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Governo Federal x SP: Megaoperação contra PCC gera disputa por protagonismo
De acordo com apuração da analista Débora Bergamasco, no CNN 360º, aliados de Tarcísio de Freitas alegam que Ministério da Justiça tentou ofuscar esforços da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo em operação
Uma megaoperação contra esquemas de lavagem de dinheiro e fraudes fiscais do PCC (Primeiro Comando da Capital) gerou tensão entre os governos federal e de São Paulo nesta quinta-feira (28). A ação, que envolveu a Receita Federal e outros órgãos de segurança, revelou o uso de fintechs do mercado financeiro por organizações criminosas. A apuração é de Débora Bergamasco no CNN 360°.
A disputa por protagonismo teve início quando o Ministério da Justiça e a Polícia Federal marcaram uma entrevista coletiva no mesmo horário da coletiva agendada pelo MPSP (Ministério Público de São Paulo) e pela Secretaria de Segurança Pública paulista. Auxiliares do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), interpretaram a coincidência de horários como uma tentativa de desviar a atenção do trabalho realizado pelo governo estadual.
Fontes ligadas ao governo paulista afirmam que a operação realizada em São Paulo seria mais abrangente e aprofundada, tendo como base o trabalho de inteligência do GAECO (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) e da Secretaria de Segurança Pública. Segundo elas, estas investigações teriam inclusive subsidiado as apurações da Polícia Federal.
O Ministério da Justiça, por sua vez, afirmou que a coincidência de horários das coletivas foi casual, tendo enviado os convites logo às 7h da manhã. O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, explicou que as operações precisavam ocorrer no mesmo dia de forma coordenada, pois diversos alvos eram comuns às investigações.
Para integrantes do governo paulista, o episódio reflete uma antecipação da disputa eleitoral de 2026, considerando que a segurança pública é apontada como um dos pontos sensíveis da atual gestão federal. A operação conjunta resultou em diversas apreensões e expôs esquemas sofisticados de crimes financeiros ligados à organização criminosa.
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O que é um UTV, veículo de Richard Rasmussen apreendido na Transamazônica

O veículo que foi apreendido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) enquanto o biólogo Richard Rasmussen realizava uma expedição de 1,5 mil km pela Rodovia Transamazônica é um UTV (Utility Task Vehicle), um utilitário off-road projetado para trilhas, áreas rurais e terrenos irregulares.
Diferente de um quadriciclo, o UTV possui volante, bancos lado a lado, cinto de segurança e uma estrutura reforçada com gaiola de proteção. A versão Turbo oferece potência extra, ideal para enfrentar terrenos alagados e estradas de terra pesada.
Segundo a legislação brasileira de trânsito, esses veículos não são permitidos para circulação regular em rodovias federais por não atenderem às exigências para tráfego contínuo — como padrões específicos de segurança e registro previstos no Código de Trânsito Brasileiro e nas normas do Conselho Nacional de Trânsito. Por isso, seu uso é restrito a contextos específicos, como propriedades privadas.
Por essa razão, o biólogo e sua equipe foram abordados pela PRF durante uma fiscalização, nas proximidades de Manaus, ocasionando na detenção do veículo.
Um post compartilhado por Lucivaldo Maia | MOVFIT (@lucivaldomaia)
Fim da expedição
Apesar do contratempo, a expedição foi concluída. Rasmussen percorreu trechos críticos da BR-230, enfrentando lama, atoleiros e condições adversas com o objetivo de dar visibilidade à situação da rodovia que conecta a capital amazonense ao restante do país.
Na chegada a Manaus, na noite desse sábado (21/2), o biólogo foi recebido por centenas de moradores no espaço da Feira Municipal de Manaus. Registros da travessia viralizaram ao expor os desafios da infraestrutura local
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Zema critica Moraes e Toffoli no caso Master e convoca para ato da direita

Em vídeo publicado nas redes sociais neste domingo (22/2), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), criticou os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli pelas suspeitas e atuação em torno do caso do Banco Master.
“O Toffoli já saiu do caminho, mas me responde uma coisa: como é que alguém vai julgar um banco do qual ele mesmo era sócio? E mais, como é que um ministro que sempre viveu de salário público arruma dinheiro para ser sócio de um resort de luxo?”, declarou o governador mineiro.
Zema se referiu ao resort Tayayá, no Paraná, que, até 2025, pertencia a uma empresa da qual o ministro do STF Dias Toffoli é sócio.
Crítica aos supersalários
O governador também criticou os chamados “supersalários” no Judiciário brasileiro, que se tratam de remunerações que ultrapassam o teto do funcionalismo público, hoje equivalente ao vencimento de um ministro da Corte, R$ 46.366,19.
Em 5 de fevereiro, o ministro Flávio Dino suspendeu os chamados “penduricalhos” do serviço público nos Três Poderes da República.
“Ministro com investimento milionário; autoridade com contrato de R$129 milhões, supersalários que passam de 200 mil reais; auxilio gasolina; auxilio viagem; auxílio Iphone. E sabe o que é mais revoltante? O Brasil está na posição noventa no mundo quando o assunto é renda do povo, mas está entre os cinco primeiros quando o assunto é salário alto para aos privilegiados”, declarou Zema.
Zema teve salário aumentado em 298%
Em 2023, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou um projeto de lei que aumentou o salário do mineiro em 298%. O texto, apresentado a pedido do próprio Zema, passou a remuneração do governador de R$ 10,5 mil para R$ 41,8 mil.
No vídeo deste domingo, o chefe do Executivo mineiro também convidou os seguidores para a manifestação convocada pela direita para o dia 1º de março.
“O Brasil foi para a rua; o povo pressionou; nós acreditamos. Mas, no fim, anularam tudo. A farra continuou. Agora a história se repete, só que, desta vez, o final pode ser diferente. Porque isso não é sobre um ou dois ministros, não é só sobre o Lula; é sobre a farra dos intocáveis. Dia 1º de março, na Avenida Paulista, temos um encontro marcado”, disse.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Acidente envolvendo micro-ônibus deixa uma pessoa morta e 28 feridas na BR-364, em Rondônia
Batida ocorreu na noite de sábado (21) entre Ji-Paraná e Ouro Preto do Oeste; veículo transportava fiéis que retornavam de culto e tombou após colisão

O acidente grave envolvendo um micro-ônibus, um carro e uma motocicleta deixou uma pessoa morta e 28 feridas na BR-364, entre Ji-Paraná e Ouro Preto do Oeste, em Rondônia. Foto: captada
Um acidente grave envolvendo um micro-ônibus, um carro e uma motocicleta deixou uma pessoa morta e 28 feridas na noite de sábado (21) na BR-364, entre Ji-Paraná e Ouro Preto do Oeste, em Rondônia.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a batida ocorreu por volta das 23h. O micro-ônibus transportava fiéis que retornavam de um culto em Ouro Preto do Oeste com destino a Presidente Médici quando ocorreu a colisão.
Com o impacto, o veículo saiu da pista e tombou em um barranco às margens da rodovia. Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra passageiros deixando o micro-ônibus enquanto ele tombava.

O micro-ônibus transportava fiéis que retornavam de um culto em Ouro Preto do Oeste com destino a Presidente Médici quando ocorreu a colisão. Foto: captada
A PRF informou que, além da vítima fatal, 28 pessoas sofreram ferimentos leves e receberam atendimento no local. A corporação segue acompanhando a situação para registro da ocorrência e orienta motoristas a trafegarem com cautela na região.

A PRF informou que, além da vítima fatal, 28 pessoas sofreram ferimentos leves e receberam atendimento no local. Foto: captada

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