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Justiça nega habeas corpus a acusado de participar da Chacina do Taquari, que deixou seis mortos em Rio Branco
José Weverton Nascimento Rosa, o “Raridade”, permanecerá preso preventivamente; defesa alegou excesso de prazo e constrangimento ilegal, mas relator destacou a complexidade do caso.

Em decisão unânime durante julgamento virtual, a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre negou o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de José Weverton Nascimento Rosa, conhecido como “Raridade”. Ele é um dos réus no caso que ficou conhecido como “Chacina do Taquari”, ocorrido em novembro de 2023, em Rio Branco, quando um confronto entre facções criminosas resultou na morte de seis pessoas.
A defesa solicitava a revogação da prisão preventiva, com a aplicação de medidas cautelares diversas, sob o argumento de que Rosa está preso há mais de 240 dias sem julgamento, o que configuraria excesso de prazo e constrangimento ilegal. O recurso também apontava a ausência de reavaliação da prisão durante esse período, o que, segundo os advogados, anteciparia o cumprimento da pena sem condenação.
O relator do habeas corpus, desembargador Francisco Djalma, discordou dos argumentos apresentados pela defesa. Segundo o magistrado, o processo segue em tramitação regular e trata-se de uma investigação complexa, com múltiplos envolvidos e necessidade de produção de provas técnicas, fatores que justificam a manutenção da prisão.
O voto de Djalma foi acompanhado pelos demais desembargadores da Câmara Criminal.
A chacina aconteceu no interior de uma casa no bairro Taquari, onde morreram Adegilson Ferreira da Silva e Valdei das Graças Batista dos Santos, ligados à facção Bonde dos 13, e Luan dos Santos de Oliveira, Luan Batista dos Santos, Tailan Dias da Silva, Sebastião Ytalo Nascimento de Carvalho e Tiago Rodrigues da Silva, apontados como integrantes do Comando Vermelho.
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Colégio desligará 4 alunos acusados de estupro coletivo no Rio

O Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, iniciou o processo de desligamento de quatro alunos acusados de cometer um estupro coletivo contra uma adolescente, de 17 anos, em Copacabana, em janeiro.
Os acusados são João Gabriel Bertho, Vitor Hugo, Bruno Alegretti e Matheus Martins, todos de 18 e 19 anos.
“Não podemos tolerar a barbárie brutal da violência de gênero vivenciada a cada hora em nosso país”, diz a nota do colégio.
A reitoria do colégio e o Campus Humaitá II informou que iniciaram o processo de desligamento com orientação da procuradoria federal. Os quatro alunos foram indiciados pela Polícia Civil, mas ainda não foram localizados, sendo considerados foragidos da Justiça.
Veja a nota do campus dos alunos na íntegra:
Uma publicação partilhada por CPII – Campus Humaitá II (@cp2.humaita2)
O caso
O crime teria ocorrido em 31 de janeiro. A vítima relatou à Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) que foi convidada por mensagem à casa de um amigo, um apartamento em Copacabana.
Ela relatou que, ao chegar ao apartamento, foi convidada a fazer “algo diferente” pelo amigo, e recusou. Após isso, foi violentada e estuprada pelos quatro acusados.
O caso é investigado pela 12ª Delegacia de Polícia do Rio (Copacabana). A PCERJ informou que os acusados responderão pelo crime de estupro, e um adolescente responderá por ato infracional análogo ao mesmo crime.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Homem confessa homicídio em Cruzeiro do Sul e leva polícia ao local onde jogou corpo no igarapé; vítima segue desaparecida
Suspeito se apresentou voluntariamente na madrugada de domingo (1º); buscas pelo corpo de Damião Silva Sales, 36 anos, são dificultadas pela correnteza

Após a confissão, a guarnição policial seguiu com o suspeito até o local indicado, mas não conseguiu localizar o corpo devido ao elevado volume de água e à forte correnteza no igarapé, o que dificultou as buscas.
Um homem de 25 anos foi preso e um caso de homicídio está sendo investigado pela Polícia Civil após ele confessar ter matado e jogado o corpo de outro homem em um igarapé na zona rural de Cruzeiro do Sul neste domingo (1º).
Segundo informações oficiais, A.C.S.P. , de 25 anos, apresentou-se voluntariamente na manhã de domingo por volta das 5h na base da Polícia Militar da Vila Lagoinha, na zona rural do município, alegando ter cometido um homicídio durante a madrugada. Ele disse aos policiais que, por volta das 3h40, teria se envolvido em uma discussão com Damião Silva Sales, conhecido como “Neguinho”, de 36 anos, nas proximidades do Ramal do Caracas, a cerca de 400 metros da entrada da estrada vicinal.
De acordo com o relato do suspeito, os dois estariam consumindo bebidas alcoólicas e substâncias entorpecentes quando discutiram e entraram em confronto físico. Conforme sua versão, a vítima teria retornado à própria residência para pegar um terçado, voltando ao local com a arma branca. O homem então afirmou que conseguiu tirar o objeto da vítima, desferiu um soco contra ela, fazendo-a cair, e, em seguida, asfixiou-a com a camisa que ela carregava antes de lançar o corpo no igarapé.
Após a confissão, a guarnição policial seguiu com o suspeito até o local indicado, mas não conseguiu localizar o corpo devido ao elevado volume de água e à forte correnteza no igarapé, o que dificultou as buscas. Familiares da vítima foram informados sobre o caso quando os policiais se dirigiram à residência de Damião.
Com base nas declarações e diligências preliminares, a Polícia Militar deu voz de prisão ao suspeito e o conduziu à Delegacia de Polícia Civil do Acre com todos os seus direitos preservados e sem sinais de lesões aparentes. O Corpo de Bombeiros foi acionado para reforçar as buscas, mas até o momento não houve confirmação oficial da localização do corpo.
O caso segue sob investigação pela Polícia Civil, que deve apurar a dinâmica real dos fatos e as circunstâncias que levaram ao crime.

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