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Gladson Cameli propõe criação de Secretaria Adjunta de Empreendedorismo e Turismo no Acre
Projeto enviado à Aleac prevê extinção do cargo de Ouvidor Fundiário para custear nova estrutura; governo afirma que medida visa agilizar gestão sem criar despesas extras

De acordo com o chefe do Palácio Rio Branco, essa providência tem o objetivo de aperfeiçoar, além da gestão da Secretaria, a governança e a capacidade de execução da política estadual de turismo e de estímulo ao empreendedorismo.
O governador Gladson Cameli encaminhou à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira (28) um projeto de lei que cria a Secretaria Adjunta de Empreendedorismo e Turismo dentro da estrutura da Secretaria de Turismo e Empreendedorismo (SETE). A proposta tem como objetivo aperfeiçoar a gestão e aumentar a capacidade de execução das políticas estaduais para esses setores.
De acordo com a justificativa do governo, a nova secretaria adjunta funcionará como unidade administrativa superior às diretorias existentes, criando um ponto de coordenação executiva que integrará planejamento, orçamento e entrega de políticas públicas.
“Isso reduzirá retrabalho e tempos de decisão entre o Gabinete do Secretário e as Diretorias”, afirmou Cameli.
Aspectos financeiros e estruturais:
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Custeio: O salário do secretário adjunto sairá do valor mensal de R$ 2.264.297,19 já destinado ao pagamento de cargos comissionados
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Compensação: O cargo de Ouvidor Fundiário e de Meio Ambiente será extinto (matéria também está na Aleac para apreciação)
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Sem nova despesa: Governo enfatiza que não está criando novo cargo, mas reestruturando a organização existente
A proposta busca otimizar a gestão do turismo e empreendedorismo no estado, setores considerados estratégicos para o desenvolvimento econômico do Acre, sem onerar adicionalmente os cofres públicos.
Veja a nota na íntegra
Nota de esclarecimento sobre proposta de remanejamento de cargo no governo do Acre
O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Turismo e Empreendedorismo (Sete), informa que o projeto de lei encaminhado à Assembleia Legislativa do Acre nesta segunda-feira, 27, que estabelece a estrutura básica da administração do Poder Executivo e visa à inclusão do cargo de secretário adjunto à pasta, não acarretará ônus financeiro ao Estado.
Destaque-se, ainda, que o projeto trata apenas de remanejamento do cargo de uma secretaria para outra, além de determinar a extinção do cargo de ouvidor agrário do Estado.
O custeio da remuneração do secretário adjunto da Sete será deduzido do valor referencial mensal, previamente estipulado no Art. 2º da Lei nº 4.085, de 16 de fevereiro de 2023.
Ressalte-se que a alteração na Lei Complementar nº 419, de 15 de dezembro de 2022, que estabelece a estrutura básica da administração do Poder Executivo, tem o objetivo de aperfeiçoar, além da gestão da pasta, a governança e a capacidade de execução da política estadual de turismo e de estímulo ao empreendedorismo, áreas de competência da secretaria, em benefício da geração de emprego e renda, do ambiente de negócios e do desenvolvimento sustentável do estado.
Marcelo Messias
Secretário de Estado de Turismo e Empreendedorismo
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Paranaense volta ao Brasil após 9 meses lutando na guerra da Ucrânia

O maringaense sargento Dias, de 33 anos, retornou recentemente ao Brasil após passar quase nove meses em combate na guerra na Ucrânia. Instrutor militar e de defesa pessoal, ele integrou um grupo de operações especiais formado por brasileiros e participou de missões em regiões estratégicas do conflito, incluindo a área de Kupiansk, próxima à fronteira com a Rússia.
Antes de seguir para o front europeu, Dias atuava como instrutor credenciado pela Polícia Federal, ministrando treinamentos para forças de segurança pública e privada, clubes de tiro e empresas de segurança. Também é instrutor de Krav Maga e Muay Thai, além de desenvolver projetos voltados à defesa pessoal feminina, em resposta ao aumento dos casos de violência contra mulheres.
Leia a reportagem completa no GMC Online, parceiro do Metrópoles.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Master: CPI do Crime Organizado pedirá quebras de sigilo e convocações

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, no Senado Federal, vai apresentar requerimentos sobre o caso do Banco Master.
Em entrevista à TV Metrópoles, o senador e relator da comissão, Alessandro Vieira (MDB), afirmou que o colegiado vai apresentar pedidos de quebra de sigilo e convocações para empresas e pessoas físicas envolvidas no caso.
“Vamos apresentar nesta semana os requerimentos de quebra de sigilo e eventualmente de convocação de pessoas para prestar esclarecimentos, porque é muito grave essa intercessão da quadrilha do Banco Master e de figuras púbicas nos Três Poderes, com destaque para os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes”, declarou.
De acordo com o parlamentar, o plano de trabalho da comissão tem uma área voltada para fintechs, lavagem de dinheiro e escritórios de advocacia, o que coloca o caso do Banco Master no escopo de atuação da CPI do Crime Organizado e do Senado Federal.
Vieira não adiantou nomes de possíveis alvos dos requerimentos, mas afirmou que a atuação da CPI deve ter início nas suspeitas de intercessão do poder público no Banco Master, além de mirar pessoas físicas e jurídicas ligadas à instituição financeira.
“Nós teremos quebra de sigilo das pessoas jurídicas [empresas] que fazem parte dessa atuação, como escritórios de advocacia, fundos imobiliários, o resort vinculado a família do ministro Dias Toffoli e, no passo seguinte, a convocação das pessoas físicas para esclarecimentos”, adiantou o senador.
CPI do Crime Organizado
A CPI foi instalada no início de novembro de 2025, na esteira da megaoperação realizada no Rio de Janeiro que mirou o Comando Vermelho e evidenciou a disputa por controle territorial no estado.
A operação deu fôlego ao pedido de criação da comissão e ampliou a pressão para que o Senado se dedicasse ao tema.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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PMDF defende que Bolsonaro tenha visita aos sábados e faça caminhada

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido para autorizar mudanças no regime de custódia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente preso na Papudinha, em Brasília.
Entre as solicitações estão a realização de visitas aos sábados e a permissão para que Bolsonaro possa fazer caminhadas em áreas controladas da unidade.
O pedido foi feito após avaliação da corporação sobre as condições de segurança envolvendo a custódia do ex-presidente, classificado como “custodiado sensível” em razão do cargo que exerceu, da repercussão institucional do caso e do risco potencial de hostilidades ou incidentes.
Segundo a PMDF, a mudança do dia de visita da quinta-feira para sábado teria como objetivo reduzir riscos à segurança institucional.
Nos dias úteis, segundo a corporação, há fluxo intenso de servidores, atividades administrativas e coincidência com o dia de visita dos demais presos da unidade, o que dificultaria a segregação adequada dos ambientes e o controle rigoroso de acesso.
Nesse sentido, aos sábados, com a redução do fluxo interno, a corporação avalia que seria possível maior previsibilidade operacional e segurança, sem prejuízo ao direito de visita.
“Aos sábados, verifica-se redução expressiva do fluxo interno, inexistência de expediente administrativo regular, ausência de coincidência com o dia de visita dos demais custodiados e maior previsibilidade operacional”, diz o documento.
Além disso, a PMDF defende que Bolsonaro possa realizar caminhadas de forma restrita, supervisionada e em locais previamente definidos, como o campo de futebol ou uma pista asfaltada nos fundos do local.
A solicitação foi feita com base em recomendações médicas e prevê escolta permanente, sem contato com outros custodiados e com baixo impacto operacional.
“Ressalta-se que tais ambientes oferecem melhores condições de controle, visibilidade e previsibilidade dos deslocamentos, permitindo vigilância continua e pronta intervenção do efetivo policial, além de afastar qualquer contato com outros custodiados”, ressalta a PMDF.
O ofício também trata da possibilidade de extensão da assistência religiosa ao ex-presidente, nos mesmos moldes adotados na unidade, com acompanhamento da capelania da PMDF e supervisão do efetivo policial.
A corporação alega que as medidas não configuram privilégio, mas que são ações preventivas voltadas à preservação da segurança institucional, da ordem interna e da integridade física do custodiado, de visitantes e dos próprios policiais militares.
Bolsonaro está preso após ter sido condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 27 anos e três meses de prisão por liderar a trama golpista que culminou nos ataques às sedes dos Três Poderes.
Recentemente, o ex-presidente foi transferido da Superintendência da Polícia Federal em Brasília para o Complexo da Papuda, por determinação do ministro Alexandre de Moraes.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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