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Homem armado com espingarda ameaça moradores e é detido pela polícia em bairro movimentado de Cobija

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Caso ocorreu na madrugada desta terça-feira (24) próximo à arena Shico Pinto; suspeito foi imobilizado e levado para delegacia da FELCC

Após a ação policial, a calma foi restabelecida no bairro San Felipe. Autoridades reforçaram o patrulhamento na área e pediram que a população continue colaborando com informações. Foto: captada 

Na madrugada desta terça-feira (24), por volta das 23h20, moradores do bairro San Felipe, zona sul de Cobija, acionaram as forças de segurança após flagrarem um homem atirando com uma espingarda em via pública. O incidente ocorreu próximo à arena Shico Pinto, local movimentado da região, causando pânico entre os vizinhos.

De acordo com relatos, o indivíduo, ainda não identificado, estava ameaçando os transeuntes e afirmando que “atiraria contra todos que estivessem em sua frente”. Uma equipe policial, em conjunto com o departamento de bombeiros, foi enviada ao local e conseguiu imobilizar o suspeito, que foi levado para a delegacia da Força Especial de Luta Contra o Crime (FELCC).

Apreensão e investigação

A arma utilizada pelo acusado foi apreendida, e ele foi transferido para uma das celas da FELCC, onde aguarda interrogatório. O caso está sob investigação, e um relatório oficial do Comando Departamental da Polícia deve ser divulgado nas próximas horas para esclarecer os motivos do ataque e a identidade do detido.

Tranquilidade restabelecida

Após a ação policial, a calma foi restabelecida no bairro San Felipe. Autoridades reforçaram o patrulhamento na área e pediram que a população continue colaborando com informações que possam auxiliar nas investigações.

Forças de segurança bolivianas interditaram acessos fronteiriços na madrugada como medida preventiva durante ação contra homem armado no bairro San Felipe. Foto: cedida 

A ação policial no bairro San Felipe, na madrugada desta terça-feira (24), resultou no fechamento temporário da Ponte da Integração, que liga a Bolívia às cidades brasileiras de Brasileia e Epitaciolândia. A medida foi tomada pelas autoridades bolivianas como precaução, após relatos de tiros.

Operação com hipótese inicial de conflito entre facções

Inicialmente, as forças de segurança de Pando acreditavam estar diante de um possível confronto entre grupos criminosos disputando território no bairro San Felipe, área próxima à movimentada arena Shico Pinto. O alerta foi dado por moradores por volta das 23h20, quando um homem começou a disparar e ameaçar pessoas na via pública.

A polícia boliviana mobilizou efetivos reforçados, incluindo a FELCC (Força Especial de Luta Contra o Crime), e optou por interditar os acessos fronteiriços como medida de segurança. O bloqueio durou até que fosse confirmado tratar-se de um caso isolado, e não de um conflito entre organizações criminosas.

Normalização do tráfego e reforço na segurança

Com a confirmação de que não havia risco iminente de confronto entre facções, as pontes foram reabertas ao tráfego. No entanto, as forças de segurança mantêm atenção redobrada na região fronteiriça, conhecida por ser rota de circulação de criminosos.

O Comando Departamental da Polícia de Pando deve divulgar nas próximas horas um relatório detalhado sobre o incidente e as medidas adotadas. Enquanto isso, moradores do bairro San Felipe comemoram a rápida atuação policial, mas pedem maior presença de efetivos para evitar novos episódios de violência.

Contexto regional

O fechamento temporário da Ponte da Integração reflete a sensibilidade das autoridades bolivianas quanto à segurança na tríplice fronteira, área que historicamente enfrenta desafios com o crime organizado e o tráfico de armas e drogas. Medidas como essa já foram tomadas em outras ocasiões quando há alertas de possíveis confrontos ou fugas de criminosos pela fronteira.

Com a confirmação de que não havia risco iminente de confronto entre facções, as pontes foram reabertas ao tráfego lentamente. Foto: cedida 

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Homem morre eletrocutado ao tentar furtar cabos de alta tensão em Rio Branco

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Vítima caiu de cerca de 11 metros após receber descarga elétrica na Estrada da Usina, no bairro Morada do Sol

Um homem ainda não identificado morreu na manhã desta segunda-feira (2) após sofrer uma descarga elétrica enquanto tentava furtar cabeamento de energia na Estrada da Usina, no bairro Morada do Sol, em Rio Branco.

De acordo com testemunhas, a vítima estaria retirando fios de alta tensão quando, ao cortar o terceiro cabo, recebeu uma forte descarga elétrica. Com o choque, ele caiu de uma altura aproximada de 11 metros e morreu no local. Informações preliminares apontam que a corrente elétrica teria entrado pela mão e saído pelo pé do homem.

Moradores acionaram o Corpo de Bombeiros Militar do Acre, que esteve na ocorrência e aguardou a chegada de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Os socorristas ainda tentaram realizar manobras de reanimação, mas a vítima já estava sem sinais vitais.

A área foi isolada para os trabalhos da perícia técnico-científica. Após o levantamento no local, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal para exames cadavéricos.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

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Duas mulheres são presas em Sena Madureira acusadas de curandeirismo e estelionato após aplicar golpe de R$ 1 mil em vítima

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Suspeitas convenceram vítima de que ela desenvolveria doença e cobraram dinheiro para evitar problema de saúde; valor foi recuperado pela PM

As suspeitas teriam abordado a vítima e criado uma história falsa, afirmando que ela poderia desenvolver uma doença no futuro. As mulheres convenceram a vítima a pagar R$ 1 mil em dinheiro. Foto: captada 

Duas mulheres foram presas em flagrante no último fim de semana, acusadas de curandeirismo e estelionato, no município de Sena Madureira. A ação foi realizada por policiais militares do 8º Batalhão da Polícia Militar do Acre após denúncia da vítima .

Segundo informações repassadas pela Polícia Militar do Acre, as suspeitas teriam abordado a vítima e criado uma história falsa, afirmando que ela poderia desenvolver uma doença no futuro. Para evitar o suposto problema de saúde, as mulheres convenceram a vítima a pagar R$ 1 mil em dinheiro .

Após receberem o valor, as suspeitas deixaram o local. Desconfiada de que havia sido enganada, a vítima acionou a polícia .

De posse das informações, os militares iniciaram buscas e conseguiram localizar e prender as duas mulheres ainda em flagrante delito. Durante a abordagem, o dinheiro foi apreendido pelos policiais .

De acordo com o comandante do batalhão, capitão Fábio Diniz, o valor recuperado foi posteriormente devolvido à vítima .

As suspeitas foram encaminhadas para a Unidade de Segurança Pública de Sena Madureira, onde ficaram à disposição da Justiça para os procedimentos cabíveis .

Alerta da polícia

Policiais alertam que golpes desse tipo costumam utilizar promessas de cura espiritual ou proteção contra doenças para convencer as vítimas, principalmente pessoas em situação de vulnerabilidade .

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Mulher que engravidou após laqueadura deve ser indenizada em R$ 30 mil

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Imagem ilustrativa

2ª Câmara Cível julgou ter ocorrido erro médico no procedimento, uma vez que a paciente não foi devidamente informada sobre os riscos de ineficácia do procedimento

A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) determinou, por unanimidade, que o Estado indenize em R$ 30 mil por danos morais uma mulher que engravidou após se submeter a laqueadura, cirurgia de esterilização definitiva que corta ou bloqueia as tubas uterinas. O colegiado entendeu que houve erro médico no procedimento.

Conforme os autos, após uma gestação de risco, a mulher foi orientada a realizar a laqueadura no momento do parto, o que aceitou. No entanto, em dezembro de 2021, depois de sentir um mal-estar, ela descobriu estar grávida novamente. Em razão disso, ingressou com ação judicial.

Alegou ter ocorrido erro médico ou falha na prestação do serviço público. Sustentou que a nova gestação agravou sua condição de saúde e comprometeu sua estabilidade financeira. Em primeira instância, a ação foi julgada procedente, mas o Estado recorreu ao tribunal.

Ao analisar o caso, o relator, desembargador Júnior Alberto, concluiu que houve falha no dever de informação, já que o Estado não comprovou que a paciente foi devidamente esclarecida sobre os riscos de ineficácia do procedimento. Assim, reconheceu-se a presunção de falha na prestação do serviço de saúde.

O entendimento foi acompanhado pelos demais desembargadores. O acórdão está disponível na edição nº 7.966 (pág. 8), publicada nesta segunda-feira, 3.

Apelação Cível n.° 0707634-33.2022.8.01.0001

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