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Eduardo Velloso toma posse no Senado assumindo mandato no lugar de Márcio Bittar

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O médico oftalmologista Eduardo Velloso (União Brasil) é o novo Senador da República representando o estado do Acre. Velloso assumiu o mandato no lugar de Márcio Bittar nesta terça-feira (31). Conforme divulgação do próprio Bittar, ele está se afastando para tratar de interesses particulares.

Agora empossado, Eduardo deverá permanecer no mandato de Senador pelos próximos 4 meses. O afastamento de Bittar tem relação com as eleições deste ano. Márcio deve se dedicar de forma integral a tentar viabilizar a candidatura de sua ex-mulher Márcia Bittar ao Senado pelo PL.

Já Eduardo Velloso disse que, mesmo antes de assumir, seu curto mandato será dedicado, principalmente, às questões de saúde pública, uma vez que é sua área de atuação.

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Ação conjunta entre as Polícias Civis do Acre e a Polícia Rodoviária Federal, com apoio da Polícia Civil do Amazonas, recupera mais de 40 cabeças de gado

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Uma ação conjunta da Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio do Departamento de Polícia da Capital e Interior (DPCI) e da Polícia Rodoviária Federal, com a Polícia Civil do Amazonas, resultou na recuperação de 45 cabeças de gado furtadas no último fim de semana de uma fazenda pertencente ao deputado federal Eduardo Veloso, localizada no município de Boca do Acre (AM).

Resposta rápida das forças de segurança resulta na recuperação de gado furtado e na prisão de um dos envolvidos. Foto: cedida

Durante a operação, as equipes conseguiram identificar um dos envolvidos no crime, de 45 anos com as iniciais E.A.C., que foi preso em flagrante e conduzido à Delegacia de Flagrantes (Defla), em Rio Branco. O suspeito deverá responder pelo crime de receptação dolosa.

Os semoventes foram localizados em propriedades distintas situadas na região da Vila Caquetá e também no município de Porto Acre, no Acre. A ação coordenada demonstrou a eficiência da integração entre as forças de segurança dos estados envolvidos, garantindo uma resposta rápida ao crime.

As investigações seguem em andamento e estão sendo conduzidas pela delegacia de Boca do Acre, uma vez que a propriedade da vítima está situada naquela região. O objetivo é identificar e responsabilizar todos os envolvidos na ação criminosa.

O diretor do DPCI, delegado Roberth Alencar, destacou a importância do trabalho conjunto para o êxito da operação. “Essa ação demonstra a força da integração entre as instituições de segurança pública. Em um curto espaço de tempo, conseguimos não apenas recuperar os animais subtraídos, mas também identificar um dos envolvidos, que já se encontra à disposição da Justiça”, afirmou o delegado.

Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL

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Justiça do Acre recomenda prioridade na análise de medidas protetivas contra violência doméstica

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Orientação determina que juízes avaliem pedidos com urgência, mesmo diante de dúvidas sobre competência do processo

A Corregedoria-Geral da Justiça do Estado do Acre publicou nesta quinta-feira, 19, a recomendação nº 3/2026, que orienta magistrados e magistradas de 1º grau a priorizarem a análise de pedidos de medidas protetivas de urgência em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, mesmo quando houver dúvida sobre a competência para julgar o processo.

Assinada pelo corregedor-geral, desembargador Nonato Maia, a medida tem como objetivo garantir maior celeridade e efetividade na proteção às vítimas, evitando atrasos que possam colocar em risco a integridade física, psicológica e moral das mulheres.

De acordo com o documento, sempre que houver viabilidade técnico-jurídica, os juízes devem analisar os pedidos de medidas protetivas antes de eventual declínio de competência, ou seja, antes de encaminhar o caso a outro juízo considerado competente. A orientação está fundamentada no artigo 18 da Lei Maria da Penha, que prevê a adoção de providências imediatas pela autoridade judicial nesses casos.

A recomendação ressalta que a análise rápida dessas medidas é fundamental para garantir a segurança das vítimas e preservar a efetividade da proteção judicial.

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Pai é preso após agredir filho de 12 anos com cinto em Cruzeiro do Sul: ‘Tentou abafar os gritos com a mão’

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Conforme um familiar da vítima, suspeito já praticou outras agressões com galho de azeitona e cipó, além de um remo de pesca. Prisão ocorreu na última segunda (16) em Cruzeiro do Sul

Vítima relatou a polícia que em outras agressões, o pai já usou galho de azeitona e um remo de pesca. Foto: Arquivo pessoal

Por Walace Gomes

Um homem de 33 anos foi preso suspeito de agredir o próprio filho, de 12 anos, com um cinto, na segunda-feira (16), no bairro Remanso, em Cruzeiro do Sul, no interior do Acre. Segundo informações da Polícia Militar (PM-AC), o adolescente havia passado o fim de semana na casa de um familiar e demorou para voltar para casa.

O homem foi buscar o adolescente e teria prometido aos familiares que não o agrediria. No entanto, ao chegar em casa, pediu que o menino tomasse banho e, em seguida, passou a batê-lo com um cinto. Após o caso, a vítima ficou sob os cuidados de familiares.

De acordo com o boletim de ocorrência, o pai do garoto afirmou que estava apenas “educando” o adolescente. O caso foi denunciado à PM e ao Conselho Tutelar e registrado como maus-tratos, com agravante por a vítima ser menor de idade.

Segundo a conselheira Erivalda Menezes, o adolescente foi encontrado com vários ferimentos, e, após o resgate, foram tomadas as medidas cabíveis.

“Informamos ao Ministério Público sobre o caso e fizemos demais encaminhamentos onde sugerimos que ele permaneça com os familiares, pois lá, terá todos os direitos assegurados”, concluiu.

Passou dos limites

Um familiar da vítima, que preferiu não ser identificado, contou que o suspeito teria tapado a boca do garoto durante as agressões para evitar que os vizinhos ouvissem os gritos.

“Antes de ir pegar o filho, o pai dele chegou a enviar vários áudios para o menino ameaçando bater nele, dizendo que iria usar um remo de pesca. Ao chegar em casa, esperou ele sair do banho, bateu com agressividade e ainda tentou abafar os gritos com a mão”, disse.

Segundo o familiar, o garoto demorou a voltar para casa por medo de ser agredido. Apesar das cobranças do pai, ele decidiu permanecer na casa do parente. “Ele sempre me falava que, quando o pai batia, passava dos limites”, destacou.

Irmã do adolescente também já sofreu agressões praticadas pelo pai. Foto: Arquivo pessoal

‘Pensava em tirar a própria vida’

Ainda segundo o familiar, as agressões não eram isoladas e também atingiam a irmã do adolescente, de 11 anos. Ele afirmou que o menino chegou a apresentar sofrimento emocional.

“Ele sempre bate assim, por motivos banais. Já chegou a bater com galho de azeitona e cipó, além de utilizar um remo quando estava com mais raiva. Foram várias agressões. Uma vez o garoto me disse que preferia morar em um abrigo e que pensava em tirar a própria vida porque não aguentava mais sofrer“, contou.

O homem é separado da mãe das crianças. Segundo o familiar, a madrasta não teria boa relação com os enteados. “Sempre aconselhamos que não queríamos nos meter na criação dos meninos, mas eles fugiam para a nossa casa após as agressões, pois já tinham desenvolvido trauma psicológico”, afirmou.

A Constituição Federal estabelece que é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente direitos fundamentais, além de colocá-los a salvo de toda forma de exploração e violência.

Veja como denunciar casos de maus-tratos e negligência a crianças e adolescentes:
  • Polícia Militar – 190: quando a criança está correndo risco imediato;
  • Samu – 192: para pedidos de socorro urgentes;
  • Delegacias especializadas no atendimento de crianças ou de mulheres;
  • Qualquer delegacia de polícia;
  • Disque 100: recebe denúncias de violações de direitos humanos. A denúncia é anônima e pode ser feita por qualquer pessoa;
  • Secretaria de Estado da Mulher (Semulher): recebe denúncias de violações de direitos da mulher no Acre. Telefone: (68) 99930-0420. Endereço: Travessa João XXIII, 1137, Village Wilde Maciel.
  • Profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros, precisam fazer a notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e polícia;
  • WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos:(61) 99656- 5008;
  • Ministério Público;
  • Videochamada em Língua Brasileira de Sinais (Libras).

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