Acre
Governo publica novos decretos com exonerações e nomeações

FOTO DE SÉRGIO VALE
O Governo do Estado do Acre publicou, no Diário Oficial desta terça-feira (16), uma série de decretos assinados pelo governador Gladson Cameli que tratam de exonerações, nomeações para cargos comissionados e da declaração de luto oficial no estado.
Entre as medidas, o Decreto nº 11.947-P, de 15 de dezembro de 2025, exonerou Ocineide da Silva Lima do cargo em comissão do Grupo de Chefia, Assistência e Assessoramento (CAS-5), para o qual havia sido nomeada em março de 2023. No mesmo dia, por meio do Decreto nº 11.948-P, a servidora foi novamente nomeada, desta vez para exercer cargo em comissão de referência CAS-6 na Secretaria de Estado de Turismo e Empreendedorismo (SETE). O ato foi republicado por incorreção.
Também na área da SETE, o governador assinou o Decreto nº 11.950-P, nomeando Raquel Frota Rodrigues para cargo em comissão de referência CAS-5. Outro decreto, o nº 11.949-P, oficializou a nomeação de Maria Cely Gomes Barroso, igualmente para cargo CAS-5 na mesma secretaria. Em todos os casos, caberá ao titular da pasta designar as funções específicas a serem exercidas pelas servidoras nas respectivas unidades administrativas.
Na área da saúde, o Decreto nº 11.932-P, de 12 de dezembro de 2025, exonerou, a pedido, o servidor Paulo George Moura dos Santos do cargo efetivo de técnico de enfermagem da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O ato também declarou a vacância do cargo, com efeitos retroativos a 1º de outubro de 2025.
Além das mudanças administrativas, o governador decretou luto oficial de três dias no Estado do Acre pelo falecimento do ex-prefeito e ex-deputado estadual Nilson Roberto Areal de Almeida. A medida consta no Decreto nº 11.803, de 14 de dezembro de 2025, e determina que o luto tenha início na data da publicação do ato. Todos os decretos entraram em vigor na data de suas respectivas publicações no Diário Oficial do Estado.
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Acre
Damares pede vistoria em cela de Bolsonaro e faz comparação com Lula

Agência Senado
Após a queda de Jair Bolsonaro (PL) na cela que ocupa na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, a senadora Damares Alves (Republicanos) pediu vistoria institucional nas dependências do local utilizadas para custódia de presos.
No pedido, enviado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quinta-feira (8/1), Damares ressalta que “a solicitação decorre do dever constitucional do Parlamento de zelar pela observância dos direitos e garantias fundamentais, especialmente no que se refere à dignidade da pessoa humana, à integridade física e psíquica dos custodiados e às condições materiais de cumprimento de medidas restritivas de liberdade, nos termos da Constituição Federal”.
A senadora argumenta que a ação se faz necessária tendo em vista os últimos acontecimentos amplamente divulgados pela imprensa acerca do ex-presidente da República. “Trata-se de pessoa idosa, com histórico recente de diversos procedimentos cirúrgicos e condição de saúde que demanda atenção especial, circunstâncias que, por si só, impõem maior cautela e acompanhamento institucional quanto às condições do local de custódia”.
No pedido é dito ainda que a iniciativa não implica interferência nas atribuições legais da Polícia Federal ou do Poder Judiciário, mas somente ao exercício legítimo da função fiscalizatória e institucional do Senado Federal, por intermédio de sua Comissão de Direitos Humanos e Participação Legislativa.
Damares, como presidente da Comissão de Direitos Humanos também encaminhou ofício ao superintendente regional da Polícia Federal, Alfredo Junqueira, com o pedido.
Comparação com Lula
Para justificar o pedido, foi citada ainda uma vistoria realizada na cela de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quando este estava preso em Curitiba.
“Em 2018, quando, durante a custódia do então ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas dependências da Polícia Federal em Curitiba, parlamentares e a própria Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal realizaram diligência oficial para averiguar as condições de prisão, com autorização judicial e institucional, em estrita observância ao princípio da isonomia e à proteção dos direitos humanos”, alega a senadora no pedido.
Bolsonaro está preso em Sala de Estado Maior, na Superintendência da PF desde 22 de novembro. O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e 3 meses por condenação em trama golpista.
Em 6 de janeiro, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro informou que Bolsonaro (PL) caiu enquanto dormia e bateu a cabeça em um móvel. Ele precisou passar por exames que não apontaram complicações oriundas da queda.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Casal é preso suspeito de assaltar ciclista entregador no bairro Guiomar Santos, em Rio Branco
Polícia Militar prendeu dupla no bairro Wanderley Dantas após roubo de celular; investigação apura possível ligação com outros crimes
Um casal suspeito de assaltar um ciclista entregador foi preso na tarde desta quinta-feira (8) por policiais da Força Tática do 3º Batalhão da PM no bairro Wanderley Dantas, na parte alta de Rio Branco. Segundo a polícia, a vítima foi abordada ainda pela manhã no bairro Guiomar Santos, onde os dois anunciaram o roubo e levaram o celular do trabalhador.
Após buscas na região, a guarnição localizou os suspeitos em frente a um supermercado no Wanderley Dantas e efetuou a prisão. A dupla foi encaminhada à delegacia para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça.
A Polícia Civil investiga o caso e apura possível envolvimento dos detidos em outros crimes semelhantes na capital.
O roubo que supostamente envolve o casal ocorreu nas imediações da distribuidora Campo Belo, e as imagens rapidamente passaram a circular nas redes sociais. O material audiovisual registra com nitidez toda a dinâmica do crime — desde a aproximação dos suspeitos até a fuga — onde contribuiu para a identificação dos envolvidos.

Veja vídeo do assalto:
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Sesacre notifica empresa por atraso no fornecimento de medicamentos à rede pública do Acre
Inovamed Hospitalar recebeu duas notificações administrativas e pode sofrer sanções; empresa alega problemas logísticos e diz que itens já estão em entrega.







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