Cotidiano
Em desdobramento da operação “Pacificar” Policia Civil prende mais um em Rodrigues Alves
Ascom/Policia Civil do Acre
Na manhã desta segunda-feira, 31, a Policia Civil em Rodrigues Alves prendeu F. J. S. da C. de 34 anos, quando tentava fugir para a capital em um ônibus intermunicipal. O preso é investigado pelo crime de roubo majorado.
Ele era um dos alvos da operação “Pacificar” ocorrida no último dia 25 de janeiro, em Rodrigues Alves, onde a policia prendeu cinco por integrar organização criminosa que age naquela região.
Em desdobramento da operação “Pacificar” após localização do Indivíduo F.J.S. da C. residindo no Ramal da Buritirana, foi constatado que havia mais um mandado de prisão em aberto por roubo qualificado, e que já respondia por quatro processos, um por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo e dois por roubo qualificado.
No dia 29 de janeiro, a equipe da Policia Civil em Rodrigues Alves realizou incursão para efetuar a prisão do individuo, mas obteve uma informação de que o mesmo estaria fugindo para a capital Rio Branco em um ônibus que saia da rodoviária de Cruzeiro do Sul.
Em posse das informações, os investigadores constataram que havia bilhete de passagem com referido nome para embarque na data de hoje. A equipe de policias de Rodrigues Alves informou a equipe de policiais de Sena Madureira que por sua vez montou barreira policial na BR-364 logrando êxito na prisão do investigado.
Após sua prisão, o fugitivo foi conduzido a Delegacia Geral de Sena Madureira para procedimento praxe e em seguida trasladado para o Sistema Prisional Manoel Neri em Cruzeiro do Sul, onde ficará à disposição da justiça.
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Suspeito de esfaquear ex-companheira com 16 golpes segue foragido em Sena Madureira
Crime é investigado como tentativa de feminicídio; vítima sobreviveu e está em recuperação
O homem identificado como José do Morro é apontado como principal suspeito de esfaquear a ex-companheira, Ocileide Alípio Coutinho, de 40 anos, em um crime registrado nesta quarta-feira (18), em Sena Madureira, no interior do estado. Até o momento, ele não foi localizado e continua foragido.
De acordo com as informações apuradas, a vítima foi atingida com ao menos 16 perfurações durante o ataque. Após a agressão, Ocileide foi socorrida e encaminhada ao Hospital João Câncio Fernandes, onde recebeu atendimento médico. Apesar da gravidade dos ferimentos, ela sobreviveu e permanece em recuperação.
Horas depois do crime, o suspeito publicou uma mensagem em tom de despedida no status do WhatsApp. No texto, afirmou estar vivendo “o pior dia” de sua vida, declarou ter cometido um erro e disse não saber se voltará a ser visto. A publicação rapidamente circulou entre familiares e conhecidos, ganhando repercussão nas redes sociais.
O caso é tratado como tentativa de feminicídio e mobiliza as forças de segurança do município, que seguem em buscas para localizar o suspeito. A polícia pede que qualquer informação que possa contribuir para a captura seja repassada de forma anônima às autoridades.
As investigações continuam.
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Banco é condenado após ‘rapar’ todo o salário de homem por dívidas

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) manteve a condenação de um banco que reteve o salário integral de um trabalhador no momento em que o dinheiro caiu na conta. Para a Primeira Câmara de Direito Privado da corte, houve falha na prestação do serviço bancário.
O valor retido foi utilizado pelo banco para quitar parcelas de contratos, sem que houvesse comprovação de autorização específica do cliente para o desconto direto na conta.
Para a corte, mesmo existindo a dívida, a instituição não pode se apropriar do salário do consumidor de forma automática. No entendimento dos magistrados, a instituição bancária deve buscar meios legais adequados para a cobrança, sem comprometer recursos destinados para despesas básicas do cliente.
O banco terá que devolver o valor “rapado” da conta.
Segundo o colegiado, não ficou comprovada autorização específica para que o banco realizasse débitos diretamente sobre o saldo da conta em que a cliente recebe seus vencimentos.
Para a Câmara, a retenção total do salário ultrapassa mero aborrecimento e configura dano moral, pois afeta diretamente a dignidade da pessoa e o chamado mínimo existencial.
O banco terá que pagar uma indenização para o consumidor, além de arcar sozinho com as custas e honorários dos advogados.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Philippe Coutinho anuncia saída do Vasco e cita saúde mental após críticas da torcida
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