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Governo de Rondônia suspende aulas por 15 dias, mesmo sem coronavírus confirmado no estado
Anúncio foi feito em coletiva de imprensa na manhã desta segunda-feira (16), em Porto Velho.

Secretário de Saúde e Educação falam com imprensa sobre medidas do governo contra o coronavírus — Foto: Ana Kézia Gomes/G1
Por G1 RO
O governo de Rondônia anunciou que as aulas da rede pública no estado ficarão suspensas inicialmente por 15 dias, a partir de terça-feira (17) podendo ser suspensas por mais 15.
A medida faz parte do plano de contingenciamento contra o coronavírus. O estado ainda não tem nenhum caso confirmado para Covid-19.
O decreto da suspensão das aulas deve ser publicado pelo governo até a terça-feira (17).
Segundo o secretário de Educação, Suamy Vivecananda Lacerda de Abreu, a determinação para suspensão das aulas vale para faculdades, creches e escolas privadas.
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“O decreto será de 30 dias, mas nos 15 dias iniciais nós vamos estudar a situação do estado. Se tiver melhorado a questão de Covid-19 em 15 dias, nós retornamos com as aulas. Se não, ficará parado com 30 dias”, diz Suammy.
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Rondônia tem 24 casos suspeitos de coronavírus, segundo a Secretaria Estadual de Saúde. No fim de semana, o governador Marcos Rocha se reuniu com a equipe do governo para elaborar um decreto com direcionamentos protetivos.

Suspensão é devido para evitar coronavírus no estado — Foto: Getty images via BBC
Rondônia tem 24 casos suspeitos, sendo 13 em Porto Velho, oito em Ariquemes, um em Ji-Paraná e dois em Vilhena. Entre os casos suspeitos estão pessoas de 20 a 50 anos e apenas uma criança.
Um dos casos investigados pelas autoridades é de uma criança de Vilhena que retornou de uma viagem dos Estados Unidos e apresentou sintomas do novo coronavírus. Com a suspeita de coronavírus na cidade, o Hospital Regional suspendeu visitas na unidade pelos próximos 30 dias.
Em entrevista coletiva à imprensa, o secretário Fernando Máximo ressaltou que não existe caso confirmado em Rondônia.
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O governador Marcos Rocha irá editar decreto nas próximas horas. A informação foi repassada durante coletiva com autoridades da saúde. Segundo Suamy Vivecananda, apesar da autonomia das esferas estadual, municipal e rede privada, ele acredita que escolas particulares e até faculdades devem seguir a mesma regra.
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Polícia investiga morte de menina de 9 anos em UPA de Campo Grande

A Polícia Civil investiga a morte de uma menina de 9 anos que deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Universitário, na tarde dessa quarta-feira (4/3), em Campo Grande (MS).
As autoridades foram acionadas para atender a ocorrência na unidade de saúde, onde a equipe médica informou que a criança não apresentava indícios de violência nem sinais de maus-tratos.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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CNJ mantém pena de juiz que omitiu relação com advogado de facção

O juiz Antônio Eugênio Leite Ferreira Neto, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), apresentou recurso contra a decisão que o aposentou compulsoriamente, em 2024, ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que rejeitou o pedido e manteve a punição, nesta semana.
O conselho considerou que o magistrado não declarou suspeição ao julgar processo de advogado com quem manteve relacionamento. A defesa, por sua vez, alegou que ele estaria sendo vítima de homofobia na análise do caso.
Entretanto, ao apresentar divergência do relator — conselheiro Ulisses Rabaneda, que considerou parcialmente procedente o pedido de revisão disciplinar —, o corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, destacou que não vislumbrou conduta homofóbica do TJPB.
Ele enfatizou que o fato de o juiz manter proximidade com o profissional configurava violação ao Código de Ética da Magistratura e defendeu que as infrações cometidas pelo juiz comprometem de forma grave a imagem da magistratura.
“A clientela do advogado estava envolvida em organização criminosa, tráfico de drogas e homicídio. A independência e a imparcialidade não são privilégios do juiz, e sim garantias que o magistrado tem o dever de observar, preservar e guardar em favor do jurisdicionado, afastando-se de qualquer causa que potencialize a alteração da sua posição equidistante”, afirmou Campbell Marques.
Relembre o caso
O reú era da 2ª Vara da Comarca de Itaporanga (PB). A condenação teve como base acusações formuladas pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), que apontou desvios funcionais do magistrado, incluindo a parcialidade em suas decisões judiciais, subversão da ordem processual e o favorecimento de um advogado amigo íntimo.
O advogado, investigado por sua proximidade com uma facção criminosa, foi citado em diálogos interceptados que indicavam seu poder de influência junto ao juiz para desmanchar processos criminais. O magistrado também foi acusado de compartilhar informações sigilosas das investigações com o advogado, que repassaria esses dados para os criminosos.
A decisão unânime pela aposentadoria compulsória, que garantiu ao magistrado vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, foi tomada devido à violação dos princípios de imparcialidade, decoro e moralidade pública por parte do juiz.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Mulher é atingida por bala perdida enquanto amamentava bebê no MS

Uma mulher de 27 anos foi atingida no peito por uma bala perdida na tarde dessa quarta-feira (4/3), em Dourados (MS). No momento do disparo, a vítima amamentava o filho de 1 ano.
Segundo informações iniciais, a mulher varria o quintal de casa e, logo em seguida, foi amamentar o filho quando os médicos constataram que uma munição havia ficado alojada em seu corpo.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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