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Governo do Acre conclui concretagem do viaduto do Complexo Viário da Avenida Ceará

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Registro histórico dos trabalhadores após a conclusão da concretagem. Foto: Luis Oliveira/Seop

De forma histórica e planejada, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop), concluiu na madrugada de quarta-feira, 31, os serviços de concretagem do viaduto que integra o Complexo Viário da Avenida Ceará, a maior obra de mobilidade urbana atualmente em execução no estado. A obra segue para as próximas fases de construção do equipamento.

A etapa foi finalizada por volta das 2h30 da manhã, após quatro dias consecutivos de trabalho intenso, com equipes atuando durante a manhã, tarde, noite e madrugada. Os serviços ocorreram mesmo diante de condições adversas, como sol forte e chuva, garantindo a qualidade e a segurança da estrutura.

Ao todo, foram utilizados aproximadamente 650m³ de concreto, com mais de 100 viagens de caminhões betoneira, em uma operação que exigiu planejamento técnico, logística e dedicação das equipes envolvidas.

Obras do viaduto do Complexo Viário são realizadas no cruzamento das Avenida Ceará e Getúlio Vargas . Foto: Luis Oliveira/Seop

O gestor da pasta de Obras Públicas, Ítalo Lopes, destacou que a conclusão dessa fase representa um marco histórico para a obra e ressaltou o empenho do governador Gladson Cameli para que o projeto avançasse.

“Por determinação e compromisso do governador Gladson Camelí, conseguimos concluir a concretagem do viaduto. Foram quatro dias de pouco sono e muito trabalho, com equipes atuando de forma contínua, de manhã, à tarde, à noite e até de madrugada. Essa é uma etapa histórica, que marca o avanço de uma obra estratégica para a mobilidade urbana do nosso estado”, afirmou Lopes.

O Complexo Viário inclui, ainda, o alargamento de faixas entre a Rua Floriano Peixoto e a Quarta Ponte, além de melhorias no sistema viário da região central, com finalização prevista para dezembro de 2026.

Com obras públicas, Estado amplia oportunidades de trabalho e renda para milhares de operários da construção civil. Foto: Luis Oliveira/Seop

A concretagem é a conclusão dos serviços preparatórios, que incluíram escavações, execução das fundações, montagem das armaduras e das formas.

O principal objetivo do Complexo Viário é garantir um corredor de ônibus para que os usuários do transporte público possam transitar entre o Terminal Urbano e a ligação da Avenida Ceará com a Avenida Getúlio Vargas de forma direta, o que diminuirá o tempo do usuário no coletivo. Com esse corredor de ônibus, quem utiliza os veículos de passeio também será beneficiado com maior fluidez e segurança no trânsito.

Participar da construção de uma grande obra é motivo de orgulho para os trabalhadores, principalmente porque poderá ser usada por quem contribuiu para erguê-la.

“Fico muito grato. É uma alegria trabalhar em uma obra de grande importância para o nosso estado. Todos se empenharam dia e noite nesta obra que vai servir, em breve, para a população. Me sinto maravilhado pela idade que tenho de participar desse feito histórico”, disse o operário Manoel Silva, de 66 anos.

Investimentos

O Complexo Viário é fruto de convênio entre o governo do Acre, por meio da Seop, e o governo federal, via Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).

Complexo Viário visa transformar mobilidade urbana de Rio Branco. Ilustração: Marcos Haluen/Seop

O investimento total supera R$ 30 milhões, sendo mais de R$ 17 milhões provenientes de emenda parlamentar e o restante como contrapartida do Estado.

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Dupla é presa após sequestro de motorista de aplicativo e troca de tiros com a PM em Rio Branco

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Suspeitos planejavam roubar caminhonete para entregar veículo na Bolívia, segundo a polícia

Dois homens foram presos na noite desta quarta-feira (11) acusados de sequestro, porte ilegal de arma de fogo e tentativa de homicídio contra policiais militares, em Rio Branco. A ocorrência foi registrada na Rua Beira Rio, no bairro Cidade Nova, região do Segundo Distrito da capital.

De acordo com informações da Força Tática do 1º Batalhão da Polícia Militar, sob comando do 3º sargento Mauro, a guarnição realizava patrulhamento pela Avenida Ceará quando avistou um Fiat Mobi branco saindo da Rua Santa Catarina. A atitude dos ocupantes chamou atenção dos militares, que deram ordem de parada.

O condutor desobedeceu e iniciou fuga em alta velocidade pela Avenida Amadeu Barbosa. Foi solicitado apoio via rádio e teve início um acompanhamento tático por diversas ruas da região.

Nas proximidades da Arena da Floresta, os suspeitos efetuaram disparos contra a viatura policial. Houve revide, e a perseguição continuou até a Rua Beira Rio, onde o veículo parou bruscamente. O carro era conduzido por um motorista de aplicativo, identificado como Bruno, que havia sido rendido e estava sendo mantido sob ameaça.

Dois suspeitos — Joab Castelo Jinkings, de 27 anos, e Mateus Lucas Amim de Souza — se renderam e foram presos no local. Um terceiro envolvido, conhecido pelo apelido de “Big Boy”, fugiu ao pular em um buraco às margens do Rio Acre, levando uma das armas utilizadas na ação.

Durante a fuga, uma pistola Taurus foi arremessada pela janela do veículo. A arma, com seis munições intactas, foi localizada e apreendida por outra guarnição que dava apoio à ocorrência.

Na Delegacia de Flagrantes (Defla), os presos relataram que pretendiam roubar uma caminhonete no bairro 6 de Agosto. Segundo a versão apresentada, o veículo já estaria negociado com um comprador boliviano, e cada integrante do grupo receberia R$ 2 mil pela entrega do automóvel em território estrangeiro.

Os dois suspeitos foram autuados e permanecem à disposição da Justiça. O motorista de aplicativo foi ouvido como vítima e liberado após os procedimentos legais.

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Segurança Pública do Acre usa WhatsApp como canal de atendimento de emergências

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do Centro Integrado de Comando e Controle (Cicc), implementou nesta quinta-feira, 12, um novo canal de atendimento emergencial, via aplicativo de mensagens WhatsApp, para complementar os números disponíveis no Estado, como o 190 e o 193.

Aplicativo estava em fase de teste, e a partir desta quinta-feira, 12, passa a funcionar de forma oficial. Foto: Italo sousa/Sejusp

O secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Américo Gaia, disse que a inovação é fundamental para acelerar o tempo de resposta para a população. “Entendemos que quanto mais fácil e acessível for a comunicação com a população, mais eficiente será o atendimento e a resposta às necessidades da sociedade. Por isso, pensamos em incluir um aplicativo de mensagens, que tem um alcance significativo para toda a população do estado do Acre”, disse.

Com a nova ferramenta, o WhatsApp funcionará 24 horas por dia, sete dias por semana, garantindo um atendimento contínuo tanto na capital quanto nas demais regiões do estado.

A partir do primeiro contato virtual, as denúncias serão encaminhadas conforme a localidade do denunciante, garantindo que o atendimento seja personalizado e eficiente. Em Cruzeiro do Sul, haverá um atendimento específico. Ao fazer uma denúncia, o usuário que se identificar como residente do município terá sua chamada transferida diretamente para a unidade local.

O coordenador do CICC, Francisco Fonseca, destaca que essa é mais uma ferramenta a serviço da comunidade. “Mais uma alternativa para registro de ocorrência que, com certeza, vai trazer benefícios para população e também otimizar o serviço de emergência para a secretaria por meio do Cicc”, explicou.

O aplicativo estava em fase de teste, e a partir desta quinta-feira, 12, passa a funcionar de forma oficial. Com a nova implementação, o aplicativo Telegram não estará mais em funcionamento.

Como acessar o canal de atendimento via WhatsApp:

O acesso ao novo canal é muito fácil: basta ler o QR Code ou adicionar o número de telefone que segue abaixo como um contato normal de WhatsApp para iniciar a conversa.

Número de telefone:
(68) 99920-8619

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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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Família de Roberta Maia, 29 anos, cobra laudo e respostas sobre morte em rede na zona rural de Cruzeiro do Sul

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Jovem foi encontrada sem vida dentro de casa do namorado em 1º de janeiro; parentes questionam versão de suicídio e pedem investigação aprofundada da Polícia Civil

Roberta foi localizada sem vida dentro da casa do namorado. Conforme o registro inicial, ela estava com o pescoço preso aos punhos de uma rede. Foto: captada 

Quase dois meses após a morte de Roberta Maia, 29 anos, encontrada sem vida dentro da casa do namorado na Comunidade do Deracre, zona rural de Cruzeiro do Sul, a família ainda aguarda a conclusão do laudo do Instituto Médico Legal (IML) e cobra avanço nas investigações. O corpo da jovem foi localizado no dia 1º de janeiro com o pescoço preso aos punhos de uma rede, em ocorrência registrada como possível asfixia por enforcamento.

Segundo os familiares, no início da noite daquele dia, a mãe do namorado teria ligado para uma tia de Roberta informando que a jovem estaria alterada após uma discussão e pedindo que os pais fossem buscá-la. Os pais, que estavam na igreja, se deslocaram até o imóvel. Ao chegar, encontraram a residência trancada. Uma tia do namorado entregou a chave. O namorado e a mãe dele não estavam no local.

Dentro da casa, os pais encontraram Roberta já sem sinais vitais, com o pescoço preso à rede. O pai retirou o corpo antes da chegada da polícia, que foi acionada em seguida. A família relata que o namorado teria dito que se feriu na mão durante uma briga e buscou atendimento médico, mas questiona por que a polícia não foi chamada imediatamente e por que a comunicação com os parentes demorou cerca de três horas.

Os familiares também apontam inconsistências nas marcas observadas no pescoço da vítima. Segundo eles, os arranhões não estariam alinhados com a posição típica de enforcamento por suicídio. A versão apresentada pelo namorado é contestada, e os parentes pedem que todas as hipóteses sejam investigadas com rigor.

A Polícia Civil informou que o inquérito segue em andamento e que o laudo pericial do IML é peça fundamental para definir as circunstâncias da morte. Até o momento, não há conclusão oficial sobre o caso.

Os parentes também relatam que observaram marcas no pescoço da jovem que, na visão deles, não condizem com suicídio, citando arranhões acima da área indicada como ponto de compressão. Foto: captada 

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