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Acre

Gasolina a R$ 11: Marechal Thaumaturgo tem o combustível mais caro do Acre

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O preço médio da gasolina no Acre era de R$ 7,49 para a versão comum e R$ 7,51 para a aditivada. Isso significa que os consumidores de Marechal Thaumaturgo pagam R$ 3,51 a mais por litro em comparação ao restante do estado

Quem tem barco, moto ou carro sofre com isso, e o custo acaba sendo repassado para tudo que compramos aqui”, afirma um morador. Foto: cedida 

Os moradores de Marechal Thaumaturgo, município às margens do Rio Juruá, enfrentam o preço mais alto da gasolina no Acre. Nesta terça-feira (11), o litro do combustível é vendido a R$ 11, enquanto o diesel comum custa R$ 10,40.

O valor está bem acima da média estadual. Em janeiro de 2025, segundo o blog da Localiza, o preço médio da gasolina no Acre era de R$ 7,49 para a versão comum e R$ 7,51 para a aditivada. Isso significa que os consumidores de Marechal Thaumaturgo pagam R$ 3,51 a mais por litro em comparação ao restante do estado.

O alto custo do combustível na região é atribuído principalmente à dificuldade logística. Como o município não tem acesso por rodovias, o transporte de mercadorias depende de embarcações e aviões, o que encarece os produtos.

Motoristas e comerciantes locais relatam dificuldades com os preços elevados. “Fica difícil para todo mundo. Quem tem barco, moto ou carro sofre com isso, e o custo acaba sendo repassado para tudo que compramos aqui”, afirma um morador.

A situação reacende o debate sobre políticas de subsídio e alternativas para reduzir o impacto dos preços na população de cidades isoladas do Acre. Foto: cedida 

A alta no preço dos combustíveis em Marechal Thaumaturgo é consequência da logística de transporte. Sem acesso por rodovias, o combustível precisa ser levado de barco ou avião, o que eleva os custos operacionais. Além disso, a falta de concorrência entre postos contribui para os preços elevados.

Sem expectativa de redução nos valores, os moradores da cidade seguem pagando um dos combustíveis mais caros do Brasil, enquanto lidam com os desafios de viver em um município isolado.

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Acre

Jovem de 26 anos é atropelada ao tentar atravessar a BR-364 correndo em Rio Branco; estado de saúde é grave

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Maria Fernanda Queiroz Neves sofreu corte profundo e hematoma extenso na cabeça após ser arremessada contra o asfalto. Motorista prestou socorro e acionou Samu e PRF.

Maria Fernanda recebe atendimento do Samu após ser atropelada na BR-364; estado de saúde é grave/Foto: ContilNet

Na tarde desta quinta-feira (13), Maria Fernanda Queiroz Neves, de 26 anos, foi atropelada ao tentar atravessar a BR-364, conhecida como Via Verde, nas proximidades da empresa Contax, no bairro Portal da Amazônia, em Rio Branco. Segundo testemunhas, a jovem caminhava pela calçada quando decidiu cruzar a rodovia correndo, sendo atingida por um veículo modelo Prisma, de cor preta e placa NDE-3D76, que trafegava no sentido centro-bairro.

Com o impacto, Maria Fernanda foi arremessada violentamente contra o asfalto, batendo a cabeça e sofrendo um corte profundo e um hematoma extenso. O motorista do carro parou imediatamente para prestar socorro, acionando o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a Polícia Militar. A PRF (Polícia Rodoviária Federal) também foi chamada ao local para isolar a área e auxiliar na perícia.

A vítima recebeu atendimento inicial de uma ambulância de suporte básico, mas, devido à gravidade das lesões, foi necessário o apoio de uma equipe de suporte avançado. Após ser estabilizada, Maria Fernanda foi encaminhada ao pronto-socorro de Rio Branco, onde permanece em estado grave. O motorista foi liberado após os procedimentos de praxe, e o veículo foi devolvido. O caso segue sob investigação.

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Acre

Prefeitura trará equipe de SP para ajudar na retomada da água em Rio Branco

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Especialistas chegam para reforçar reparos e acelerar normalização do serviço

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Acre

No Ayrton Senna, moradores enfrentam alagação com esgoto e pedem abrigo no bairro

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Foto: Whidy Melo

Os moradores do bairro Ayrton Senna, em Rio Branco, já sofrem com os impactos da cheia do Rio Acre. Na Travessa Campinas, parte da rua foi tomada por água de esgoto, que retornou devido à elevação do rio e se misturou com a enchente. O mau cheiro e a contaminação preocupam a população, que teme o agravamento da situação nos próximos dias.

Dona Maria Dorismar, moradora há 25 anos do bairro, relatou que a alagação já é um problema recorrente e pediu que um abrigo seja aberto em uma escola próxima ao bairro. Segundo ela, a Prefeitura planeja transferir as famílias para a Expoacre, local distante, o que dificultaria o deslocamento dos moradores para o trabalho, escolas e atendimentos médicos.

“Não dá pra gente ir pra longe. Eu tenho um problema sério de saúde e preciso estar perto do Hosmac. Pedimos que tenham pena da gente e abram um abrigo em uma escola aqui no Ayrton Senna como nos anos anteriores”, apelou Dona Maria.

Foto: Whidy Melo

Outro morador, conhecido como Zé Galinha, destacou que a água suja sempre retorna com a cheia do rio, trazendo transtornos para quem vive na região. Ele também reforçou a preocupação com a segurança dos pertences, relatando que já teve canoas roubadas durante outras alagações.

A Defesa Civil já alertou que a situação deve se agravar no fim de semana. Enquanto aguardam uma solução das autoridades, os moradores tentam salvar o que podem e se preparam para mais um período difícil com a enchente.

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