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Fiocruz agrava classificação de Rio Branco como extremamente crítica e recomenda medidas rígidas de isolamento

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Rio Branco tem 99% dos leitos de UTIs ocupados. Figura ao lado de cidades como Porto Velho com 100% de taxa de ocupação e Porto Alegre com 102%

Além disso, é necessário o reforço da atenção primária e das ações de vigilância, que incluem a testagem oportuna de casos suspeitos e seus contatos”, afirmam.

Por Marcos Venicios

O boletim extraordinário da Fiocruz publicado nesta quarta-feira (10), aponta situação extremamente crítica para a capital Rio Branco com relação a taxa de ocupação de leitos de UTI.

Diante do quadro que indicam sobrecarga e mesmo colapso de sistemas de saúde, os pesquisadores reforçam no Boletim a necessidade de ampliar e fortalecer as medidas não-farmacológicas envolvendo distanciamento físico e social, uso de máscaras e higienização das mãos.

“Nos municípios e estados que já se encontram próximos ou em situação de colapso, a análise destaca a necessidade de adoção de medidas de supressão mais rigorosas de restrição da circulação e das atividades não essenciais. Além disso, é necessário o reforço da atenção primária e das ações de vigilância, que incluem a testagem oportuna de casos suspeitos e seus contatos”, afirmam.

Segundo o observatório, Rio Branco tem 99% dos leitos de UTIs ocupados. Figura ao lado de cidades como Porto Velho com 100% de taxa de ocupação e Porto Alegre com 102%.

Ainda de acordo o boletim, das 27 capitais do país, 25 estão com taxa de ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos igual ou superior a 80%. Em 15 delas, a taxa é superior a 90%.

O documento destaca o aumento na busca por UTIs em quase todos os estados e no Distrito Federal. Apenas o Pará saiu da zona de alerta crítico para zona intermediária, com a queda do indicador de 82% para 75% na última semana.

O governo do Acre na contramão do que recomenda a Fiocruz, vem publicando medidas de flexibilização em alguns setores da economia. Postos de Gasolina, por exemplo que fechariam nos fins de semana, tiveram horários reduzidos de funcionamento.

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Líder de facção que ordenou fuga e atentado em presídio na BA é preso

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conjunto penal de eunapolis

A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ) prendeu, neste domingo (18/1), Tiago da Silva Rocha, o “Tiba”, apontado como líder da facção criminosa responsável pela fuga em massa do presídio de Eunápolis (BA) em dezembro de 2024 e pela tentativa de assassinato do diretor do complexo, Jorge Magno Alves, em maio de 2025.

O criminoso foi preso na cidade de Ilha Grande, Rio de Janeiro. Com ele, foi apreendida uma pistola 9 mm.

De acordo com as investigações, Tiba exercia a função de gerente logístico da facção, sendo responsável por coordenar o envio de drogas, armas e outros materiais ilícitos para Eunápolis e região, além de organizar rotas, distribuição e pagamento de comparsas envolvidos no esquema criminoso.

A operação contou com trabalho do Ministério Público da Bahia (MPBA), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e da Polícia Civil do Rio de Janeiro e da Bahia.

Fuga

Em dezembro de 2024, dezesseis presos fugiram de um presídio de Eunápolis depois que um grupo armado invadiu a cadeia e trocou tiros com agentes de segurança às 23h. Os presos estavam em duas celas, que foram abertas pelos bandidos.

A invasão do presídio foi feita por oito homens, que tinham como objetivo resgatar Edinaldo Pereira Souza, o “Dada”, apontado como chefe da facção criminosa Primeiro Comando de Eunápolis (PCE). Além dele, 15 detentos, membros da mesma organização, foram soltos.

Atentado

Já em maio de 2025, por volta das 17h40 nas proximidades da penitenciária de Eunápolis, criminosos efetuaram diversos disparos com armamento de grosso calibre contra o veículo habitualmente utilizado pelo gestor do presídio, Jorge Magno Alves.

Na ocasião, o carro estava ocupado apenas pelo motorista da unidade prisional, que foi baleado, mas sobreviveu ao atentado.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Acidente mata criança e fere outras 3. Nenhuma viajava na cadeirinha

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acidente-sc-171

Reprodução/NSC Total

Uma criança morreu em um acidente no interior de Passos Maia, no Oeste de Santa Catarina, no fim da tarde desse sábado (17/1), na SC-154. A colisão envolveu dois veículos, um carro e um caminhão. Além da criança morta, um homem e uma mulher foram encontrados nas presos nas ferragens e foram encaminhados para o hospital, a mulher em estado grave.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para atender o caso, e ao chegar constatou que outras três crianças já haviam sido encaminhadas ao hospital por populares. Elas tinham 1, 3 e 6 anos, e não estavam em cadeirinhas no momento da batida.

Leia a íntegra no NSC Total, parceiro do Metrópoles.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Rio Branco se aproxima da média histórica de chuvas para janeiro com risco de mais temporais

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Capital acumulou 91,4% da média mensal; previsão para próxima semana indica chuvas intensas e elevação do nível do Rio Acre

O Acre deverá enfrentar condições atmosféricas altamente favoráveis à ocorrência de chuvas intensas, com acumulados pontuais que podem ultrapassar 80 milímetros. Foto: arquivo

As chuvas persistentes das últimas semanas deixaram Rio Branco muito próxima de atingir a média histórica de precipitação para janeiro, com 261,4 milímetros registrados até a tarde de sexta-feira (16) – o equivalente a 91,4% da média mensal de 286,1 mm. O acumulado elevado é resultado de um período prolongado de instabilidade atmosférica, com eventos frequentes de chuvas fortes, trovoadas e ventania.

A situação exige atenção redobrada, já que a previsão indica condições favoráveis a chuvas intensas entre segunda (19) e quinta-feira (22), com acumulados pontuais que podem ultrapassar 80 mm. Paralelamente, o Rio Acre já está acima da cota de transbordo, atingindo 14,39 metros às 16h45 na tarde deste sábado, 17, em Rio Branco, segundo dados da plataforma De Olho no Rio, da Prefeitura da capital.

Caso a previsão se confirme, a capital deve superar a média histórica de janeiro, elevando os riscos de alagamentos urbanos, transbordamento de igarapés e impactos em comunidades ribeirinhas.

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