A Câmara Criminal manteve a condenação de 270 anos de prisão para os envolvidos na morte do sargento Marcos Roberto Araújo do Nascimento.

O policial militar, que fazia a segurança de um empresário, foi assassinado em dezembro de 2014, em Cruzeiro do Sul.

Seis anos depois do crime, a defesa dos réus, recorreu da sentença ao Tribunal de Justiça do Estado.

Na apelação criminal os advogados alegaram que as provas obtidas durante a investigação foram mediante a tortura e que o colegiado de juízes não era competente para julgar o processo.

Mas o recurso foi negado por unanimidade pelos desembargadores. De acordo com o relator do processo a alegação de que houve tortura para a confissão dos acusados, não foi comprovada durante a instrução do processo.

A quadrilha foi condenada pelos crimes de latrocínio contra o sargento Marcos Roberto e tentativa de latrocínio contra o empresário João Garapá.

Com a decisão as penas de Michael Douglas Vieira Pinheiro de 47 anos, 1 mês e 10 dias, José Valdenes Viana da Silva de 48 anos, 7 meses e 10 dias, João Vitor Ferreira da Silva de 50 anos, 9 meses e 10 dia, Eurico Mendes Nascimento, sentenciado há 50 anos, Sérgio Oliveira Franco condenado há 50 anos, e Francisco Altemir da Silva de 29 anos 3 meses e 10 dias, foram mantidas na integra.

Na época os criminosos roubaram R$ 80,000. Parte da quadrilha foi presa em Rio Branco. Os então acusados foram condenados em 2015.

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