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Acre

Governo do Acre pode ser condenado por improbidade devido a falta de policiais penais

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A falta de efetivo de policiais penais é hoje um dos principais problemas do Complexo Penitenciário Francisco de Oliveira Conde (FOC), que possui quase 4 mil detentos. O entendimento é do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), após dezenas de visitas da 4ª Promotoria Criminal de Execução Penal e Fiscalização de Presídio.

Com o número de policiais bem abaixo do necessário, alguns direitos legais dos detentos não estão sendo cumpridos. “Com a justificativa da falta de efetivo os reeducandos não tem banho de sol todo dia, ou quando tem não são as duas como é uma exigência da lei. Muitos detentos que precisam de atendimento médico deixam de ser levados para uma Unidade Básica de Saúde dentro e fora do complexo”, afirma o promotor Tales Tranin.

O representante do Ministério Público fala de algo muito mais grave. Tranin afirma que a falta de efetivo provoca a demora na atualização dos dias de trabalho dos detentos do presídio, o que faz com que centenas de reeducandos que deveriam estar fora do presídio continuem presos.

“As fichas de trabalho que são analisadas pelos policiais penais sempre estão atrasadas e isso é muito grave porque muitos deles já poderiam está no regime semiaberto, já que cada três dias de trabalho, diminui um dia da pena. Se isso tivesse sendo feito de forma correta seriam centenas de vagas abertas em um presídio já super lotado”, explica o promotor.

Para tentar resolver a situação, Tranin conta que enviou ofício ao Iapen, Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, ao Departamento Penitenciário Nacional e a para o Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos e Cidadania do MPAC. “O poder público precisa fazer urgentemente um concurso público para policial penal ou se essa situação perdurar o Ministério Público pode entrar com uma ação por improbidade administrativa por omissão contra o Estado”, diz Tales.

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Acre

Diferença de R$ 2 no litro do combustível leva brasileiros a abastecer na Bolívia e causa filas em Cobija

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Motoristas de Epitaciolândia e Brasiléia cruzam a fronteira em massa para comprar combustível mais barato; cidadãos pandinos reclamam de logística afetada

O movimento intenso de veículos brasileiros em busca de combustível mais barato é um fenômeno recorrente na fronteira, se intensificando nos últimos dias. Foto: captada 

A diferença nos preços dos combustíveis entre o departamento de Pando, na Bolívia, e as cidades acreanas de Epitaciolândia e Brasiléia tem causado um aumento expressivo nas filas dos postos de abastecimento em Cobija. Com o preço mais baixo do lado boliviano, motoristas brasileiros estão atravessando a fronteira em massa, gerando atrasos no atendimento e reativando uma dinâmica transfronteiriça que coloca novos desafios econômicos e logísticos na região.

Cidadãos pandinos manifestaram preocupação com a demora no abastecimento, já que as empresas locais não estavam preparadas para a alta repentina na demanda. Alguns bolivianos têm protestado contra os atrasos, que alteraram toda a logística de distribuição de combustível na cidade.

Preço mais baixo em Pando atrai motoristas de Epitaciolândia e Brasiléia; movimento intenso pressiona postos e gera atrasos no atendimento. Foto: captada 

A diferença de até R$ 2 por litro nos preços dos combustíveis entre o Acre e o departamento boliviano de Pando tem levado motoristas brasileiros a cruzarem a fronteira em massa para abastecer em Cobija. Com valores significativamente mais baixos do lado boliviano, o movimento intenso de veículos com placas do Brasil tem pressionado a infraestrutura local, causado filas e exposto as disparidades de preços na região.

O fenômeno, que se intensificou nos últimos dias, gerou atrasos no atendimento e uma dinâmica transfronteiriça que coloca novos desafios logísticos e econômicos para as cidades de Epitaciolândia, Brasiléia e Cobija. A demanda repentina por combustível na Bolívia também tem gerado preocupação entre cidadãos pandinos, que enfrentam dificuldades para abastecer seus próprios veículos.

Brasileiros estão cruzando a fronteira em massa, gerando atrasos no atendimento e reativando uma dinâmica transfronteiriça que impõe novos desafios econômicos e logísticos para a região. Foto: captada 

Veja vídeo cedido a redação:
Veja vídeo entrevista da TVU Pando:

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Acre

Prefeitura de Rio Branco realiza desobstrução do sistema de drenagem na Rua Coronel Alexandrino

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Ação integrada entre secretarias melhora o escoamento, garante mais segurança no trânsito e reduz transtornos à população do bairro Bosque

A Prefeitura de Rio Branco executa, desde a manhã desta quinta-feira (15), um trabalho integrado de desobstrução e recuperação do sistema de drenagem e esgoto na Rua Coronel Alexandrino, no bairro Bosque. A ação é resultado da parceria entre a Secretaria Municipal de Cuidados com a Cidade, a Empresa Municipal de Urbanização (Emurb) e o Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb).

Segundo o encarregado César Cordeiro, os serviços incluem a limpeza completa das redes, a desobstrução do sistema de escoamento e a recuperação das caixas de drenagem, garantindo maior eficiência no funcionamento da infraestrutura urbana da região. (Foto: Val Fernandes/Secom)

Segundo o encarregado César Cordeiro, os serviços incluem a limpeza completa das redes, a desobstrução do sistema de escoamento e a recuperação das caixas de drenagem, garantindo maior eficiência no funcionamento da infraestrutura urbana da região.

“Estamos realizando uma intervenção em todo o sistema de drenagem, água e esgoto. Em virtude das fortes chuvas que têm atingido a cidade, houve obstruções, e agora estamos cuidando disso para deixar tudo em ordem, com um serviço bem-feito e de qualidade, garantindo a normalidade do trânsito aqui na Rua Coronel Alexandrino”, explicou o coordenador.

Para a costureira autônoma Cássia Barroso, que trabalha há muitos anos no local, a obra representa melhorias significativas para comerciantes e clientes. (Foto: Val Fernandes/Secom)

A região do Bosque concentra um intenso fluxo de pessoas e atividades comerciais, com mercados, restaurantes e lojas de diversos segmentos. Para a costureira autônoma Cássia Barroso, que trabalha há muitos anos no local, a obra representa melhorias significativas para comerciantes e clientes.

“Com certeza vai melhorar muito o movimento e o atendimento. Estávamos sendo bastante prejudicados pelo buraco que estava se formando, além do mau cheiro, que era muito forte. O esgoto passava por cima da rua. Ficamos muito gratos por estarem resolvendo esse problema. Quando confiamos no administrador, esperamos que ele realmente melhore a vida da população”, destacou.

Trabalho integrado entre órgãos municipais segue como prioridade da gestão, com foco na promoção da segurança, da mobilidade urbana e na melhoria da qualidade de vida dos moradores da capital. (Foto: Val Fernandes/Secom)

A Prefeitura de Rio Branco reforça que o trabalho integrado entre os órgãos municipais segue como prioridade da gestão, com foco na promoção da segurança, da mobilidade urbana e na melhoria da qualidade de vida dos moradores da capital.

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Acre

Deracre inicia retirada de balseiros acumulados nos pilares de pontes em Rio Branco

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Com a elevação do nível do Rio Acre, o governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária do Acre (Deracre), iniciou nesta sexta-feira, 16, a retirada de balseiros acumulados nos pilares de pontes em Rio Branco.

Segundo a presidente do órgão, Sula Ximenes, “a ação tem caráter preventivo e visa preservar a estrutura das pontes, para evitar a obstrução do fluxo da água e reduzir riscos à estrutura das pontes durante o período de cheia”.

Com elevação do Rio Acre, Deracre retira balseiros de pontes em Rio Branco. Foto: Luy Andriel/Deracre

Os balseiros são formados por troncos e galhos de árvores arrastados pela correnteza durante o período de cheia, que ficam presos às estruturas das pontes. O acúmulo desse material pode comprometer o fluxo da água e sobrecarregar os pilares de sustentação.

Deracre mobiliza equipes para retirada de balseiros em pilares de pontes. Foto: Luy Andriel/Deracre

Para a execução dos serviços, o Deracre mobilizou três equipes, cada uma composta por três trabalhadores, que atuam de forma alternada na remoção dos entulhos. As equipes utilizam equipamentos de proteção individual, como coletes salva-vidas e luvas, devido às condições do rio e ao volume de material retirado.








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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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