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Juiz acata denuncia do MPAC e determina prisão de vereador por quebrar medida protetiva contra ex-mulher

Vereador Rogério Pontes (PROS), foi preso na manhã deste sábado (22) e poderá ser transferido para o presídio na Capital – foto: Alexandre Lima/Arquivo
O delegado de Polícia Civil Erick Maciel, que está no plantão da delegacia de Brasiléia neste final de semana, cumpriu na manhã deste sábado, dia 22, o mandado de prisão em desfavor do vereador Rogério Pontes (PROS), por quebrar mais uma medida protetiva contra sua esposa, Yuna Gagarin.
Rogério Pontes deveria manter distancia da casa e ex-companheira ao menos por 500 metros, além de usar uma tornozeleira eletrônica, pelo motivo de agressões e ameaças, desde o mês de agosto passado.
O vereador não poderia ter contato de qualquer forma nem com parentes por quaisquer meios, afim de preservar a integridade física da ex-companheira. Também foi determinado o pagamento de uma fiança, da última vez, no valor de cinco mil reais para que fosse liberado.
Segundo o delegado, o Ministério Público do Acre foi acionado devido novas incidências por parte do edil, que pediu sua prisão junto à Comarca do Município. O Juiz de Direito, Doutor Clovis Lodi, acatou e emitiu o mandado de prisão preventiva, sendo cumprido na manhã deste sábado (22).
Sobre supostas agressões contra a ex-esposa e filhos, nada foi confirmado, a não ser ameaças e perseguições, motivos esses que levou a quebra da medida protetiva, resultando em sua prisão.
Disse ainda que Rogério poderá ser transferido para o presídio estadual Francisco de Oliveira Conde a qualquer momento, onde cumprirá a medida protetiva, pois, está aguardando o veículo para realizar sua transferência para a Capital.
Com esse agravante, Rogério poderá até perder seu mandato caso a Câmara de Brasiléia cumpra o Regimento Interno.
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COMUNICADO IMPORTANTE – TRANS ACREANA
COMUNICADO – ALTERAÇÃO DE HORÁRIOS
A Trans Acreana informa que, devido aos recentes aumentos no preço do combustível, impactados também por fatores e oscilações do cenário internacional, serão realizados ajustes operacionais em algumas linhas.
A partir do dia 18 de março, passam a vigorar os seguintes horários:
Rio Branco x Bujari
06:00 • 07:00 • 09:30 • 11:30 • 13:50 • 17:30 • 19:30
Bujari x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:00 • 10:40 • 12:50 • 15:40 • 18:30
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Rio Branco x Senador Guiomard
06:00 • 07:00 • 09:30 • 12:00 • 14:10 • 17:30 • 19:30
Senador Guiomard x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:30 • 11:00 • 13:10 • 16:00 • 18:30
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Rio Branco x Porto Acre
08:00 • 18:30
Porto Acre x Rio Branco
06:00 • 17:00
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Cruzeiro do Sul x Mâncio Lima
08:00 • 11:30 • 14:30 • 17:00
Mâncio Lima x Cruzeiro do Sul
05:30 • 09:00 • 13:30 • 16:00
As alterações visam manter a continuidade dos serviços e o atendimento aos passageiros.
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MPAC apura irregularidades no Fundo da Criança e do Adolescente em Epitaciolândia
Procedimento acompanha falhas na gestão e busca garantir regularização e aplicação correta de recursos destinados à infância
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Governo do Acre confirma caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia
Paciente suspeito já era alvo de especulações; autoridades de saúde iniciam monitoramento e rastreamento de contatos
O Governo do Acre confirmou, na manhã desta terça-feira (17), um caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia. A informação foi divulgada por meio de comunicado oficial da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), após dias de especulações nas cidades acreanas e em Cobija, no lado boliviano.
Inicialmente, havia informações desencontradas sobre o paciente, incluindo a possibilidade de se tratar de um acadêmico de medicina. Também circulavam rumores de que o caso estaria sendo acompanhado fora do Brasil, o que gerou incertezas entre moradores da região.
A Mpox é uma doença viral, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, transmitida principalmente por meio do contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou materiais contaminados de pessoas infectadas.
Entre os principais sintomas estão erupções cutâneas, febre, ínguas, dores no corpo e sensação de fraqueza. O quadro clínico costuma durar entre duas e quatro semanas, e o tratamento é voltado para o alívio dos sintomas.
Após a confirmação, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nacional e o CIEVS de Fronteira foram acionados para dar início aos protocolos de monitoramento. Autoridades sanitárias de São Paulo e de Cobija também foram comunicadas para auxiliar no rastreamento de possíveis contatos.
A Sesacre informou que equipes da Vigilância Epidemiológica, do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e de outros órgãos foram mobilizadas para acompanhar o caso e aplicar as medidas previstas pelo Ministério da Saúde, incluindo o monitoramento e orientação de pessoas que tiveram contato com o paciente.
Segundo dados atualizados, o Brasil segue monitorando casos da doença em 2026, com maior concentração no estado de São Paulo, sem registro de óbitos até o momento.




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