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Gladson manda montar estrutura para vacinar acreanos a partir de 18 anos nos 17 municípios da fronteira Bolívia-Peru

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A secretaria de saúde prepara grupos de ajuda que serão enviados aos 17 municípios acreanos da fronteira com Bolívia e Peru. A missão está sendo batizada como “mega vacinação” que deve começar ainda essa semana. O governo vai utilizar as 110 mil doses de vacina da Pfizer que chegarão nesta semana para imunizar a população acreana que habita as fronteiras. A meta é chegar a todos os cidadãos a partir dos 18 anos.

O governador Gladson Cameli se empenha para ajudar a sua equipe técnica e construir o projeto de vacinação. A logística construída pelo governo deve ser discutida com cada município, segundo o governador.

Ainda não existe uma data definida para a chegada dos imunizantes.  As equipes estão sendo preparadas para receber o grande carregamento, fazer a distribuição e ajudar as prefeituras na vacinação.

Geralmente, as prefeituras não têm pessoal suficiente para atender uma grande demanda e o projeto é vacinar o mais rápido possível para não perder doses.

Das 110 mil doses previstas, 98 mil serão distribuídas para os 17 municípios fronteiriços. O restante ficará em outras cidades como Bujari, Porto Acre, Tarauacá, Senador Guiomard e Rio Branco que pode receber 8 mil doses e assim dará continuidade no seu programa que tem como meta chegar aos 20 anos ainda essa semana.

Segundo a Secretária de Saúde, Paula Mariano, quanto à vacinação para menores de 18 anos, tudo depende do Ministério da Saúde.

“Se for feita a liberação, as vacinas que sobrarem do público acima dos 18 anos nos municípios de fronteira já podem ser aplicadas para quem está em uma faixa abaixo dessa idade”, explicou a secretaria.

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Remédios devem ter reajuste no preço de até 3,81% a partir de 1.º de abril

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A estimativa é do Sindusfarma e se baseia no cálculo definido todos os anos pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos

O preço dos remédios deve ter reajuste médio de 1,95% a partir de 1º de abril. Segundo estimativa do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos), o aumento anual deve variar entre 1,13% e 3,81%.

Assim, a alta média (1,95%) ficará abaixo da inflação medida pelo IPCA, de 3,81% no acumulado de 12 meses (março de 2025 a fevereiro de 2026).

A estimativa se baseia na fórmula de cálculo elaborada pela Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), ligada à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O governo federal ainda dará o aval ao índice de reajuste, que atinge 13 mil produtos. O aumento anual entra em vigor em 1.º de abril de 2026.

O reajuste não é automático nem imediato. Segundo o Sindusfarma, a concorrência entre as empresas do setor influencia os preços, já que medicamentos com o mesmo princípio ativo e da mesma classe terapêutica são oferecidos por diversos fabricantes e vendidos em milhares de pontos de venda em todo o país.

“O consumidor deve pesquisar os preços nas farmácias e drogarias antes de comprar o medicamento prescrito”, orienta Nelson Mussolini, presidente executivo do Sindusfarma.

“Dependendo da reposição de estoques e das estratégias comerciais dos estabelecimentos, esses aumentos podem demorar meses ou nem acontecer”, explica o executivo.

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Emboscada termina com dois jovens mortos no segundo distrito de Rio Branco

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Polícia aponta possível ligação com guerra entre facções; vítimas tinham 17 e 19 anos

Uma emboscada registrada na madrugada desta sexta-feira (27) resultou na morte de dois jovens no bairro Belo Jardim 2, no segundo distrito de Rio Branco.

Segundo informações da polícia, o jovem Cleildson Quirino Lima, de 19 anos, conhecido como “Boladão”, recebeu uma ligação de um suposto amigo solicitando um encontro na rua 11 de Fevereiro, sob a justificativa de repassar uma quantia em dinheiro.

Ao sair de casa para encontrar o adolescente Eduardo Mateus Leal, de 17 anos, conhecido como “Capetinha”, Cleildson foi surpreendido por diversos disparos de arma de fogo e morreu ainda em frente à residência.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada, mas apenas pôde constatar o óbito da vítima. A área foi isolada pela Polícia Militar para preservação da cena do crime, enquanto o Departamento de Polícia Técnico-Científico (DPTC) realizou os primeiros levantamentos. O Instituto Médico Legal (IML) fez a remoção do corpo.

Cerca de duas horas depois, por volta das 5h30, um segundo corpo foi encontrado nas proximidades, ao lado de um terreno. A Polícia Militar foi novamente acionada e identificou a vítima como sendo Eduardo Mateus Leal.

De acordo com as investigações preliminares, Eduardo estaria acompanhado de outros seis suspeitos e teria participado da emboscada contra Cleildson. A principal linha de apuração aponta que o adolescente pode ter sido morto pelos próprios comparsas durante a ação.

No local, peritos encontraram diversas cápsulas de pistola calibre 9 milímetros. A polícia também informou que os dois jovens teriam ligação com organizações criminosas, e o crime pode estar relacionado à disputa entre facções.

Investigadores da Equipe de Pronto Emprego (EPE) estiveram na área coletando informações. O caso será conduzido pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que seguirá com as investigações para identificar e prender os envolvidos.

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Moradores denunciam escuridão, abandono e falta de saneamento em rua do bairro José Hassem

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Sem iluminação, tomada pelo mato e com acúmulo de lixo, via se torna intrafegável e preocupa moradores com segurança e saúde

Moradores do bairro José Hassem, o mais antigo de Epitaciolândia, denunciam a situação de abandono na rua Valter Sena Farias, que enfrenta há mais de um ano a ausência total de iluminação pública.

Segundo relatos, a escuridão tem dificultado o tráfego e aumentado a sensação de insegurança na região. Mesmo durante o dia, a via apresenta condições precárias, com trechos praticamente intransitáveis, o que impede a circulação de veículos e até de motocicletas.

Foto: Keliton Diogo

A falta de manutenção também é apontada como um dos principais problemas. O mato alto tomou conta da rua, enquanto o acúmulo de lixo nas laterais evidencia a ausência de serviços básicos, como limpeza urbana e saneamento.

Moradores relatam ainda que, após a substituição da iluminação pública nos postes, um dos pontos de luz permaneceu inativo, sem qualquer reparo desde então. Com isso, muitos precisam buscar rotas alternativas, passando por áreas mais baixas para conseguir acesso a outras partes do bairro.

Desde a troca da iluminação pública, o ponto de luz permanece sem funcionar.              Foto: Keliton Diogo

As imagens e relatos evidenciam o descaso na localidade. A falta de iluminação, aliada à precariedade da infraestrutura e à ausência de saneamento, não afeta apenas o direito de ir e vir, mas também coloca em risco a segurança e a dignidade da população.

Diante do cenário, os moradores cobram uma resposta das autoridades e aguardam medidas urgentes que garantam melhores condições de infraestrutura, segurança e qualidade de vida na comunidade.

 

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