Conecte-se conosco

Brasil

Forças Armadas da Venezuela reconhecem Delcy Rodríguez como presidente interina

Publicado

em

© Reuters/Leonardo Fernandez Viloria/Proibida reprodução

Apoio Militar e Rejeição à Intervenção Externa na Venezuela

As Forças Armadas da Venezuela, por meio do ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, manifestaram um posicionamento inequívoco de apoio à estrutura de poder nacional ao reconhecerem Delcy Rodríguez como presidente interina. Esta declaração veio acompanhada de uma veemente rejeição à intervenção dos Estados Unidos no país. Padrino López condenou a captura do presidente Nicolás Maduro por forças norte-americanas, exigindo sua libertação imediata e classificando o ataque como uma “ameaça global” que transcende as fronteiras venezuelanas e afeta a estabilidade regional e internacional.

O ministro enfatizou a natureza da intervenção, descrevendo-a como uma “pretensão colonialista” alinhada ao espírito da Doutrina Monroe, que historicamente tem justificado a ingerência norte-americana na América Latina e no Caribe. Esta retórica sublinha a percepção de uma violação da soberania nacional, ecoando episódios anteriores de intervenção direta dos EUA na região, como a invasão do Panamá em 1989 que resultou na captura de Manuel Noriega. A postura militar venezuelana, portanto, posiciona-se como uma defesa intransigente da autonomia e autodeterminação do Estado.

O rechaço à intervenção externa é solidificado pela alegação de que as ações estadunidenses visam não apenas a mudança de regime, mas também o controle geopolítico sobre a Venezuela. Críticos apontam que o movimento pode ter como objetivo afastar o país de alianças com potências como China e Rússia, além de garantir o acesso e controle sobre as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo. Ao mesmo tempo, o ministro Padrino López apelou à população para que retome suas atividades, um gesto que busca restaurar a normalidade e coesão interna frente à adversidade externa e assegurar a soberania nacional.

A Captura de Nicolás Maduro e as Acusações dos Estados Unidos

A captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, juntamente com sua esposa Cilia Flores, marcou um momento de alta tensão na política internacional, sendo realizada por forças de elite norte-americanas no sábado (3). O episódio ocorreu em meio a relatos de diversas explosões em bairros da capital venezuelana, Caracas, antes de Maduro e Flores serem levados para Nova York. Este evento foi prontamente repudiado pelo Ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino López, que classificou a ação como “uma ameaça global” e exigiu a imediata libertação do presidente capturado. A detenção de Maduro é vista como um novo capítulo de intervenções diretas dos Estados Unidos na América Latina, relembrando a invasão do Panamá em 1989, que culminou no sequestro do então presidente Manuel Noriega sob acusações de narcotráfico.

As acusações formuladas pelos Estados Unidos contra Nicolás Maduro ecoam o precedente de Noriega, baseando-se na alegação de que o líder venezuelano chefia um suposto cartel de drogas conhecido como “De Los Soles”. Contudo, a ausência de provas concretas que sustentem essa acusação tem sido um ponto de controvérsia, com especialistas em tráfico internacional de drogas questionando publicamente a própria existência de tal cartel. Previamente à captura, o governo do ex-presidente Donald Trump havia intensificado a pressão sobre Maduro, oferecendo uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à sua prisão, evidenciando a gravidade das intenções norte-americanas.

Além das acusações formais, a ação contra Maduro é amplamente interpretada por críticos como uma manobra geopolítica estratégica dos Estados Unidos. Tais analistas sugerem que o objetivo primordial seria isolar a Venezuela de seus aliados globais, notadamente China e Rússia, e, concomitantemente, assegurar um maior controle sobre as vastas reservas petrolíferas do país, que detém as maiores reservas comprovadas do planeta. Esta perspectiva adiciona uma camada de complexidade à narrativa oficial, sugerindo motivações que transcendem as acusações de narcotráfico e apontam para interesses estratégicos mais amplos na região.

Precedentes Históricos e Motivações Geopolíticas por Trás da Ação Americana

A recente ação dos Estados Unidos na Venezuela, que culminou na captura do presidente Nicolás Maduro, ressoa com ecos de uma longa história de intervenções diretas na América Latina, evocando a controversa Doutrina Monroe. Este episódio é percebido por muitos como mais um capítulo na busca de Washington por influência regional, alinhado a um padrão de segurança e interesses econômicos que moldaram a política externa americana no hemisfério. A retórica de ‘ameaça global’ utilizada por autoridades venezuelanas, em resposta à intervenção, sublinha a profundidade da tensão e a interpretação de que o evento transcende as fronteiras do país sul-americano, configurando uma pretensão colonialista sobre a América Latina e o Caribe, conforme declarado por Caracas.

Historicamente, o precedente mais notável para a atual situação venezuelana remete à invasão do Panamá em 1989, quando forças norte-americanas capturaram o então presidente Manuel Noriega sob acusações de narcotráfico. A similaridade é marcante: Maduro, assim como Noriega, foi alvo de acusações de liderar um suposto cartel – o ‘De Los Soles’ – por parte dos EUA, sem apresentação pública de provas conclusivas que sustentassem tais alegações. A recompensa de US$ 50 milhões oferecida por informações que levassem à prisão de Maduro reforça a natureza extraordinária e, para muitos críticos, a motivação política por trás da investida, replicando táticas de pressão já vistas na região.

As motivações geopolíticas por trás da ação americana são amplamente debatidas por especialistas. Críticos apontam que a intervenção é uma medida estratégica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos, como a China e a Rússia, países que têm fortalecido laços econômicos e militares com Caracas. Além disso, o controle sobre as vastas reservas de petróleo da Venezuela, as maiores do mundo, é frequentemente citado como um fator primordial. A instabilidade política e a subsequente intervenção poderiam abrir caminho para uma reorientação da política energética venezuelana, beneficiando indiretamente os interesses estratégicos e econômicos de Washington na região, reforçando a esfera de influência americana no continente.

O Papel do Supremo Tribunal de Justiça na Sucessão Presidencial

Em um cenário de profunda instabilidade política e vácuo de poder, o Supremo Tribunal de Justiça (TSJ) da Venezuela emergiu como um ator crucial na definição da linha sucessória presidencial. Sua decisão de que Delcy Rodríguez, então vice-presidente executiva, deveria assumir a presidência interina do país, após a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, sublinha o papel central que o tribunal assume em momentos de crise institucional. Constitucionalmente, o TSJ é a máxima instância judicial do país, responsável por garantir a supremacia da Constituição e a interpretação das leis, incluindo aquelas que regem a sucessão presidencial e a estabilidade democrática.

A atuação do TSJ nestas circunstâncias baseia-se na sua competência para dirimir conflitos de poderes e interpretar a Constituição, especialmente os artigos que preveem as causas de ausência absoluta do Presidente da República e a consequente assunção do vice-presidente ou de outras autoridades previstas na linha sucessória. Em um sistema presidencialista como o venezuelano, a legitimidade da sucessão é vital, e a chancela do mais alto tribunal é, em teoria, fundamental para conferir validade legal e institucional à transição de poder, preenchendo o vazio deixado pela ausência do líder eleito.

A validação da posse interina de Delcy Rodríguez pelo TSJ teve o efeito imediato de proporcionar um respaldo jurídico interno à sua ascensão, mesmo diante de um cenário internacional de condenação e de incertezas. A celeridade da decisão do tribunal reflete a urgência em preencher o vácuo de poder, buscando assegurar a continuidade do Estado e de suas instituições perante uma intervenção estrangeira e uma crise interna. Este tipo de pronunciamento judicial é, portanto, um pilar fundamental na tentativa de estabilizar a governabilidade em momentos de excepcionalidade, embora em um contexto de polarização política, a independência e as decisões do TSJ frequentemente se tornem objeto de intenso escrutínio e controvérsia.

Repercussões Internacionais e a Posição da Comunidade Regional

O reconhecimento de Delcy Rodríguez como presidente interina pelas Forças Armadas venezuelanas, em meio à captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, deflagrou uma onda de reações na comunidade internacional, especialmente na esfera regional. O ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino López, foi enfático ao rechaçar a intervenção norte-americana, classificando-a como uma “ameaça global” e uma “pretensão colonialista” alinhada à Doutrina Monroe sobre a América Latina e o Caribe. Essa condenação encontrou eco imediato em diversas nações da região, que se mobilizaram para expressar sua preocupação e defesa da soberania venezuelana.

Em um movimento significativo de solidariedade regional, o Brasil, em conjunto com outros cinco países, emitiu um comunicado formal condenando veementemente o ataque à Venezuela. Adicionalmente, o Ministro das Relações Exteriores brasileiro, Mauro Vieira, participou de uma reunião da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) dedicada a discutir a grave crise venezuelana, sublinhando a preocupação coletiva com a soberania e a estabilidade da região. A ação militar estadunidense, que evoca precedentes como a invasão do Panamá em 1989 e a captura de Manuel Noriega, reforça a percepção de uma violação da autodeterminação dos povos latino-americanos e caribenhos, gerando forte repúdio e ativando mecanismos diplomáticos de defesa regional.

A postura dos Estados Unidos, que através de figuras como Marco Rubio sinaliza que Washington “trabalhará com a Venezuela se o país tomar decisões certas”, é interpretada por críticos como uma tentativa de ditar a governança interna venezuelana. Esta dinâmica acentua as repercussões geopolíticas do evento, sendo vista como uma estratégia para distanciar a Venezuela de aliados globais como China e Rússia, além de garantir maior controle sobre as vastas reservas petrolíferas venezuelanas. A crise, portanto, transcende as fronteiras, tornando-se um teste para a capacidade da comunidade regional de defender seus princípios de não-intervenção e soberania frente a ações consideradas unilaterais e hegemônicas.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

Comentários

Continue lendo
Publicidade

Brasil

Acidente com carro alegórico deixa ao menos 3 feridos na Sapucaí

Publicado

em

Alex Ferro | Riotur

Um acidente envolvendo um carro alegórico da escola de samba União de Maricá deixou ao menos três feridos durante os desfiles na Marquês de Sapucaí, Rio de Janeiro, na madrugada deste domingo (15/2).

O caso aconteceu no fim da apresentação. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), três homens foram atingidos pela alegoria na saída do último carro.

Uma das vítimas foi identificada como Itamar de Oliveira, integrante da escola. Ele teve uma fratura grave na perna direita e será submetido a uma cirurgia no Hospital Municipal Souza Aguiar.

Ainda segundo a secretaria, outros dois homens tiveram feridos leves. “Um deles foi atendido e liberado. O outro foi encaminhado para o Hospital Municipal Miguel Couto, para exames complementares”, diz o órgão, em nota.

A União de Maricá lamentou o incidente e informou que presta apoio ao integrante da escola atingido.

“Desde o ocorrido, a equipe da agremiação acompanha a situação de forma permanente, prestando todo o suporte necessário, inclusive com representantes no Hospital Municipal Souza Aguiar”, informou a agremiação.

“A União de Maricá manifesta sua solidariedade ao Sr. Itamar de Oliveira e seus familiares. Neste momento, nada é mais importante do que a saúde e o pleno restabelecimento do envolvido”, finaliza.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

Comentários

Continue lendo

Brasil

86 milhões de anos: ovos de ancestrais de crocodilos são achados em SP

Publicado

em

Segundo estudo, ovos seriam do grupo de crocodilomorfos, que deu origem aos crocodilos. Tamanho é de 6cm de comprimento e 3,4cm de diâmetro

Mais de 80 ovos fossilizados de ancestrais de crocodilos, com idade estimada entre 83 e 86 milhões de anos, foram descobertos na região de Presidente Prudente (SP), no interior de São Paulo, a cerca de 560 quilômetros da capital paulista.

A descoberta foi mencionada em um artigo científico publicado no dia 6 de fevereiro pelo Journal of Vertebrate Paleontology. O texto é assinado por diversos pesquisadores, alguns deles brasileiros.

De acordo com o estudo, os ovos seriam do grupo de crocodilomorfos – que deu origem aos crocodilos como os conhecemos atualmente, além de várias outras espécies que já foram extintas. O tamanho dos ovos é de 6 centímetros de comprimento e 3,4 centímetros de diâmetro.

Os crocodilomorfos são um grupo diverso de répteis arcossauros que incluem os crocodilianos modernos (jacarés, crocodilos, gaviais) e seus parentes extintos. Eles surgiram no período Triássico (há cerca de 225 milhões de anos), antes dos dinossauros, e evoluíram de ancestrais pequenos e terrestres para formas aquáticas, semiaquáticas e terrestres.

O que dizem os pesquisadores

Segundo o resumo do artigo científico, “as unidades do Cretáceo Superior do Grupo Bauru forneceram um registro fóssil abrangente de ovos e ninhos pertencentes a diferentes clados de répteis, como tartarugas, crocodiliformes e dinossauros”.

“Neste trabalho, relatamos a descoberta de diversas posturas de ovos na Formação Adamantina (Grupo Bauru), aflorando na cidade de Presidente Prudente (Estado de São Paulo, Brasil). A nova descoberta representa três posturas de ovos, totalizando 83 ovos, além de numerosas cascas de ovos isoladas”, relatam os pesquisadores.

O texto afirma ainda que “a disposição espacial dos ovos dentro das posturas é semelhante à observada em diferentes espécies de crocodiliformes atuais, uma disposição que resulta da construção de um buraco relativamente estreito em um substrato misturado com serapilheira”.

“Uma característica importante de uma das posturas é que ela contém um grande número de ovos (pelo menos 47), representando, portanto, a maior postura de ovos de crocodiliformes do Mesozoico já encontrada. Imagens de Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV) da superfície externa revelaram uma alta densidade de poros, sugerindo que ovos mais espessos e porosos facilitam a perda de água, compensando a deposição em ambientes mais úmidos”, diz o texto.

De acordo com os cientistas, “o conjunto de atributos converge com estruturas descritas para crocodiliformes”. “Em conexão com estudos conduzidos no Grupo Bauru, a correlação com Notosuchia (subordem de crocodilomorfos extintos que viveram, principalmente, durante o período Cretáceo) elucida aspectos mais amplos da adaptação desse clado, que inclui organismos especializados tanto em ambientes terrestres quanto em habitats mais úmidos”, afirmam.

“A nova descoberta revela novas implicações evolutivas para uma das faunas de crocodilomorfos fósseis mais diversas do mundo, revelando hábitos reprodutivos mais complexos e bem-sucedidos, com potenciais adaptações a ambientes ocasionalmente mais úmidos.”

Como os ovos foram encontrados

O material foi localizado, inicialmente, entre 2020 e 2022 em rochas da Formação Adamantina, na Bacia Bauru, no sítio paleontológico José Martin Suárez, em Presidente Prudente. Eles estavam com parte das cascas ainda preservadas, o que facilitou a identificação exata dos grupos aos quais pertenciam.

As descobertas foram feitas pelo diretor do Museu de Paleontologia de Marília (SP), no interior de São Paulo, William Nava, em setembro de 2020. Em outubro daquele mesmo ano, ele retornou ao local com a estudante Giovanna Paixão, hoje doutoranda no Laboratório de Paleobiologia da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), no Rio Grande do Sul – ela é a primeira autora do estudo. Nessa nova visita, ambos encontraram outras cascas de ovos preservadas. O trabalho faz parte da dissertação de mestrado de Paixão.

Segundo ela, os ovos encontrados na região constituem as maiores ninhadas já registradas no Brasil e no mundo relacionadas aos crocodilomorfos. O trabalho foi concluído em 2022, quando os blocos com ninhos foram levados à Unipampa para estudo.

A análise desse material envolveu estudo e observação sobre a arquitetura dos ovos, a microestrutura das cascas e a morfologia externa. A partir daí, foi possível atribuir os ovos aos ancestrais dos crocodilos.

Alguns desses ovos foram analisados por meio de um microtomógrafo computadorizado de alta resolução (chamado de microCT), que disponibiliza imagens precisas do interior e da estrutura dos ovos.

O microtomógrafo é um equipamento de imagem 3D de alta resolução – semelhante a uma tomografia computadorizada hospitalar – projetado para analisar amostras pequenas em detalhes minuciosos. Até o momento, no entanto, não foram encontrados restos ósseos ou vestígios de embriões.

Os materiais encontrados estão depositados na coleção paleontológica do Museu de Paleontologia de Marília. Os trabalhos de pesquisa de campo se encerraram em 2023.

Comentários

Continue lendo

Brasil

Motoristas são flagrados pela PRF a mais de 150 km/h na BR-060. Vídeo

Publicado

em

Reprodução/PRF-GO
Em Goiás, PRF flagra motoristas a mais de 150 km/h durante Operação Carnaval 2026.

Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) flagraram neste sábado (14/2) veículos a mais de 150 km/h na BR-060, em Goiás. Os registros foram feitos no primeiro dia de trabalho da Operação Carnaval 2026, que fiscalizará rodovias de todo o país até o próximo dia 18/2.

Segundo a PRF, os maiores registros de velocidade foram observados no km 50 da BR-060, que fica próximo de Anápolis (GO). A verificação ocorreu por meio de radares móveis.

Policiais rodoviários federais classificaram as ocorrências como um “festival de velocidade”. De acordo com a corporação, todos os motoristas que foram “flagrados acima do limite permitido serão autuados”.

A Polícia Rodoviária Federal também cobrou “prudência” dos motoristas e alertou que a fiscalização das rodovias será “intensificada durante todo o feriado prolongado em todas as BRs que cortam o estado de Goiás”.

Operação Carnaval

A Operação Carnaval 2026 começou nessa sexta-feira (13/2). Até a próxima quarta (18/2), agentes da PRF vão intensificar o monitoramento e a fiscalização nas rodovias federais.

“A PRF trabalha com a expectativa de grande movimento nos corredores rodoviários que levam aos destinos mais procurados no Carnaval, como Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina, Bahia, Pernambuco, Paraíba e Ceará”, informou a corporação.

Em 2025, mais de 3,5 milhões de testes de alcoolemia foram aplicados pela PRF nas rodovias do país. A fiscalização resultou na autuação de mais de 9 mil motoristas e foram notificados 43 mil pessoas por recusarem o teste do etilômetro.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

Comentários

Continue lendo