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Governo do Acre publica série de nomeações e exonerações em edital do Diário Oficial

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Decretos assinados pelo governador Gladson Cameli nesta sexta-feira (28) promovem mudanças em cargos de confiança em diversas secretarias estaduais

O DOE também registrou a mudança de lotação do servidor Pedro Girão de Oliveira, que deixou a Secretaria de Governo (SEGOV) para atuar na Fundação Elias Mansour (FEM). Foto: captada 

O Diário Oficial do Estado do Acre (DOE) desta quinta-feira, 27 de novembro de 2025, trouxe uma série de mudanças promovidas pelo governador Gladson Cameli em diversas secretarias, autarquias e órgãos estaduais. As alterações envolvem nomeações, exonerações, trocas de lotação e reorganizações internas, especialmente nas áreas de Saúde, Meio Ambiente, Educação, Comunicação e Casa Civil.

Entre as mudanças de lotação, o governador transferiu o servidor Iury Alves Gomes, do cargo em comissão na Casa Civil, para a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, ficando a cargo da titular da pasta a designação da função específica. Já Lucélia Messias Rocha foi deslocada da Secretaria de Meio Ambiente para atuar na Casa Civil.

No Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC), houve uma troca significativa: Francisco Marcos da Cunha Costa foi exonerado do cargo de Diretor de Recursos Hídricos, sendo substituído por Laelia de Sousa Rodrigues, nomeada para assumir a diretoria.

A Secretaria de Saúde (SESACRE) foi o setor com o maior número de mudanças. Mônica Valéria Nascimento de Lima Santiago foi exonerada do cargo de Diretora de Redes de Atenção à Saúde, enquanto José Renato Araújo Nascimento deixou o cargo de Diretor de Planejamento e Gestão do SUS, e Jamayla Mendonça da Silva foi exonerada da Diretoria de Regulação. Também foi publicada a exoneração de Willianny da Silva Mota, que ocupava a Gerência Administrativa do Complexo Regulador Estadual.

Apesar das exonerações, vários desses profissionais retornam em novas funções dentro da própria SESACRE. Mônica Santiago foi nomeada Diretora de Regulação, José Renato assumiu a Diretoria de Redes de Atenção à Saúde e Jamayla Mendonça passou a ocupar o cargo de Diretora de Planejamento e Gestão do SUS. Além disso, Pedrini Penha e Penha foi nomeado Gerente-Geral do Complexo Regulador Estadual e Clívia Gabriele Amorim de Freitas assumiu a Gerência Administrativa do mesmo setor. Alan Almeida Costa também foi nomeado para um cargo de chefia na saúde estadual.

No Procon/AC, Pedro Henrique Castro Gomes foi nomeado para um cargo de chefia, enquanto outras exonerações foram registradas em diferentes órgãos: Rondinele da Silva e Silva, André Magalhães de Araújo, Juliana Oliveira Fernandes dos Anjos (com efeitos retroativos a 21 de outubro), Eduardo Victor Andrade de Paiva, Neylon Silva Moreira Pereira e Maria Eleniz de Lima Furtado deixaram seus respectivos cargos.

Novas nomeações também foram divulgadas. Gustavo Guimarães Bezerra foi nomeado para um cargo de chefia na Secretaria de Educação e Cultura (SEE), assim como Jorgette Barros Lima e Michael Douglas Santos Silva, ambos em funções comissionadas na mesma pasta. Na Secretaria de Comunicação (SECOM), Thacyla Ribeiro de Figueiredo foi nomeada para um cargo de chefia, enquanto Débora Lima Cameli assumiu função no IMAC.

O DOE também registrou a mudança de lotação do servidor Pedro Girão de Oliveira, que deixou a Secretaria de Governo (SEGOV) para atuar na Fundação Elias Mansour (FEM). Outra medida publicada foi a revogação do Decreto nº 3.133-P, de abril de 2023, cujo conteúdo não foi detalhado na edição.

Entre as principais mudanças estão:
  • Nomeações para cargos de confiança em secretarias como Saúde, Educação, Infraestrutura e Meio Ambiente

  • Exonerações de ocupantes de cargos em comissão em várias pastas

  • Redistribuições de servidores entre órgãos e setores do governo

Estes movimentos fazem parte da rotina administrativa do governo estadual e representam ajustes na estrutura de cargos de confiança, que são funções de direção, assessoramento e chefia passíveis de substituição a qualquer tempo, conforme determina a legislação.

O Diário Oficial completo com a lista detalhada de todas as nomeações, exonerações e mudanças está disponível para consulta pública no portal do governo do Acre.

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Brasil

Senado aprova “vulnerabilidade absoluta” de vítimas de estupro de até 14 anos

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Jonas Pereira/Agência Senado
Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária

O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (24/2), um projeto de lei que estabelece que vítimas de estupro com menos de 14 anos de idade serão sempre consideradas vulneráveis, e que a punição do agressor não poderá ser influenciada pelo histórico sexual da vítima nem pela gravidez decorrente da violência.

O texto segue agora para sanção presidencial. A proposta foi aprovada de forma simbólica, sem contagem nominal de votos.

O projeto foi proposto pela deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ). A relatora no Senado, Eliziane Gama (PSD-MA), afirmou que a presunção absoluta de vulnerabilidade da vítima “reforça a intenção do legislador de não permitir discussões que possam desvirtuar a finalidade da norma, focando na proteção do incapaz de consentir, como infelizmente ainda sói ocorrer com frequência nos julgados de alguns Tribunais de Justiça do país.”

O projeto estava parado no Senado Federal desde dezembro de 2024, mas ganhou força após a Justiça de Minas Gerais absolver um homem de 35 anos acusado de estuprar uma menina de 12 anos.

Na ocasião, a 9ª Câmara Criminal Especializada também absolveu a mãe da criança, que respondia por conivência. Para o tribunal, em decisão que gerou críticas em todo o país, não houve crime, sob o entendimento de que existia um “vínculo afetivo consensual” entre os dois.

Com a repercussão do caso, a mãe da garota e o homem  foram presos nesta quarta-feira (25/2). Relator do caso, o desembargador Magid Nauef Láuar acolheu os embargos do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que havia recorrido da decisão, e restabeleceu as duas condenações no processo que apura o estupro da menor.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Leite, Ratinho Jr. e Caiado participam de filiações junto com Kassab

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Fábio Vieira/Metrópoles
Gilberto Kassab tarcísio

O presidente nacional do Partido Social Democrático (PSD), Gilberto Kassab, levará, no ínicio de março, os governadores Eduardo Leite, Rio Grande do Sul, Ratinho Júnior, Paraná, e Ronaldo Caiado, Goiás, para eventos da sigla em São Paulo. A agenda garante a presença dos governadores nas cerimônias de filiação de 12 políticos em cinco cidades de São Paulo.

O três são cotados para concorrer à Presidência pelo partido nas eleições deste ano. Na última sexta-feira (20/2), por meio de uma publicação nas redes sociais, Kassab reafirmou que a sigla lançará a própria candidatura ao cargo. De acordo com o presidente do PSD, “o Brasil estará muito bem servido se puder contar” com qualquer um dos três possíveis candidatos à frente da Presidência em 2027.

Veja agenda

Sexta-feira (6/3) – Sorocaba

16h – Filiação dos deputados Vitor Lippi e Maria Lucia Amary.

18h – Filiações dos deputados estaduais paulistas Analice Fernandes, Barros Munhoz, Carlão Pignatari, Dirceu Dalben, Márcio Nakashima e Rogério Nogueira.

Sábado (7/3)

10h – Santos: filiações do deputado Paulo Alexandre Barbosa e da Audrey, vice-prefeita de Santos.

13h – Itapevi: Filiação do ex-prefeito Igor Soares.

16h30 – Presidente Prudente – filiação do deputado Mauro Bragatto.

Segunda-feira (9/3) – São Paulo

9h – Participam da reunião do Conselho Político e Social (COPS) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP)

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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MJ sobre crítica por acordo no PL Antifacção: "Ficaríamos na retórica"

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Valter Campanato/Agência Brasil
Wellington César Lima e Silva assume o Ministério da Justiça

Após a aprovação do PL Antifacção pela Câmara dos Deputados, nessa terça-feira (24/2), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, saiu em defesa da atuação da pasta nas negociações do texto final e respondeu às críticas sobre o acordo construído em torno da proposta.

O projeto, relatado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP), retomou pontos da versão original da Câmara, como a divisão de recursos de bens apreendidos entre a Polícia Federal (PF) e os estados — trecho criticado pelo governo e pela própria corporação.

Nos bastidores, integrantes da PF questionaram a articulação e alegaram falta de diálogo. Diante das críticas, Wellington César afirmou que o ministério atuou dentro dos limites regimentais possíveis no momento da votação.

“A iniciativa do projeto foi do governo. Todavia, existiam várias versões inicialmente na Câmara e depois uma versão no Senado”, explicou o ministro.

Segundo ele, quando ficou claro que a Mesa Diretora levaria a plenário a versão da Câmara — e não o texto aprovado pelo Senado —, o espaço de manobra era restrito. “Só existiam duas posturas possíveis: ou cruzarmos os braços e deixar que aquela versão tramitasse ou buscássemos melhorar aquela versão.”

Embora reconheça “grande afinidade” com o texto do Senado, o ministro afirmou que não havia possibilidade de defender formalmente aquela versão, pois ela não seria votada.

A estratégia, de acordo com o ministro, foi apresentar emendas de redação ao texto que iria ao plenário. “A única maneira possível de operar essa melhora, sob o ponto de vista do cabimento regimental, era através das emendas de redação. E nós buscamos exatamente, extraindo o sentido daquelas proposições constantes do PL do Senado, incorporá-las no texto indicado para a votação.”

Sugestões

Wellington César afirmou, durante entrevista coletiva, que parte significativa das sugestões foi acolhida. “Foram 23 proposições — 12 a 14, depende do critério de sublíderes — incorporadas. Então nós temos certeza de que produzimos um texto melhor.”

Ele argumentou que, sem essa iniciativa formal, a atuação do ministério teria sido apenas simbólica. “Se nós expressássemos apenas uma simpatia pelo texto do Senado e não fizéssemos as propostas regimentalmente cabíveis, nós ficaríamos limitados a esse âmbito retórico.”

A proposta segue agora para sanção ou veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para o ministro, a pasta cumpriu seu papel institucional. “Além da iniciativa do governo, o Ministério da Justiça, nessa tradição, nessa ocasião, exerceu o papel que devia: melhorar o produto legislativo final.”

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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