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Exército Brasileiro realiza ‘Operação Curare’ na tríplice fronteira acreana
Por Fernando Oliveira
A Companhia Especial de Fronteira subordinada ao Comando de Fronteira Acre/4º Batalhão de Infantaria, sob da coordenação da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, está realizando na região da tríplice fronteira (Brasil, Bolívia e Peru), ‘Operação Curare’.
As fiscalizações se concentram ao longo da BR 317 – Estrada do Pacifico, sentido Brasileia/Assis Brasil e nas Pontes Internacionais. Ação dos Militares contam ainda com reforço de outras forças de Segurança estaduais e federais.
De acordo com o Exército Brasileiro a ‘Operação Curare’ é realizada para intensificar a presença do Estado Brasileiro junto à faixa de fronteira, combater ilícitos como narcotráfico, contrabando e descaminho, tráfico de drogas, crimes ambientais, imigração ilegal.
Nesta quarta-feira, dia 27, mais uma edição foi realizada na BR 317 em dois pontos da BR 317 (Estrada do Pacífico), onde os militares montaram barreiras. Veículos de transportes coletivo e particulares foram parados e passaram por revista interna.
Realizada nessa região fronteiriça em anos anteriores os resultados desse tipo de operação tem obtido resultados significativos na apreensão de drogas, veículos roubados, foragidos da justiça e identificados outros tipos de crimes ilícitos.
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COMUNICADO IMPORTANTE – TRANS ACREANA
COMUNICADO – ALTERAÇÃO DE HORÁRIOS
A Trans Acreana informa que, devido aos recentes aumentos no preço do combustível, impactados também por fatores e oscilações do cenário internacional, serão realizados ajustes operacionais em algumas linhas.
A partir do dia 18 de março, passam a vigorar os seguintes horários:
Rio Branco x Bujari
06:00 • 07:00 • 09:30 • 11:30 • 13:50 • 17:30 • 19:30
Bujari x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:00 • 10:40 • 12:50 • 15:40 • 18:30
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Rio Branco x Senador Guiomard
06:00 • 07:00 • 09:30 • 12:00 • 14:10 • 17:30 • 19:30
Senador Guiomard x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:30 • 11:00 • 13:10 • 16:00 • 18:30
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Rio Branco x Porto Acre
08:00 • 18:30
Porto Acre x Rio Branco
06:00 • 17:00
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Cruzeiro do Sul x Mâncio Lima
08:00 • 11:30 • 14:30 • 17:00
Mâncio Lima x Cruzeiro do Sul
05:30 • 09:00 • 13:30 • 16:00
As alterações visam manter a continuidade dos serviços e o atendimento aos passageiros.
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MPAC apura irregularidades no Fundo da Criança e do Adolescente em Epitaciolândia
Procedimento acompanha falhas na gestão e busca garantir regularização e aplicação correta de recursos destinados à infância
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Governo do Acre confirma caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia
Paciente suspeito já era alvo de especulações; autoridades de saúde iniciam monitoramento e rastreamento de contatos
O Governo do Acre confirmou, na manhã desta terça-feira (17), um caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia. A informação foi divulgada por meio de comunicado oficial da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), após dias de especulações nas cidades acreanas e em Cobija, no lado boliviano.
Inicialmente, havia informações desencontradas sobre o paciente, incluindo a possibilidade de se tratar de um acadêmico de medicina. Também circulavam rumores de que o caso estaria sendo acompanhado fora do Brasil, o que gerou incertezas entre moradores da região.
A Mpox é uma doença viral, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, transmitida principalmente por meio do contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou materiais contaminados de pessoas infectadas.
Entre os principais sintomas estão erupções cutâneas, febre, ínguas, dores no corpo e sensação de fraqueza. O quadro clínico costuma durar entre duas e quatro semanas, e o tratamento é voltado para o alívio dos sintomas.
Após a confirmação, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nacional e o CIEVS de Fronteira foram acionados para dar início aos protocolos de monitoramento. Autoridades sanitárias de São Paulo e de Cobija também foram comunicadas para auxiliar no rastreamento de possíveis contatos.
A Sesacre informou que equipes da Vigilância Epidemiológica, do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e de outros órgãos foram mobilizadas para acompanhar o caso e aplicar as medidas previstas pelo Ministério da Saúde, incluindo o monitoramento e orientação de pessoas que tiveram contato com o paciente.
Segundo dados atualizados, o Brasil segue monitorando casos da doença em 2026, com maior concentração no estado de São Paulo, sem registro de óbitos até o momento.





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