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Grupo com mais de 50 homens armados invade terras em ramal no Acre e moradores temem ‘banho de sangue’
A denúncia revelou a reportagem que parte do grupo que teria invadido parte do Seringal Sacado, no Ramal da Nova Olinda, teria vindo outros estados, como Rondônia

O grupo conta com três líderes e mais de 50 homens armados, além disso, afirmaram que os integrantes do grupo fazem uso de entorpecentes. Foto: cedida
Um coletivo anônimo de pessoas fez uma denúncia sobre um grupo armado que teria invadido parte do Seringal Sacado, no Ramal da Nova Olinda, no município de Sena Madureira, no interior do Acre.
Segundo uma das denunciantes, os invasores abordaram pessoas que estavam indo em direção às suas propriedades, fazendo ameaças com armas em mãos.
“Os meninos foram pra propriedade deles, e eles abordaram lá no ramal, armados, com arma na cintura, outro dentro da mata, apontando arma, isso não tá certo não, isso vai dar uma tragédia”, diz em áudio.
Além disso, segundo ela a polícia já sabe do ocorrido, pois foram feitas mais de 30 denúncias, e que a organização está sendo omissa com o caos. “Foram mais de 30 denúncias feitas, tem mais de um mês já, uns 45 dias”, conta.
Os denunciantes contam ainda que a situação se iniciou após uma visita do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), no local.

De acordo com informações encaminhadas a redação, o grupo conta com três líderes e mais de 50 homens armados, além disso, afirmaram que os integrantes do grupo fazem uso de entorpecentes. A denúncia revelou ainda que parte do grupo teria vindo até de outros estados, como Rondônia.
Ainda segundo os denunciantes, um homem identificado como “Vagner” seria um dos líderes do bando, sendo o mais agressivo com a população, ameaçando moradores e transeuntes do local.
“Vagner é um dos cabeças e fala que a polícia não tem moral sobre ele, diz que o documento que temos da terra ele compra até com 20 reais”, disseram.
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Entidade de escolas privadas reage à morte de professora em faculdade

A Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) reagiu à morte da professora de direito e escrivã da Polícia Civil Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos. A mulher foi esfaqueada pelo aluno João Cândido da Costa Junior, de 24 anos, dentro de uma sala de aula do Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), em Porto Velho (RO), na noite de sexta-feira (6/2).
Em nota, a entidade manifestou “profundo pesar” pelo falecimento de Juliana e afirmou se solidarizar com a instituição de ensino e toda a comunidade acadêmica afetada pela tragédia, ressaltando o compromisso da universidade com a segurança e o bem-estar de alunos e colaboradores.
Ainda de acordo com a Fenep, o caso se trata de um episódio grave isolado, que não reflete a rotina das instituições de ensino, caracterizadas como “espaços de formação, diálogo e construção do conhecimento.”
À família da professora, a federação transmitiu seus “mais sinceros sentimentos”, reafirmando apoio, respeito e solidariedade neste momento de luto.
O caso
Segundo a polícia, o estudante João Cândido da Costa Junior, de 24 anos, estava sozinho com a vítima após o fim das aulas quando, tomado por um acesso de raiva, a atacou com uma faca que, dias antes, teria recebido da própria professora junto com um doce, dias antes.
Em relato à polícia, o aluno afirmou que ele e Juliana teriam mantido um relacionamento amoroso por cerca de três meses e que passou a se sentir “emocionalmente abalado” após perceber um distanciamento da vítima. Segundo ele, a situação teria se agravado ao descobrir que Juliana pretendia retomar o relacionamento com o ex-marido.
Juliana foi atingida por golpes na região do tórax, com perfurações na altura dos seios, além de um corte profundo no braço direito. Ela chegou a ser socorrida e encaminhada ao Hospital João Paulo II, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos.
O agressor tentou fugir, mas foi contido por outro aluno, que é policial militar, até a chegada da polícia. João foi preso em flagrante, e a Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do crime, investigado como feminicídio.
O corpo de Juliana foi transferido para Salvador (BA) por familiares, após liberação pelo Instituto Médico Legal (IML) de Porto Velho (RO).
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Colisão entre carro e motocicleta deixa homem ferido no bairro Dom Giocondo, em Rio Branco
Uma colisão envolvendo um carro e uma motocicleta deixou Johnn Wesley da Silva Rocha, de 33 anos, ferido na noite deste sábado (7), na Rua Minas Gerais, no bairro Dom Giocondo, em Rio Branco.
De acordo com informações de testemunhas, o motorista de um Volkswagen Gol, de cor vermelha, seguia no sentido bairro–centro quando tentou realizar um retorno na via. No mesmo momento, Johnn Wesley, que conduzia uma motocicleta Honda, de cor preta, tentou ultrapassar o veículo e acabou colidindo contra a porta do automóvel.
Com o impacto, o motociclista foi arremessado ao solo e sofreu trauma torácico, dores na coluna e escoriações pelo corpo. O condutor do carro permaneceu no local e prestou auxílio à vítima.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e enviou uma ambulância de suporte básico, que realizou os primeiros atendimentos e encaminhou Johnn Wesley ao Pronto-Socorro de Rio Branco, onde deu entrada em estado de saúde estável, embora haja possibilidade de agravamento do quadro clínico.
O Batalhão de Policiamento de Trânsito não foi acionado para atender a ocorrência. Um acordo verbal foi firmado entre o motorista do carro e a esposa da vítima, e ambos os veículos foram retirados do local.
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Dependente químico é esfaqueado durante discussão em casa abandonada no Centro de Rio Branco
Vítima foi socorrida pelo Samu, mas causou confusão na UPA e fugiu antes de receber atendimento completo
O dependente químico Luiz Carlos Pereira, de 45 anos, foi ferido com um golpe de faca na noite deste sábado (7), dentro de uma residência abandonada localizada na Avenida Getúlio Vargas, no bairro Centro, em Rio Branco.
Segundo informações de testemunhas, Luiz Carlos fazia uso de entorpecentes no imóvel abandonado na companhia de outro homem, não identificado. Durante o consumo de drogas, os dois teriam iniciado uma discussão. Em meio ao desentendimento, o agressor sacou uma faca e desferiu um golpe que atingiu a axila esquerda da vítima.
Mesmo ferido, Luiz Carlos conseguiu sair correndo do local, mas acabou caindo ao lado de uma borracharia 24 horas, na Rua Rio Grande do Sul. Agentes de Trânsito que passavam pela região encontraram o homem ferido e bastante alterado, acionando imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Uma ambulância de suporte avançado foi enviada para atender a ocorrência. Durante o atendimento, Luiz apresentou comportamento agressivo e chegou a tentar agredir profissionais da imprensa que acompanhavam o caso.
Após os primeiros socorros, a vítima foi encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Franco Silva, na Baixada da Sobral. No entanto, ao dar entrada na unidade, Luiz Carlos passou a causar tumulto, quebrando e arremessando objetos no chão. Em seguida, retirou o acesso venoso do soro e deixou a unidade por conta própria.
Do lado de fora da UPA, ele ainda tentou agredir um segurança utilizando um tijolo e, logo depois, fugiu em direção à Rua Campo Grande.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na unidade de saúde para os procedimentos cabíveis. O autor da agressão não foi localizado, e o caso deverá ser apurado pelas autoridades competentes.



























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