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Justiça aumenta condenação de policial penal que tinha cartão de memória com nomes de detentos

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Genildo Gabriel da Silva foi sentenciado a 11 anos e sete meses de prisão por corrupção passiva e integrar organização criminosa em dezembro de 2021. Junto a ele, também foi condenado Francisco Jeferson Gomes de Morais.

Câmara Criminal decidiu que circunstâncias do crime justificam acréscimo à pena. Foto: Reprodução

A Justiça do Acre aumentou para 13 anos de reclusão a condenação do policial penal Genildo Gabriel da Silva, pelos crimes de corrupção passiva e integrar organização criminosa em dezembro de 2021. A decisão da Câmara Criminal foi unânime para o aumento da pena.

A nova sentença foi publicada no Diário da Justiça na última terça-feira (2) e a decisão ainda cabe recurso. Anteriormente, Silva havia sido sentenciado a 11 anos e sete meses de prisão.

A reportagem procurou a assessoria de comunicação do advogado Luiz Carlos Souza Vasconcelos Júnior, responsável pela defesa de Silva, informou que o defensor entrará com recurso

“A defesa não vai descansar enquanto houver oportunidade de recurso. Vamos até o final para dar ao nosso cliente todas as chances que a legislação garante”, informou.

O parecer atende uma apelação do Ministério Público e considera que as circunstâncias do crime preenchem os requisitos legais para o acréscimo de pena.

“Justifica-se o reconhecimento das causas de aumento previstas no art. 2.º, § 2.º e § 4.º, inciso I, da Lei nº 12.850/2013, quando se mostram incontroversos os fatos de que a organização criminosa se utiliza de armas de fogo para o exercício da atividade ilícita e igualmente se vale da participação de crianças e adolescentes”, afirma a decisão.

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Homem que matou namorada em Rio Branco é condenado a quase 30 anos de prisão

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O juiz Danniel Bomfim decretou a prisão preventiva de Rodrigues, que foi formalmente indiciado por feminicídio. Durante a audiência, o promotor Teotônio Rodrigues destacou que o crime foi impulsionado por um ciúme excessivo e comportamento agressivo de Rodrigues

A pena foi estabelecida sem possibilidade de recurso em liberdade, sublinhando a gravidade da acusação e a busca por justiça para Luzia Costa da Silva. Foto: montagem/cedida

O assassino David de Oliveira Rodrigues foi condenado a uma pena superior a 28 anos de prisão pelo assassinato de sua namorada, Luzia Costa da Silva, ocorrido no início deste ano. O julgamento, realizado na quarta-feira, 24, na 2ª Vara do Tribunal do Júri e na Auditoria Militar, resultou em uma sentença de regime fechado para Rodrigues.

O crime, que chocou a comunidade local, ocorreu no bairro Conquista. Luzia foi encontrada morta em sua cama, com evidências claras de asfixia e sinais de violência física. Rodrigues, inicialmente, informou aos parentes de Luzia que ela havia sofrido um mal súbito, mas sua versão foi contestada durante o julgamento. Ele alegou não se recordar dos eventos do dia 1º de janeiro, data da morte de Luzia.

Em 5 de janeiro, o juiz Danniel Bomfim decretou a prisão preventiva de Rodrigues, que foi formalmente indiciado por feminicídio. Durante a audiência, o promotor Teotônio Rodrigues destacou que o crime foi impulsionado por um ciúme excessivo e comportamento agressivo de Rodrigues, que já havia sido relatado em episódios anteriores de sua vida pessoal.

A argumentação do Ministério Público, fundamentada em depoimentos e provas, foi acatada pelo conselho de sentença. A pena foi estabelecida sem possibilidade de recurso em liberdade, sublinhando a gravidade da acusação e a busca por justiça para Luzia Costa da Silva.

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Duas armas de fogo e munições são apreendidas no bairro Taquari

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Duas armas de fogo foram apreendidas no Taquari na tarde de quarta-feira, 24, por militares do 2° Batalhão, durante a ação dois envolvidos foram conduzidos um homem foi preso e um menor apreendido.

Uma guarnição fazia patrulhamento no bairro quando recebeu informações de outra equipe policial de que dois indivíduos poderiam estar portando armas de fogo, e indicaram o endereço, os militares fizeram o deslocamento até o local, de longe a guarnição avistou os dois suspeitos que ainda tentaram se evadir, correndo para um terreno baldio tentando se esconder, mas foram abordados, após consulta nominal foi descoberto que um dos indivíduos era menor, com eles foram encontradas as duas armas de fogo (uma submetralhadora e um armamento adaptado para uso de calibre.22).

Os militares encaminharam os envolvidos à Delegacia de Flagrantes (DEFLA) para que fossem tomadas as medidas cabíveis.

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Polícia Penal do Acre dá instruções em curso de formação de cabo do Exército Brasileiro

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Os 29 alunos aspirantes a cabo receberam instruções em instrumento de menor potencial ofensivo, atendimento pré-hospitalar (APH) em combate, noções de operações com cães e segurança penitenciária.

Polícia Penal dá instruções em curso de cabo do Exército Brasileiro. Foto: Antonio Moura/Iapen.

As forças especializadas da Polícia Penal ministraram um módulo do curso de formação de cabo do Exército Brasileiro do 7º Batalhão de Engenharia e Construção Barão do Rio Branco. Participaram como instrutores os policiais da Divisão Penitenciária de Operações Especiais (DPOE), Divisão do Serviço de Operações e Escolta (DSOE) e Divisão de Operações com Cães (DOC). O curso teve duração de três dias. Iniciou no dia 19, sexta-feira, continuou na segunda-feira, 22, e finalizou na terça-feira, 23.

O aluno de Formação de Cabo do Exército Brasileiro, Richard Rodrigues, explica que achou muito importante todas as instruções que recebeu, mas a que mais lhe chamou a atenção foi a de atendimento pré-hospitalar (APH) em combate: “Um ponto também muito importante que eu achei na instrução foi o uso de torniquete, porque, até então, na minha vida, eu nunca tinha tido a experiência de aprender como utilizar um torniquete. E foi aqui que eu aprendi como transportar um ferido, muito importante para minha vida militar e também para minha vida pessoal, em caso de algum acidente”.

Alunos aspirantes a cabo recebem instruções de forças especializadas da Polícia Penal. Foto: Antonio Moura/Iapen.

O chefe do Departamento de Operações Penitenciárias, Caio Borges Vilela, explica como funciona essa parceria: “A instrução para o curso de formação de cabos do 7º Batalhão de Engenharia e Construção Barão do Rio Branco, o 7º BEC, é uma parceria que existe já desde 2018. São 29 alunos buscando esse conhecimento. E é de grande valia para o sistema, porque o objetivo da instrução é prepará-los caso seja preciso instalar a GLO, a Garantia da Lei e da Ordem, que é quando o Exército toma de conta de algumas ações no estado. Então, essa parceria é importante, para que se acontecer algo dessa forma, eles estejam preparados para atuar dentro dos presídios e nos auxiliar aí nessa missão”.

Polícia Penal dá instrução para aspirantes a Cabo do 7º Batalhão de Engenharia e Construção Barão do Rio Branco. Foto: Antonio Moura/Iapen.

Nos três dias de curso, os 29 alunos aspirantes a cabo receberam instruções em instrumento de menor potencial ofensivo, atendimento pré-hospitalar (APH) em combate, noções de operações com cães e segurança penitenciária.

Instrução da Polícia Penal para aspirantes a cabo do Exército Brasileiro. Foto: Lucas Manoel/Iapen.

O chefe da Divisão de Operações com Cães (DOC), James dos Santos, instruiu os aspirantes sobre o uso dos cães em operações: “A gente está passando para eles um pouco da dinâmica que a Divisão de Operações com cães trabalha dentro das unidades prisionais, o emprego dos cães dentro desse corredor de segurança”.

Curso de Formação de Cabo do Exército Brasileiro, com instrução da Polícia Penal. Foto: Antonio Moura/Iapen.

O chefe da Divisão Penitenciária de Operações Especiais (DPOE), William Monteiro da Silva, um dos instrutores do curso, falou sobre as atividades que foram realizadas durante sua aula com os alunos: “Hoje estamos com o CFC, Curso de Formação de Cabos. Passamos o dia aplicando e mostrando, ensinando várias técnicas de revista, buscas pessoais, mostrando as diversas estruturas dos pavilhões que as nossas unidades dispõem. Esse treinamento é de essencial importância, pois futuramente podemos estar atuando junto com eles, como já aconteceu em 2019 na GLO”.

O coordenador de Operações e Treinamento do DSOE, Wendel Silva, e instrutor de APH falou sobre os procedimentos ensinados no curso de formação: “Nós estamos aqui com os guerreiros do curso de cabo do Exército e estamos passando para eles algumas técnicas de aplicação de torniquete e apresentando também o plano de evacuação. Esses dois protocolos que estamos passando para eles podem ser usados tanto na vida operacional, na vida laboral, como também na vida particular. É um conhecimento de suma importância que estamos repassando ao Exército Brasileiro”.

Instrução de APH durante curso de formação de cabo do Exército Brasileiro. Foto: Lucas Manoel/Iapen.

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