Homem de bermuda teria testado positivo para covid-19 e deveria estar em isolamento – Foto/captura

Um vídeo gravado pelo programa Polícia 190, produzido pelo jornalista Eduardo Haddad, onde divulga o trabalho da Polícia Militar do Acre, mostrando os perigos que os militares estão expostos, não só o de serem feridos por armas dos bandidos, como outros tipos.

No episódio número 55, gravado recentemente na cidade de Brasiléia, localizada na fronteira do Acre e distante cerca de 240 quilômetros da capital, mostra o trabalho de abordagem à pessoas e veículos pelas ruas e um em especial chamou atenção.

O carro modelo Toyota/Corolla foi abordado no bairro Leonardo Barbosa com dois homens no seu interior. O sargento Nery que comandava os trabalhos de rotina da viatura,  descobriu que o motorista (não identificado) estaria em visível estado de embriagues alcóolica, não portava documentos do veículo e que havia pendências suficientes para que fosse apreendido.

Homem estava sem documentos, portando uma faca e circulava pelas ruas contaminado.

Os dois estavam circulando pela cidade sem a máscara de proteção no rosto dentro do veículo. Uma faca foi encontrada dentro, que seria do passageiro que não portava documentos e não soube explica direito, o porquê de estar com ela.

Com o desenrolar da abordagem, foi descoberto que o mesmo estaria em liberdade provisória e tem que se apresentar regularmente para a Justiça e assinar o livro. Ao verificarem no sistema sobre seu caso, descobriram que o mesmo tem uma certidão comprovando que testou positivo para o vírus covid-19 na Capital e resolveu se deslocar para o interior.

O mesmo devia estar em isolamento, mas, resolveu que deveria estar circulando pelas ruas da cidade disseminando o vírus, inclusive indo até agência bancária para sacar o auxilio e fazendo visitas. O motorista foi detido por estar alcoolizado e o veículo levado ao pátio do Detran por estar irregular.

O homem que deveria estar em isolamento, poderá responder por crime contra a saúde pública, podendo ser preso até um ano além de pagar multa. Também pode ser condenado a quatro anos se comprovado que teve intenção de propagar o vírus seguido de morte de outrem, previsto no Artigo 268 do Código Penal Brasileiro.

Veja vídeo.

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