Brasil
Ex-vereador e filho morrem após moto se atropelada por pick-up em ramal de Brasiléia

Ex-vereador Jonas Bandeira e seu filho, Gabriel, tiveram morte no local após terem a moto atropelada por caminhonete.
No ano de 2018, o ex-vereador do município de Brasiléia Jonas Sivirino Bandeira, recebeu a atriste notícia de ter perdido uma filha, o genro e o neto no interior do estado do Rio Grande do Norte (RN). A tragédia automobilística que ainda estava sendo superada pelos familiares, teve outro capítulo trágico na manhã deste sábado, dia 24.
Segundo foi apurado até o fechamento, Jonas Bandeira se deslocava pelo ramal Porto Carlos com acesso pelo km 67 da BR 317 (Estrada do Pacífico), quando foram surpreendidos por uma pick-up modelo Mitsubishi, colidindo frontalmente com a moto onde estava o ex-vereador Jonas Bandeiras e seu filho, Gabriel Melo Bandeira.

Corpo do ex-vereador que foi lançado após o impacto, foi localizado dentro mato alguns metros do local do impacto.
O impacto contra a moto foi brutal ao ponto de lançar o ex-vereador a metros de distancia dentro do mato, enquanto o filho foi lançado no meio do ramal. Ambos sofreram múltiplas fraturas pelo corpo e ferimentos graves que causou a morte no local.
Viaturas do SAMU, Polícia Militar e Polícia Civil foram até o local, mas nada puderam fazer, a não ser atestar o óbito do pai juntamente com o filho. Os corpos foram resgatados e levados para o necrotério do hospital Raimundo Chaar em Brasiléia, por volta das 12h40.
As informações de que o motorista da pick-up estaria em estado de embriagues alcoólica está sendo investigada pelas autoridades policiais. Dão conta ainda que o motorista e o carona teriam sido socorridos e conduzidos por terceiros para o pronto-socorro em Brasiléia, onde receberam atendimentos.
Foi quando o comando da Polícia Militar foi acionado e uma guarnição se deslocou ao hospital. Tão logo receberam a liberação médica, foram conduzidos para a delegacia para serem ouvidos sobre o caso.
Jonas Bandeira foi vereador e exerceu cargos na atual administração municipal e era atuante na política do município de Brasiléia, sendo bem quisto no meio político. A prefeita Fernanda Hassem através de sua assessoria emitiu uma nota de pesar lamentando a morte do ex-vereador e de seu filho.
O Boletim de Ocorrência ainda está sendo confeccionado.

Pick-up que bateu contra a moto chegou a capotar. o motorista e o carona foram levados ao hosipital e depois para a delegacia.
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Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025
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Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos
Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada
O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.
A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada
A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.
Veja vídeo reportagem com Kike Navala:
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PF pede ajuda da AGU contra decisão de Toffoli, mas não é atendida

A Polícia Federal (PF) buscou a ajuda da Advocacia-Geral da União (AGU) para apoio jurídico com o objetivo de questionar uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que definiu nominalmente os peritos da corporação responsáveis pela análise das provas colhidas no caso Banco Master.
A AGU, no entanto, descartou apresentar qualquer recurso em nome da União e orientou a corporação a levar o questionamento diretamente ao Supremo, caso considere necessário. Fontes da AGU confirmaram ao Metrópoles o pedido de ajuda negado.
A decisão do magistrado está dentro da investigação que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, no âmbito da Operação Compliance Zero.
Toffoli autorizou quatro peritos da PF a terem acesso integral aos documentos e dados apreendidos, determinando ainda que eles contem com o acompanhamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) durante os trabalhos periciais.
“Ressalto que os referidos peritos terão livre acesso ao material apreendido e deverão contar com o apoio da Procuradoria-Geral da República para acompanhamento dos trabalhos periciais”, escreveu Toffoli na decisão que causa incômodo dentro da PF.
Queda de braço
As provas recolhidas na segunda fase da operação também foram encaminhadas à PGR, responsável por acompanhar a extração dos dados.
Inicialmente, Toffoli havia determinado que todo o material ficasse lacrado e sob custódia do STF. Em seguida, reviu a decisão e transferiu a guarda para a PGR.
Somente em um terceiro momento autorizou o acesso direto dos peritos da PF, após a corporação alertar para possíveis prejuízos à apuração.
Toffoli reduz prazo para depoimentos
A mudança ocorreu após a PF informar limitações de pessoal e de salas disponíveis no STF.
Desde dezembro, o ministro tem cobrado publicamente o cumprimento dos prazos, chegando a mencionar “falta de empenho” da Polícia Federal. A corporação, por sua vez, atribui os atrasos a dificuldades operacionais. Para Toffoli, os depoimentos são fundamentais para o avanço da investigação e para a proteção do Sistema Financeiro Nacional.
O inquérito, que tramita sob sigilo no STF, apura suspeitas de fraudes envolvendo o banco controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, um dos principais alvos da investigação.
A primeira fase da Operação Compliance Zero ocorreu em novembro e resultou em sete prisões. Vorcaro chegou a ser detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos quando, segundo investigadores, tentava deixar o país em um avião particular com destino à Europa, mas foi solto dias depois por decisão judicial.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL




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