Acre
Estado lança programa Alfabetiza Acre/EJA para representantes dos núcleos de educação no interior
A Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esportes (SEE), por meio do Departamento de Educação de Jovens e Adultos (EJA), lançou oficialmente na tarde desta terça-feira, 21, no auditório da própria SEE, o programa Alfabetiza Acre/EJA para coordenadores e representantes dos núcleos do interior.
Participaram da abertura da jornada pedagógica para os representantes dos núcleos o secretário de Estado de Educação, Cultura e Esporte, Aberson Carvalho; a presidente do Conselho Estadual de Educação, professora Elisete Machado; a diretora de Ensino da SEE, Gleice Souza; o chefe do Departamento da EJA, Jessé Dantas; e o chefe do Departamento de Gestão de Redes, José Rego.

A jornada pedagógica realizada com os 21 núcleos da SEE do interior foi o momento de alinhar fundamentos de orientação pedagógica e administrativa para o programa, que irá iniciar, de acordo com o chefe do Departamento da EJA, no próximo dia 17 de junho. “O programa tem como objetivo garantir a educação de todos e erradicar o analfabetismo”, disse.
O secretário Aberson Carvalho destacou que, atualmente, há em todo o estado em torno de 70 mil pessoas que não sabem ler e escrever. “Erradicar o analfabetismo é um compromisso de governo e, por isso, estamos implementando o programa Alfabetiza Acre/EJA”, destacou.

“É um programa para quem ainda não teve oportunidade de aprender, por isso precisamos garantir a todos essa oportunidade, uma vez que o programa Alfabetiza Acre/EJA tem uma nova forma de ensino, uma nova metodologia. Queremos ver o nosso estado com uma alfabetização plena”, afirmou.
A diretora de Ensino da SEE, professora Gleice Souza, destacou a necessidade de implementar a política territorial para que o que é ensinado em Rio Branco, por exemplo, também possa ser ensinado em todos os outros municípios. “Nosso propósito é de uma política territorial, com a universalização do programa dentro do estado”, frisou.

A presidente do Conselho Estadual de Educação (CEE), professora Elisete Machado, destacou a importância de saber ler e escrever. “Ler e escrever é viajar pela leitura, é enxergar o mundo de uma forma diferente. O conselho é parceiro da SEE no sentido de ajudar, de orientar, pois além de órgão normativo, somos consultivo também”, disse.
O coordenador da EJA do Núcleo da SEE de Cruzeiro do Sul, professor José Adriano Silva de Oliveira, destacou a importância do programa. “É fundamental um programa como esse, fundamental o governo estar fomentando esse programa para que as pessoas possam vislumbrar uma ascensão social, já que muitos vivem à margem, porque não sabem ler e escrever”, destacou.
Fonte: Governo AC
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Rio Acre sobe 45 cm em nove horas e atinge 10,89 metros em Rio Branco
Elevação registrada neste domingo foi impulsionada por 35,6 mm de chuva; nível segue abaixo da cota de alerta

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Acre
Vídeo; Raio atinge árvore e mata bovinos em propriedade rural de Sena Madureira
Animais buscavam abrigo da chuva quando descarga elétrica atingiu o local, no km 25 da BR-364
Um fenômeno natural provocou prejuízo e assustou moradores da zona rural de Sena Madureira na tarde desta sexta-feira (9). Vários bovinos morreram após uma descarga elétrica atingir uma árvore em uma propriedade localizada no km 25 da BR-364, no trecho que liga o município a Rio Branco.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram os animais já sem vida espalhados pelo pasto logo após o ocorrido. Segundo relatos de moradores, o rebanho havia se concentrado sob a copa de uma árvore isolada na pastagem para se proteger da chuva intensa, no momento em que o raio atingiu o local.
Entre os animais mortos estão vacas e bezerros, o que representa um prejuízo significativo ao produtor rural responsável pela área.
Especialistas alertam que árvores isoladas em áreas abertas funcionam como pontos de atração para descargas elétricas, aumentando o risco de acidentes durante tempestades. A orientação é que, sempre que possível, os animais sejam mantidos afastados desses locais em períodos de chuva com incidência de raios.
O caso serve de alerta para produtores rurais e moradores da zona rural durante o inverno amazônico, período em que tempestades elétricas se tornam mais frequentes na região.
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Acre
Leila Galvão condiciona candidatura a deputada federal à formação de chapa competitiva pelo MDB
Ex-prefeita só concorre pelo MDB se partido tiver chapa competitiva; lista de possíveis candidatas inclui oito mulheres com histórico eleitoral

Caso o MDB não consiga estruturar uma campanha sólida, avalia-se que Leila Galvão poderá migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo do estado. Foto: captada
O cenário político do Acre para as eleições de 2026 já movimenta especulações e articulações nos primeiros dias do ano. Na região do Alto Acre, o nome da ex-prefeita Leila Galvão tem sido constantemente mencionado como possível candidata a deputada federal pelo MDB — desde que o partido consiga formar uma chapa competitiva. Caso contrário, ela avalia migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis, apoiada oficialmente pelo governador Gladson Cameli ao governo do estado.
Além de Leila Galvão, outros sete nomes femininos com trajetória eleitoral são citados como possíveis candidatas à Câmara dos Deputados: Socorro Nery, Antônia Lúcia, Fernanda Hassem, Márcia Bittar, Vanda Milani, Perpétua Almeida e Shirley Torres. A movimentação reflete o clima de definição de alianças e composições que marca o início do ano eleitoral no estado, onde, como destacam observadores políticos, “o acreano respira política de segunda a domingo, dia e noite”.
Contexto da articulação:
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Leila Galvão já declarou publicamente apoio a Mailza Assis, candidata oficial do governador Gladson Cameli (PP);
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O MDB estadual ainda não definiu sua estratégia de alianças para 2026;
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A condicionalidade reflete a busca por uma coligação viável que maximize suas chances de eleição.
Outros nomes femininos em evidência:
Além de Leila Galvão, são citadas como potenciais candidatas a deputada federal:
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Socorro Neri
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Antônia Lúcia
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Fernanda Hassem
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Márcia Bittar
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Vanda Milani
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Perpétua Almeida
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Shirley Torres
- Charlene Lima
Análise política:
A disputa por vagas femininas tende a ser acirrada, já que o Acre elege apenas oito deputados federais. A migração partidária é uma estratégia comum em anos eleitorais, especialmente quando há convergência em torno de um projeto majoritário – no caso, a eleição de Mailza Assis.
As convenções partidárias devem ocorrer entre julho e agosto, quando serão definidas as chapas e coligações. Até lá, os nomes devem circular entre legendas como PP, MDB, União Brasil, PL e Republicanos.
A condição imposta por Leila Galvão reflete o pragmatismo eleitoral que marca a política acreana: mais importante que a legenda é estar alinhada ao grupo hegemônico e ter viabilidade de votação.




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