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Especialista do Sicoob dá orientações de como se proteger de furtos e golpes financeiros durante o Carnaval

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Instituição financeira cooperativa destaca, também, seu produto para seguro de transações

Fevereiro de 2023 — Quem vai curtir o Carnaval, seja na rua, em locais fechados ou até na praia, precisa se atentar para não se tornar vítima de furtos, golpes e fraudes muito comuns nesta época do ano, principalmente os relacionados a cartões e aplicativos financeiros. De acordo com Dárcio Pereira Dias, gerente de Prevenção à Fraudes do Sicoob, esse período é bastante propício aos golpistas, já que as pessoas costumam reduzir a atenção durante os dias de folia.

“Além dos furtos e roubos de celulares, hoje existem diversas táticas usadas por criminosos para ludibriar as vítimas, conseguindo, assim, obter vantagens financeiras a partir de golpes que muitas vezes são simples de serem combatidos”, explica.

Dárcio ressalta, também, a importância de se precaver não só no Carnaval, mas durante todo o ano. Por isso, separou algumas orientações sobre procedimentos e ações que podem ser tomados para evitar aborrecimentos.

1 — Cartões de crédito/débito

Golpistas podem se aproveitar da pressa do cliente na hora da compra para coletar os dados do cartão, observar a digitação das senhas e devolver um plástico falso. Ou seja, ele consegue ali mesmo as informações que precisa para comprar posteriormente com o cartão original.

“É importante sempre verificar se o cartão devolvido é realmente o seu, por meio do nome impresso. Além de ficar atento na devolução, confira se houve alguma cobrança pelo app da sua instituição financeira”, comenta o gerente.

2 — Golpe da maquininha

Uma dica importante é sempre desconfiar de maquininhas que estejam com o visor danificado ou, também, se o vendedor não lhe apresentar o valor na tela. “Sempre peça para verificar, ainda mais se o seu cartão forcontactless. Nunca o aproxime da maquininha se não tiver certeza do valor cobrado”, destaca.

No caso de cartões que pagam por aproximação, outra orientação é protegê-los deixando o limite baixo.

3 — Furto/Roubo de celulares

Pode parecer comum, mas é essencial ressaltar a importância da atenção a furtos em meio a multidões. “Lembre-se de garantir que, mesmo que peguem o seu celular, não consigam acessar sua conta. Você pode se proteger ativando configurações de segurança, como o duplo fator de autenticação, bloqueio de aplicativos por biometria e senhas, entre outros”.

Além disso, garanta a segurança do seu celular com o bloqueio de tela inicial, biometria facial/digital e ative o bloqueio automático de tela. Em caso de furto/roubo, avise o Sicoob imediatamente ou ligue 0800 724 4420 e peça para desabilitar o acesso à sua conta.

4 — Segurança para o ano todo

Um alerta para o ano inteiro: é importante se atentar ao recebimento de e-mail, SMS e ligação por telefone. Não compartilhe seus dados. Em caso de dúvidas, entre em contato com sua instituição financeira.

5 — Dica bônus: Seguro Transações do Sicoob

O Sicoob disponibiliza aos seus cooperados o Seguro Transações, que protege as movimentações financeiras digitais (Pix, TED e DOC) e operações que envolvam boletos bancários, vouchers e duplicatas. O produto ampara, também, se a pessoa realizar saque ou compras sob coação, além de proporcionar a cobertura Bolsa Protegida (roubo ou furto da bolsa e seus pertences).

Oportuno não apenas para o Carnaval, mas em ocasiões do ano inteiro, atua com três planos de contratação, todos eles a partir de R$ 5 mensais. A contratação pode ser realizada pelo App Sicoob e está restrita a pessoas físicas cooperadas, correntistas titulares de contas junto ao Sicoob.

Sobre o Sicoob – Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem 7 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferecendo serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, marketplace, dentre outras soluções financeiras, o Sicoob é a única instituição financeira presente em 360 municípios. É formado por 348 cooperativas singulares, 14 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Ocupa a primeira colocação entre as instituições financeiras com a maior quantidade de agências no Brasil, segundo ranking do Banco Central, com 4.159 pontos de atendimento em mais de 2 mil cidades brasileiras. Acesse o site para mais informações.

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Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025

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O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet

O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet.

A região Norte apresentou o maior índice de crescimento do Brasil com 117,2 milhões de reais captados em 2025.

Comparando com os dados de 2023, a região teve um aumento de 81,4%, quando alcançou 64,6 milhões de reais em recursos.

O Norte vem numa crescente de captação de recursos via Lei Rouanet.

O aumento foi de 48,1%, quando registrou 79,1 milhões de reais na comparação com 2024. Destaca o secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do MinC, Henilton Menezes.

“Mesmo estados pequenos que historicamente não tinham projetos sendo executados, como Amapá, Acre, Roraima, Rondônia (+)
Hoje todos esses estados têm projetos sendo executados”.

Pelo terceiro ano consecutivo, a lei de incentivo do Ministério da Cultura bateu recorde de captação. / O volume total de recursos captados em 2025 atingiu a marca de 3,41 bilhões de reais, via renúncia fiscal.

Esse valor representa um aumento de 12,1% em relação ao captado em 2024.

A quantidade de propostas recebidas também cresceu. O secretário do MinC comenta.

“Durante o ano de 2025, mais de 25 mil propostas foram recepcionadas para serem transformadas em projetos, o que denota que de fato a formação que nós estamos oferecendo para novos proponentes está dando resultado”.

No Brasil, atualmente, 4.866 projetos culturais estão em execução em todos os 26 estados e no Distrito Federal.

Desde o primeiro ano da gestão da ministra Margareth Menezes, os números da Lei Rouanet demonstram o fortalecimento do mecanismo como principal instrumento de fomento cultural do país. Explica Henilton Menezes.

“Antes havia uma concentração muito grande nas capitais, mas hoje nós temos uma quantidade bastante significativa de projetos que são executados em cidades pequenas, cidades do interior”.

Outro dado que prova o crescimento da Lei Rouanet está no aumento do número de empresas patrocinadoras.

A quantidade de investidores cresceu 55,1% ao longo dos últimos quatro anos. / Em 2022 eram 4.029 e, em 2025, foram 6.250 pessoas jurídicas.

O Governo do presidente Lula segue ampliando o alcance das políticas públicas para que os recursos da cultura continuem chegando a todas as pessoas.

“Fizemos também no ano de 2025, ações de indução do investimento com programas especiais, realizando programas como o Programa Rouanet nas Favelas, o Programa Rouanet Nordeste, Programa Rouanet da Juventude, que são ações, que levam para quem não tem essa possibilidade, recursos já com patrocinadores garantidos”.

A Lei Rouanet completou 34 anos em 2025 e soma um investimento de 33,6 bilhões de reais em valores nominais ou 60,5 bilhões de reais em valores atualizados. //

Para mais informações sobre a lei acesse o site do MinC.

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Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos

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Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada 

O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.

A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada 

A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.

Veja vídeo reportagem com Kike Navala:

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PF pede ajuda da AGU contra decisão de Toffoli, mas não é atendida

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Ministro do Supremo Tribunal Federal STF José Antonio Dias Toffoli Metrópoles

A Polícia Federal (PF) buscou a ajuda da Advocacia-Geral da União (AGU) para apoio jurídico com o objetivo de questionar uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que definiu nominalmente os peritos da corporação responsáveis pela análise das provas colhidas no caso Banco Master.

A AGU, no entanto, descartou apresentar qualquer recurso em nome da União e orientou a corporação a levar o questionamento diretamente ao Supremo, caso considere necessário. Fontes da AGU confirmaram ao Metrópoles o pedido de ajuda negado.

A decisão do magistrado está dentro da investigação que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, no âmbito da Operação Compliance Zero.

Toffoli autorizou quatro peritos da PF a terem acesso integral aos documentos e dados apreendidos, determinando ainda que eles contem com o acompanhamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) durante os trabalhos periciais.

“Ressalto que os referidos peritos terão livre acesso ao material apreendido e deverão contar com o apoio da Procuradoria-Geral da República para acompanhamento dos trabalhos periciais”, escreveu Toffoli na decisão que causa incômodo dentro da PF.

Queda de braço

As provas recolhidas na segunda fase da operação também foram encaminhadas à PGR, responsável por acompanhar a extração dos dados.

Inicialmente, Toffoli havia determinado que todo o material ficasse lacrado e sob custódia do STF. Em seguida, reviu a decisão e transferiu a guarda para a PGR.

Somente em um terceiro momento autorizou o acesso direto dos peritos da PF, após a corporação alertar para possíveis prejuízos à apuração.

Toffoli reduz prazo para depoimentos

Além da controvérsia sobre a perícia, Toffoli também reduziu de cinco para dois dias o prazo para a realização dos depoimentos dos investigados. As oitivas, que estavam previstas para ocorrer entre 23 e 28 de janeiro, deverão agora ser concentradas em dois dias consecutivos.

A mudança ocorreu após a PF informar limitações de pessoal e de salas disponíveis no STF.

Desde dezembro, o ministro tem cobrado publicamente o cumprimento dos prazos, chegando a mencionar “falta de empenho” da Polícia Federal. A corporação, por sua vez, atribui os atrasos a dificuldades operacionais. Para Toffoli, os depoimentos são fundamentais para o avanço da investigação e para a proteção do Sistema Financeiro Nacional.

O inquérito, que tramita sob sigilo no STF, apura suspeitas de fraudes envolvendo o banco controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, um dos principais alvos da investigação.

A primeira fase da Operação Compliance Zero ocorreu em novembro e resultou em sete prisões. Vorcaro chegou a ser detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos quando, segundo investigadores, tentava deixar o país em um avião particular com destino à Europa, mas foi solto dias depois por decisão judicial.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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