e a demora da Justiça. Moradores cobram agilidade para que a família seja reunida novamente. Enquanto isso, Luzineuda segue angustiada: “Trabalho dia e noite para sustentá-los. Eles são minha vida”.
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Estado convoca candidatos para inspeção de saúde do Concurso de Aluno Oficial Combatente
O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Administração (Sead) e da Polícia Militar do Estado (PMAC), publicou o Edital nº 067/2026 no Diário Oficial desta sexta-feira, 6, que convoca candidatos aprovados no concurso público para o cargo de Aluno Oficial Combatente para a etapa de inspeção de saúde, de caráter eliminatório.
A convocação segue a ordem de classificação final do certame e a inspeção de saúde tem como finalidade verificar se os candidatos apresentam condições físicas e psíquicas compatíveis com as exigências do Curso de Formação Profissional e com o exercício das atribuições do cargo.
Os exames serão realizados de forma presencial até o dia 23 de fevereiro, no horário das 7h30 às 13h, nos seguintes locais: 6º Batalhão da Polícia Militar, em Cruzeiro do Sul, e Diretoria de Saúde da PMAC, em Rio Branco. Para a avaliação, é obrigatório o comparecimento do candidato munido de documento oficial de identificação com foto, além da apresentação dos exames laboratoriais e toxicológicos atualizados conforme a lista contida em edital.
A inspeção de saúde é uma etapa eliminatória, em que o candidato será considerado apto ou inapto. O não comparecimento, bem como a ausência a qualquer exame ou de documento exigido, poderá resultar na eliminação do concurso.
Mais informações podem ser obtidas com a Polícia Militar do Estado do Acre, pelo telefone (68) 98107-5200, ou com a Sead, pelo e-mail [email protected], no horário das 7h30 às 13h.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Polícia Civil prende mulher foragida da Justiça em Tarauacá
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Tarauacá, cumpriu na tarde da última quinta-feira, dia 5, um mandado de prisão contra uma mulher identificada pelas iniciais E.C.C.S., de 30 anos, que estava foragida da Justiça.

A prisão ocorreu na Rua Manoel Lourenço, em via pública. De acordo com a polícia, a suspeita não ofereceu resistência no momento da abordagem e foi conduzida normalmente até a delegacia.
Segundo as investigações, E.C.C.S. é acusada de ter atentado contra a vida de outra mulher, desferindo golpes de faca. A vítima conseguiu fugir e, graças a isso, sobreviveu ao ataque.
Após a captura, a mulher foi encaminhada para a unidade policial, onde foram realizados os procedimentos de praxe. Ela permanece à disposição da Justiça para responder pelo crime.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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Homem é condenado a 39 anos de prisão por homicídio ocorrido no Calafate
Crime foi marcado por extrema crueldade e motivado por disputa entre facções criminosas; julgamento aconteceu sete anos após o assassinato

Tiago Silva, condenado a 39 anos por execução.
O Tribunal do Júri condenou Tiago Gomes da Silva a 39 anos de prisão pelo assassinato de David Rodrigues da Silva, crime ocorrido em 2018 no Conjunto Laélia Alcântara, região do bairro Calafate, em Rio Branco. A sentença reconheceu os crimes de homicídio triplamente qualificado, além da participação do réu em organização criminosa.
De acordo com a decisão do Conselho de Sentença da 1ª Vara do Tribunal do Júri da capital, o homicídio foi praticado com extrema crueldade. Conforme os autos do processo, a vítima foi atingida por disparos à curta distância e, mesmo gravemente ferida, ainda tentou fugir. No entanto, foi alcançada novamente e executada com um tiro na cabeça, descrito como “tiro de misericórdia”.
O julgamento foi realizado no Fórum Criminal de Rio Branco e concluído na tarde de quinta-feira (5). A dosimetria da pena foi fixada pelo juiz Fábio Costa, que presidiu a sessão do júri.
As investigações apontaram que o crime foi motivado por disputa de território entre facções criminosas que atuavam na região do Calafate. Na noite de 4 de outubro de 2018, David Rodrigues da Silva saiu de casa e seguia de bicicleta pela Rua Flamengo quando foi surpreendido por dois homens em uma motocicleta. O passageiro do veículo efetuou os primeiros disparos pelas costas.
Mesmo ferida, a vítima ainda conseguiu percorrer alguns metros, mas foi novamente alcançada. Tiago Gomes da Silva teria se aproximado e efetuado o disparo fatal antes de fugir com o comparsa. Quando a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou ao local, David já estava sem vida.
Identificado por investigadores da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o acusado foi preso ainda durante a fase investigativa. A condenação ocorreu sete anos e três meses após o crime.


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