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Ibama embarga mais de 600 hectares por desmatamento ilegal no sul do Amazonas, cidades vizinhas ao Acre

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Áreas degradadas em Boca do Acre e Lábrea foram identificadas via satélite; fiscais não encontraram responsáveis pelas queimadas

Juntas, as áreas somam mais de 600 hectares de floresta devastada, com destaque para um polígono de 313,6 hectares em Boca do Acre. Foto: ilustrativa 

A Superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, no Amazonas, embargou seis áreas atingidas pelo desmatamento ilegal nos municípios de Boca do Acre e Lábrea, na fronteira com o estado do Acre.

O Ibama no Amazonas embargou seis áreas com indícios de desmatamento ilegal nos municípios de Boca do Acre e Lábrea, na fronteira com o Acre. Juntas, as áreas somam mais de 600 hectares de floresta devastada, com destaque para um polígono de 313,6 hectares em Boca do Acre – o maior dos lotes interditados, situado a 1026 quilômetros de Manaus.

Detalhes da operação
  • Técnica de identificação: Imagens de satélite revelaram os cortes rasos e queimadas

  • Fiscalização: Agentes confirmaram os danos in loco, mas não localizaram os responsáveis

  • Restrições: Proibição total de atividades econômicas, exceto agricultura familiar de subsistência

Áreas embargadas
  1. Boca do Acre – 73,976 hectares

  2. Boca do Acre – 19,697 hectares

  3. Boca do Acre – 40,514 hectares

  4. Boca do Acre – 313,644 hectares (maior área)

  5. Boca do Acre – 142,816 hectares

  6. Lábrea – 28,1265 hectares

“O embargo impede qualquer exploração comercial até a regularização ambiental”, afirmou o superintendente do Ibama-AM, Joel Bentes Araújo Filho. Os mapas detalhados estão disponíveis no site do órgão.

As imagens do desmatamento foram geradas via satélite e as áreas vistoriadas durantes ação de fiscalização com lavratura de Termo de Embargo, porém não foram identificados os responsáveis pelo desmate ou queimada.

“O agente fiscal embargará quaisquer obras ou atividades nelas localizadas ou desenvolvidas, exceto as atividades de subsistência familiar”, afirma o edital assinado pelo superintendente Joel Bentes Araújo Filho.

As imagens do desmatamento foram geradas via satélite e as áreas vistoriadas durantes ação de fiscalização com lavratura de Termo de Embargo. Foto: captada 

Os mapas contendo os polígonos georeferenciados das áreas embargadas estão disponibilizados no site do IBAMA(www.ibama.gov.br). Fica assegurado o direito de vistas dos respectivos processos, ao interessado na Superintendência Estadual do IBAMA no Amazonas, com sede na Rua: Ministro João Gonçalves de Souza, s/nº – KM 01- BR 319 – Distrito Industrial – CEP 69075-830, Manaus/AM telefone 3878-7126, nos horários de 08:00h às 12:00 e de 13:00h às 17:00h.

Legislação

Segundo a Lei de Crimes Ambientais (nº 9.605/1998), provocar incêndio em floresta ou em demais formas de vegetação acarreta reclusão de dois a quatro anos e multa. Além disso, o artigo 58 do decreto nº 6.514/2008 declara que fazer uso de fogo em áreas agropastoris sem autorização do órgão competente ou em desacordo com a obtida e/ou provocar incêndio em floresta ou qualquer forma de vegetação nativa gera multa de R$3 a R$10 mil por hectare ou fração.

Em julho de 2024, foi sancionada a Lei nº 14.944/2024 que institui a Política Nacional do Manejo Integrado do Fogo e estabelece regras para o uso do fogo em áreas rurais, com o objetivo de equilibrar a preservação ambiental.

As áreas embargas são as seguintes: Boca do Acre (73,976 ha.); Boca do Acre (19,697 ha); Boca do Acre (40,514 ha); (313,644 HÁ); Boca do Acre (142,816 ha); e Lábrea (28,1265 ha). Foto: captada 

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Em crise, Correios colocam imóveis à venda e esperam arrecadar até R$ 1,5 bilhão

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
correios setor bancario norte

Os Correios iniciaram uma nova etapa do plano de reestruturação com o lançamento de um processo de alienação de imóveis próprios em diferentes regiões do país. A iniciativa prevê a venda de ativos considerados ociosos e pode gerar até R$ 1,5 bilhão em receitas até dezembro, segundo a estatal.

Os primeiros leilões estão programados para os dias 12 e 26 de fevereiro, e terão oferta inicial de 21 imóveis. Os certames serão realizados de forma totalmente digital e estarão abertos à participação de pessoas físicas e jurídicas.

A medida integra um conjunto de ações voltadas à reorganização financeira da empresa, com foco na redução de custos fixos e na retomada da capacidade de investimento.

De acordo com os Correios, os recursos obtidos com a venda dos imóveis deverão ser direcionados ao fortalecimento das operações logísticas, à modernização da infraestrutura e à sustentabilidade financeira de longo prazo da estatal.

A empresa afirma que as alienações não terão impacto na prestação dos serviços à população.

Imóveis em diferentes estados

Nesta primeira fase, o portfólio inclui imóveis localizados em estados, como Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo.

Entre os ativos ofertados, estão prédios administrativos, antigos complexos operacionais, terrenos, galpões, lojas e apartamentos funcionais.

Os valores iniciais variam de cerca de R$ 19 mil a R$ 11 milhões, o que, segundo a empresa, amplia o alcance dos leilões para investidores de diferentes perfis. Outros imóveis classificados como ociosos ainda estão em fase de preparação para futuras etapas de venda.

Reequilíbrio financeiro

A alienação de ativos integra o plano mais amplo de reestruturação dos Correios, que prevê ações de curto, médio e longo prazos para melhorar a eficiência operacional e restabelecer o equilíbrio econômico-financeiro da empresa. A estratégia inclui revisão de estruturas, otimização de custos e iniciativas voltadas à modernização das operações logísticas.

A estatal busca, com essas medidas, adaptar sua estrutura ao cenário atual do setor postal e logístico, marcado pela queda do volume de correspondências tradicionais e pelo crescimento das encomendas impulsionadas pelo comércio eletrônico.

Nesse contexto, a venda de ativos considerados subutilizados é vista como forma de liberar recursos para áreas estratégicas e aumentar a competitividade da empresa.

Os editais, a descrição dos imóveis e o cronograma dos leilões estão disponíveis nos canais oficiais dos Correios e da leiloeira responsável pelos certames. A expectativa da empresa é que novas rodadas de alienação ocorram ao longo do ano, conforme os ativos forem preparados para venda.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Governo federal libera R$ 363 mil ao Acre para compra de medicamentos de alto custo do SUS

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Recursos serão destinados a tratamentos de doenças crônicas, raras ou de alta complexidade; repasse segue produção ambulatorial registrada pelo estado

Em nível nacional, a portaria prevê a transferência de R$ 575,5 milhões para estados e o Distrito Federal, com média mensal de R$ 191,8 milhões, reforçando o custeio da assistência farmacêutica especializada em todo o país. Foto: captada 

O Ministério da Saúde autorizou o repasse de R$ 363.177,24 ao Acre para financiar a aquisição de medicamentos de alto custo do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica do SUS. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (6) e prevê o pagamento integral no primeiro trimestre de 2026, referente aos meses de janeiro, fevereiro e março.

O valor corresponde à média mensal aprovada com base nos dados registrados pelo estado nos meses de setembro, outubro e novembro de 2025 no Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS). O Acre não recebeu ajustes adicionais e terá acesso ao montante total para custear medicamentos do Grupo 06, Subgrupo 04 da tabela do SUS, voltados principalmente ao tratamento de doenças crônicas, raras e de maior complexidade.

Nacionalmente, a portaria prevê a transferência de R$ 575,5 milhões para estados e o Distrito Federal, com média mensal de R$ 191,8 milhões. Os repasses são realizados pelo Fundo Nacional de Saúde aos fundos estaduais, seguindo critérios técnicos baseados na produção ambulatorial apresentada por cada unidade federativa.

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Ufac entrega cartões do Banco do Brasil a jovens pesquisadores

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A iniciativa reforça a valorização da produção do conhecimento e garante um ponto de partida importante para os jovens que ingressam na universidade

A Ufac realizou no auditório da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), a entrega dos cartões do Programa de Apoio a Jovens Pesquisadores, viabilizado por meio do edital n.º 40/2025. Ao todo, 15 estudantes foram contemplados e cada projeto científico selecionado recebeu R$ 6 mil para atender a demandas sociais e regionais.

Para a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Lima Carvalho, o apoio institucional aos editais tem contribuído de forma significativa para a consolidação de grupos que desenvolvem pesquisas relevantes na região. Segundo ela, a iniciativa reforça a valorização da produção do conhecimento e garante um ponto de partida importante para os jovens que ingressam na universidade. “Esse aporte de recursos permite que eles iniciem seus trabalhos e se preparem para disputar novas chamadas de fomento, qualificando-se e se fortalecendo na área”, destacou.

A iniciativa integra a política institucional de pesquisa da Ufac. O valor recebido pelos pesquisadores é operacionalizado por meio de cartões individuais do Banco do Brasil, o que garante maior autonomia e agilidade na execução das atividades. A proposta busca reduzir entraves burocráticos e ampliar a inserção de novos pesquisadores no ambiente acadêmico.

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