Cotidiano
INSS anuncia concurso com 7,5 mil vagas
O INSS já pediu ao Ministério da Economia a abertura de concurso para 2022, medida que está contemplada no projeto de Lei Orçamentária

Assessoria
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) gasta R$ 96 milhões por ano com salários de militares e aposentados, na tentativa de tentar reduzir a fila de espera de pedidos de benefícios. Desse total, apenas o pessoal da caserna (859 reformados) recebe R$ 40 milhões anuais para o serviço de atendimento. O restante é dividido entre 1.043 aposentados de outros órgãos e 442 inativos do próprio INSS, informou o presidente do Instituto, Leonardo Rolim. “O custo médio dos temporários é mais baixo que qualquer outra situação”, justificou. O INSS já pediu ao Ministério da Economia a abertura de concurso para 7,5 mil vagas em 2022.
“O concurso é fundamental. Mas demora um pouco, tem custo e é preciso aprovação na Lei Orçamentária Anual (LOA). Enquanto isso, a expectativa de aposentadorias subiu, por isso precisamos da contratação de temporários”, informou o presidente do INSS. Agora, o pedido de concurso foi atendido. O Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) de 2022, enviado pelo governo ao Congresso, autoriza certames em agências reguladoras, Ministério da Educação, Receita Federal, Controladoria Geral da União (CGU) e Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
A previsão é de 7.545 vagas de níveis médio e superior no INSS. Do total, 1.571 serão para analista do seguro social (nível superior), com salário inicial de R$ 8.357,07, e 6.004 para técnico do seguro social (nível médio), com salário inicial de R$ 5.447,78.
Os aprovados deverão atuar nas áreas de análise de reconhecimento de direito RGPS (2.938 vagas), combate à fraude (734), apoio ao reconhecimento de direito (216), atendimento de demandas judiciais (40), cobrança administrativa (34), reconhecimento de direito RPPS (46), e suprirão a recomposição do quadro de aposentados até 2023 (1.996).
A quantidade total de vagas para o funcionalismo federal, no entanto, ficou confusa, quando foi anunciada, na última sexta-feira. De acordo com o secretário de Orçamento Federal, Ariosto Culau, estavam autorizadas 41,7 mil. Mas especialistas em concurso público garantiam que a previsão era de 73.640 vagas: 69.543 para aprovados em concurso (válidos ou novos dos Poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, MPU e DPU) e 4.097 a serem criadas para cargos de apoio. Por meio de nota, o Ministério da Economia informou que o “quantitativo total é de 66,7 mil”.
Esses 66,7 mil incluem cargos efetivos e em comissão, função comissionada e gratificações de livre provimento, de civis e militares do Executivo federal, incluindo as polícias civil e militar e o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, com os recursos do Fundo Constitucional (FCDF)”. “Estima-se que, desse total, 41,7 mil vagas sejam de concursos para servidores civis e carreiras do FCDF mencionadas. As demais são direcionadas aos cargos, postos e graduação, efetivos e temporários, das Forças Armadas (11,6 mil) e ao anteprojeto de Lei que cria os cargos comissionados de militares (CCM) e as gratificações de militares fora da força (GMFF — 1,1 mil)”.
No INSS, o gargalo que afeta a vida do segurado está na escassa mão de obra na análise dos processos que se amontoam a cada dia, principalmente na pandemia. “São cerca de 30 mil requerimentos todo mês. E somente em dezembro de 2020, conseguimos servidores para análise. Houve, então, um aumento de 22% na capacidade de produção”, reforçou Rolim. Mesmo a demanda por analistas de requerimentos vem caindo, diz o presidente da autarquia, já que, com o avanço da tecnologia, “cerca de 16% da análise não passa pelo servidor”.
Foi também a digitalização que permitiu identificar a “fila escondida”, que, até 2019, se concentrava no atendimento, época em que as pessoas esperavam meses por um agendamento. Apesar da reclamação de vários analistas, que apontam graves erros nas medidas tomadas pelo INSS, Leonardo Rolim lembrou que, de agosto de 2019 a junho de 2020, a fila de processos caiu com a chegada dos militares e aposentados. Voltou a crescer, de julho a dezembro do ano passado, por vários fatores.
“A Medida Provisória (MP/905/20), que instituía bônus por produtividade para os servidores não foi aprovada pelo Senado. E veio a pandemia e o fechamento de agências”, explicou. Somente em setembro de 2020, começou a reabertura parcial. Das cercas de 1.550 agências, 200 ainda não estão funcionando. “Quando as agências abriram, muitos beneficiários que tinham requerimentos com exigências compareceram. Aí, a média (pedidos) de pensão, por exemplo, cresceu. Não porque houve problema no INSS”, destacou Rolim.
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Galvez bate o Vasco e garante vaga na semifinal do Estadual
O Galvez bateu o Vasco por 5 a 2 neste sábado, 28, no Tonicão, e assumiu a vice-liderança da fase de classificação do Campeonato Estadual Sicredi com 13 pontos e ainda garantiu uma vaga na semifinal da competição. Marcelinho(2), Rato, Daniego e Lukinhas marcaram os gols do Imperador enquanto Leozinho e Jean anotaram para o Vasco.
Vitória merecida
O Galvez pressionou o Vasco desde o início e foi para o intervalo vencendo por 3 a 0. Na segunda etapa, o Galvez baixou as suas linhas e o Vasco esboçou uma reação. O Imperador aproveitou duas chances no fim da partida e garantiu o triunfo.
Vasco eliminado
A derrota acaba com as chances do Vasco disputar o título do Estadual de 2026. A equipe vascaína vai precisar vencer o São Francisco na última rodada para se livrar do rebaixamento.
Leozinho artilheiro
Com o gol marcado neste sábado, o meia Leozinho, do Vasco, chegou aos 6 e mantém a liderança da artilharia do Estadual.
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11ª Copinha Arasuper terá rodada decisiva no ginásio do Sesc
A 11ª Copinha Arasuper de Futsal terá uma rodada decisiva neste domingo, 1º de março, a partir das 8 horas, no ginásio do Sesc. As partidas podem decidir mais classificados nas três categorias Sub-10, 12 e 14 para a segunda fase e isso aumenta as disputas.
“Estamos chegando na sexta rodada e quem quiser continuar com chances de classificação precisa ganhar”, declarou o coordenador da Copinha, Auzemir Martins.
Partidas do Sub-14
Conquista x Santinha
Escola Galvez x Amigos Solidários
Flamenguinho x Botafogo
Meninos de Ouro x PSC
Sub-12
Conquista x Cruz Azul
Escola Galvez x CT Furacão do Norte
Santinha x Camisa 11
Flamenguinho x Barcelona
Sub-10
Santinha x Furacão do Norte B
Furacão do Norte A x Rei Artur
Arena Urubu x Boleiros Mirim
Xavier Maia x Flamenguinho
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Após cair em pesquisas, veja estratégias de Lula para melhorar imagem

Pesquisas de opinião divulgadas nesta semana acenderam um alerta no entorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre os desafios que o petista enfrentará na busca pela reeleição em outubro. Levantamentos da Paraná Pesquisas e da AtlasIntel apontaram o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), numericamente à frente do atual titular do Executivo em simulações para o segundo turno.
As sondagens consolidaram um movimento que vinha se desenhando em levantamentos anteriores nos quais o candidato bolsonarista demonstrava ganhar fôlego. Diante do cenário, aliados do presidente preparam uma reação. Dirigentes petistas defendem uma ofensiva para desgastar Flávio, ao mesmo tempo em que apostam na pauta positiva para impulsionar a popularidade de Lula.
A estratégia foi defendida publicamente pelo presidente do PT, Edinho Silva, durante a reunião da Construindo Um Novo Brasil (CNB), corrente majoritária petista, nessa sexta-feira (27/2). O político reconheceu a dificuldade da sigla em dialogar com a sociedade brasileira, o que favorece o crescimento do adversário.
“O Flávio Bolsonaro vira o catalisador de um sentimento antissistema e ele rapidamente organiza a base política da direita, da ultradireita e dos fascistas no Brasil”, avaliou Edinho. “E rapidamente, o que mostra um grau de organização que talvez a gente não tenha enfrentado até hoje em uma eleição presidencial, ele tem uma ofensiva jurídica e de redes sociais que nós nunca enfrentamos”, afirmou.
Aliados do presidente defendem uma forte campanha para enfraquecer Flávio. O objetivo seria mostrar conexões com o Centrão, com a milícia do Rio de Janeiro e resgatar escândalos em que ele esteve envolvido, como o caso das “rachadinhas” no período em que foi deputado estadual. A ideia inclui mobilização da militância nas ruas e nas redes sociais.
Pesquisas
- Levantamentos divulgados na última semana apontam o crescimento do senador Flávio Bolsonaro na corrida ao Palácio do Planalto.
- De acordo com o Instituto Paraná Pesquisas, Flávio aparece numericamente à frente de Lula no 2º turno, com 44,4% contra 43,8% de Lula. O resultado representa um empate dentro da margem de erro.
- Já a AtlasIntel/Bloomberg, divulgada na quarta-feira (25/2), indica o filho “01” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) com 46,3% ante 46,2% do petista.
- A Atlas também mostrou que Lula e Flávio lideram a rejeição do eleitorado. Segundo o levantamento, 48,2% dizem não votar no atual presidente “de jeito nenhum”. Enquanto 46,4% afirmam o mesmo do senador.
Pauta positiva
Auxiliares também apostam em fomentar a pauta positiva com o objetivo de recuperar a popularidade do presidente antes da eleição. Entre as medidas apontadas como prioritárias estão a aprovação do fim da escala 6×1, a proposta de tarifa zero no transporte público e a isenção do Imposto de Renda (IR) para quem recebe até R$ 5 mil.
Esta última, entrou em vigor em 1º de janeiro, mas ainda não tem demonstrado impacto na avaliação do governo. Para o secretário de Comunicação do Partido dos Trabalhadores, Éden Valadares, a medida deve começar a surtir efeito nas pesquisas a partir dos próximos meses.
“Nossa sensação é a de que o trabalhador, a trabalhadora, a classe média, de 2 a 5 salários, maior beneficiada com a isenção, está financeiramente arrochada com festas de fim de ano, Carnaval, férias, matrícula e material escolar, IPTU, IPVA, correação do plano de saúde. Talvez os efeitos do Imposto de Renda zero sejam sentidos a partir de março ou abril”, avalia.
Outra medida que entrou no radar de Lula recentemente é a proposta de criação de um “SUS do Transporte Público”. A iniciativa busca recompor o financiamento do setor de mobilidade para viabilizar a gratuidade universal do serviço.
O PT pretende incluir a ideia no plano de governo para a campanha eleitoral deste ano. O Ministério da Fazenda estuda a viabilidade de implementação da tarifa zero.
Além disso, outra proposta popular que deve avançar nos próximos dias é o fim da escala 6×1 — em que se trabalha seis dias e descanso um — encampada pelo governo e que ganhou apoio do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). Em entrevista ao Metrópoles, na coluna Igor Gadelha, o parlamentar afirmou que deve levar a matéria à votação no plenário em meados de maio.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL



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