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Governo Federal realiza operação para retirar ocupantes irregulares de reserva extrativista Chico Mendes
A Resex Chico Mendes tem um documento, chamado Plano de Utilização, que prevê algumas regras para o uso do território, como a unidade de ocupação as colocações extrativistas.

Segundo o Governo Federal, nos últimos anos, há um fluxo de pessoas, vindas principalmente de Rondônia, atraída pelo preço baixo das terras que são vendidas de forma ilegal por alguns beneficiários da Resex Chico Mendes. Foto: assessoria
Com assessoria
A Operação Sanhaçu, na Reserva Extrativista Chico Mendes, foi realizada na segunda quinzena de julho pelo Núcleo de Gestão Integrada (NGI) Chico Mendes. A operação é a primeira atividade de coleta de informações sobre as ocupações irregulares na Resex e tem como objetivo subsidiar ação judicial de retirada dos ocupantes que estão em desacordo com o perfil do beneficiário.
Além disso, segundo o Governo Federal, a operação visa combater o fracionamento ilegal de colocações no interior da unidade de conservação e danos ambientais decorrentes. Após realizar o levantamento de todas as notificações de saída emitidas pelo ICMBio na Resex Chico Mendes, a equipe de servidores realizou as vistorias técnicas em campo para verificar o cumprimento das notificações de desocupação.
Plano de Utilização
Segundo o Governo Federal, a Resex Chico Mendes tem um documento, chamado Plano de Utilização, que prevê algumas regras para o uso do território, como a unidade de ocupação as colocações extrativistas. Cada família beneficiária só pode ter uma colocação, que tem no mínimo duas estradas de seringa e área mínima de 200 hectares. Cada estrada da seringa deve ter pelo menos 100 árvores de seringueira (Hevea brasiliensis).
A Resex Chico Mendes possui cerca de 1.800 colocações extrativistas, em terras públicas, concedidas através de Contrato de Concessão de Direito Real de Uso (CCDRU) a cinco associações concessionárias. A compra e venda das colocações no interior da Resex Chico Mendes é ilegal. Esta prática tem sido um vetor de descaracterização da UC.
Segundo o Governo Federal, nos últimos anos, há um fluxo de pessoas, vindas principalmente de Rondônia, atraída pelo preço baixo das terras que são vendidas de forma ilegal por alguns beneficiários da Resex Chico Mendes. Essas pessoas, em maioria, possuem perfil de agropecuaristas e desmatam grandes áreas dentro da unidade de conservação para consolidação de pastagens.
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Colégio desligará 4 alunos acusados de estupro coletivo no Rio

O Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, iniciou o processo de desligamento de quatro alunos acusados de cometer um estupro coletivo contra uma adolescente, de 17 anos, em Copacabana, em janeiro.
Os acusados são João Gabriel Bertho, Vitor Hugo, Bruno Alegretti e Matheus Martins, todos de 18 e 19 anos.
“Não podemos tolerar a barbárie brutal da violência de gênero vivenciada a cada hora em nosso país”, diz a nota do colégio.
A reitoria do colégio e o Campus Humaitá II informou que iniciaram o processo de desligamento com orientação da procuradoria federal. Os quatro alunos foram indiciados pela Polícia Civil, mas ainda não foram localizados, sendo considerados foragidos da Justiça.
Veja a nota do campus dos alunos na íntegra:
Uma publicação partilhada por CPII – Campus Humaitá II (@cp2.humaita2)
O caso
O crime teria ocorrido em 31 de janeiro. A vítima relatou à Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) que foi convidada por mensagem à casa de um amigo, um apartamento em Copacabana.
Ela relatou que, ao chegar ao apartamento, foi convidada a fazer “algo diferente” pelo amigo, e recusou. Após isso, foi violentada e estuprada pelos quatro acusados.
O caso é investigado pela 12ª Delegacia de Polícia do Rio (Copacabana). A PCERJ informou que os acusados responderão pelo crime de estupro, e um adolescente responderá por ato infracional análogo ao mesmo crime.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Homem confessa homicídio em Cruzeiro do Sul e leva polícia ao local onde jogou corpo no igarapé; vítima segue desaparecida
Suspeito se apresentou voluntariamente na madrugada de domingo (1º); buscas pelo corpo de Damião Silva Sales, 36 anos, são dificultadas pela correnteza

Após a confissão, a guarnição policial seguiu com o suspeito até o local indicado, mas não conseguiu localizar o corpo devido ao elevado volume de água e à forte correnteza no igarapé, o que dificultou as buscas.
Um homem de 25 anos foi preso e um caso de homicídio está sendo investigado pela Polícia Civil após ele confessar ter matado e jogado o corpo de outro homem em um igarapé na zona rural de Cruzeiro do Sul neste domingo (1º).
Segundo informações oficiais, A.C.S.P. , de 25 anos, apresentou-se voluntariamente na manhã de domingo por volta das 5h na base da Polícia Militar da Vila Lagoinha, na zona rural do município, alegando ter cometido um homicídio durante a madrugada. Ele disse aos policiais que, por volta das 3h40, teria se envolvido em uma discussão com Damião Silva Sales, conhecido como “Neguinho”, de 36 anos, nas proximidades do Ramal do Caracas, a cerca de 400 metros da entrada da estrada vicinal.
De acordo com o relato do suspeito, os dois estariam consumindo bebidas alcoólicas e substâncias entorpecentes quando discutiram e entraram em confronto físico. Conforme sua versão, a vítima teria retornado à própria residência para pegar um terçado, voltando ao local com a arma branca. O homem então afirmou que conseguiu tirar o objeto da vítima, desferiu um soco contra ela, fazendo-a cair, e, em seguida, asfixiou-a com a camisa que ela carregava antes de lançar o corpo no igarapé.
Após a confissão, a guarnição policial seguiu com o suspeito até o local indicado, mas não conseguiu localizar o corpo devido ao elevado volume de água e à forte correnteza no igarapé, o que dificultou as buscas. Familiares da vítima foram informados sobre o caso quando os policiais se dirigiram à residência de Damião.
Com base nas declarações e diligências preliminares, a Polícia Militar deu voz de prisão ao suspeito e o conduziu à Delegacia de Polícia Civil do Acre com todos os seus direitos preservados e sem sinais de lesões aparentes. O Corpo de Bombeiros foi acionado para reforçar as buscas, mas até o momento não houve confirmação oficial da localização do corpo.
O caso segue sob investigação pela Polícia Civil, que deve apurar a dinâmica real dos fatos e as circunstâncias que levaram ao crime.
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Casal morre em confronto com a PM após denúncia de ameaça no Paraná

Um homem e uma mulher morreram após confronto com a Polícia Militar (PM) do Paraná na noite de sábado (28/2), em Arapongas (PR). Os dois foram identificados como Igor Viana Silvestre, de 20 anos, e Tatiane Vandressa Farani, de 35. Segundo a PM,o casal já era conhecido pela polícia e possuía várias passagens por tráfico de drogas.
A ocorrência foi registrada na Rua Tetraz, esquina com a Rua Tinguaçu, após denúncia de que um casal estaria ameaçando um morador nos bairros Jardim Baronesa e Vila Sampaio. Segundo a polícia, os suspeitos estavam em um veículo e, no momento da tentativa de abordagem da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (ROTAM), teriam reagido armados, dando início ao confronto.
Leia a reportagem completa em GMC Online.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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