Brasil
Dono de lotérica procura ganhador de R$ 37 milhões da Mega-Sena em RO e diz: ‘Sortudo pode nem saber’
Aposta única de Nova Brasilândia faturou prêmio milionário da Mega-Sena. Dono da lotérica diz que vários moradores apareceram dizendo ser o ganhador, mas ninguém apresentou o bilhete premiado.

Lotérica de Nova Brasilândia, local de onde saiu prêmio da Mega-Sena — Foto: Paulo HG/Arquivo pessoal
Por Jônatas Boni, G1 RO
Nova Brasilândia D’Oeste (RO), município com 20 mil habitantes, ficou nesta quarta-feira (5) sob a expectativa de saber quem é o mais novo milionário da cidade. Isso porque na noite de terça-feira (4) uma aposta feita na única lotérica local acertou as seis dezenas do concurso 2.368 da Mega-Sena e levou sozinha o prêmio de R$ 37.429.107,24.
As dezenas sorteadas foram: 04 – 07 – 13 – 25 – 36 – 58
Paulo HG, dono da lotérica, contou que vários moradores amanheceram na frente da casa de apostas dizendo ser o ganhador do prêmio.
“Esse é o assunto da cidade. Muita gente veio aqui de manhã [nesta quarta-feira] afirmando ter acertado as seis dezenas. Mas ninguém de fato apresentou o bilhete da aposta (único comprovante para poder sacar o dinheiro)”, afirma.
Ainda segundo Paulo, os moradores da pequena cidade estão na expectativa para saber quem é o novo milionário, mas a identidade dessa pessoa é um mistério.

Lotérica de onde saiu o prêmio único de R$ 37 milhões na Mega — Foto: Paulo HG/Arquivo Pessoal
“O sortudo pode ainda nem saber que ganhou R$ 37 milhões sozinho na Mega-Sena. A gente tá confeccionando uma faixa pra colocar aqui na frente da lotérica, pois queremos divulgar ao máximo a premiação, para que assim a pessoa não perca o prêmio, como aconteceu dia desses com o ganhador da Mega da Virada”, explica o dono da lotérica.
Mesmo a cidade sendo pequena e quase todos moradores se conhecerem, o empresário dono da casa lotérica não faz ideia de quem possa ser o vencedor.
“Essa pessoa fez a aposta mínima da Mega-Sena, que custa R$ 4,50. Aqui vem muitas pessoas humildes e que moram na zona rural, e possivelmente o vencedor da Mega pode ser um desses clientes”, afirma.

Números do concurso 2368 da Mega-Sena — Foto: Reprodução/Caixa
Nas redes sociais, moradores da cidade de Nova Brasilândia e da região brincaram com a possibilidade de talvez conhecerem o sortudo.
“Vê se não esquece de mim, amigo (a), porque se for parente daí ferrou ????”, escreveu uma moradora.

Internautas brincam sobre prêmio da Mega em Nova Brasilândia — Foto: Facebook/Reprodução
Por ser um prêmio milionário, o ganhador da Mega-Sena em Nova Brasilândia terá que ir até outra cidade para receber o dinheiro. Isso porque a lotérica não pode pagar prêmios acima de R$ 800 e a cidade não tem uma agência bancária da Caixa.
Valor recorde em Rondônia
R$ 37 milhões é o prêmio mais alto que já saiu na Mega-Sena em Rondônia. Até então, o maior valor pago no estado tinha sido de R$ 33 milhões, em uma aposta feita na capital Porto Velho.

Lotérica de Nova Brasilândia, RO — Foto: Arquivo Pessoal/Paulo HG
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Brasileiro diz ter sido coagido a servir no Exército russo após promessa de emprego
Família afirma que jovem de Roraima foi atraído por oferta de trabalho como motorista e pede apoio do governo brasileiro para repatriação
A família do brasileiro Marcelo Alexandre da Silva Pereira, de 29 anos, natural de Roraima, afirma que ele foi atraído por uma proposta de trabalho como motorista na Rússia, mas acabou sendo obrigado a servir no Exército russo após chegar ao país. Os parentes pedem apoio do governo brasileiro para trazê-lo de volta a Boa Vista, onde vivia com a esposa grávida e três filhos pequenos.
Segundo a família, Marcelo deixou Roraima após receber a oferta de um amigo brasileiro que também mora na capital roraimense. No entanto, ao desembarcar em Moscou, no dia 3 de dezembro, ele teria sido informado de que precisaria atuar no serviço militar. Já no dia 9, afirmou ter sido coagido a assinar um contrato com o Ministério da Defesa da Rússia, mesmo sem experiência militar e sem falar russo ou qualquer outro idioma estrangeiro.
A esposa, Gisele Pereira, de 24 anos, suspeita que o marido tenha sido vítima de tráfico humano. Ela relata que o passaporte foi emitido com apoio de um homem ligado a uma empresa com registro em São Paulo, que se apresenta nas redes sociais como assessoria para ingresso no Exército russo. A passagem aérea também teria sido comprada pela mesma empresa.
Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que a Embaixada do Brasil em Moscou acompanha o caso e presta a assistência consular cabível ao cidadão brasileiro.
De acordo com a família, Marcelo estaria atualmente em Luhansk, região da Ucrânia ocupada por forças russas, onde passa por treinamento militar. Gisele afirma que consegue falar com o marido de forma esporádica por meio do Telegram e que ele insiste no desejo de retornar ao Brasil.
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Quatro parlamentares do Acre assinam pela criação da CPMI do Banco Master
Deputados Coronel Ulysses e Roberto Duarte e senadores Alan Rick e Marcio Bittar oficializaram apoio à comissão que vai apurar possível interferência na segurança jurídica

Senadores Alan Rick e Márcio Bittar e deputados Coronel Ulysses e Roberto Duarte apoiam investigação sobre possível interferência política e judicial no banco. Foto: captada
Parlamentares da bancada federal do Acre manifestaram apoio à criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o Banco Master e sua relação com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Até o momento, quatro representantes acreanos oficializaram o apoio: os deputados federais Coronel Ulysses (União) e Roberto Duarte (Republicanos) e os senadores Alan Rick (Republicanos) e Marcio Bittar (PL).
A comissão terá como objetivo apurar possíveis interferências que possam comprometer a segurança jurídica e a estabilidade do sistema financeiro nacional. O requerimento para a criação da CPMI segue em tramitação no Congresso Nacional e busca esclarecer a atuação do banco e eventuais vínculos com autoridades do Judiciário.
Posicionamento dos Parlamentares
Os congressistas que defendem a iniciativa argumentam que a transparência é essencial para a preservação das instituições. Confira as principais declarações:
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Roberto Duarte: O deputado destacou que a investigação é necessária diante de suspeitas de fraudes bilionárias e impactos em fundos de previdência de servidores. “O Brasil precisa de transparência e responsabilização. Defender o interesse público é meu compromisso”, afirmou.
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Marcio Bittar: O senador enfatizou a gravidade do caso, sinalizando que a investigação não recuará diante de figuras de autoridade. “Muitas pessoas poderosas estão envolvidas e vamos até o fim”, declarou.
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Coronel Ulysses: Foi o primeiro parlamentar da bancada acreana a assinar o requerimento, dando início à mobilização no estado.
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Alan Rick: O senador confirmou sua adesão ao pedido de abertura da comissão, reforçando o coro pela fiscalização da instituição bancária.
Objetivos da CPMI
A proposta de criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o Banco Master e sua relação com o ministro do STF Alexandre de Moraes tem como objetivo central esclarecer denúncias de interferência política e judicial no sistema financeiro. Para os parlamentares acreanos que apoiam a medida — os deputados Coronel Ulysses e Roberto Duarte e os senadores Alan Rick e Marcio Bittar —, a comissão é vista como o instrumento adequado para oferecer respostas à sociedade sobre a gestão de grandes ativos e o cumprimento das normas legais.
Os defensores da CPMI argumentam que a investigação é necessária para avaliar os riscos que eventuais relações entre instituições financeiras e o Judiciário podem trazer ao cenário econômico brasileiro, especialmente em relação à segurança jurídica e à estabilidade do sistema. A proposta segue em tramitação no Congresso Nacional.
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Prefeitura de Rio Branco inicia desmobilização de abrigos das famílias atingidas por enxurradas
A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, iniciou na manhã desta quarta-feira, 31 de dezembro de 2025, a desmobilização dos abrigos provisórios destinados às famílias atingidas pelas enxurradas causadas pela elevação dos igarapés

Neste primeiro momento, estão retornando para suas casas as famílias dos bairros da Paz, Parque das Palmeiras, entre outros que foram diretamente afetados. Foto: Secom
Prefeitura de Rio Branco, por meio da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, iniciou na manhã desta quarta-feira, 31 de dezembro de 2025, a desmobilização dos abrigos provisórios destinados às famílias atingidas pelas enxurradas causadas pela elevação dos igarapés.
Neste primeiro momento, estão retornando para suas casas as famílias dos bairros da Paz, Parque das Palmeiras, entre outros que foram diretamente afetados. A ação segue orientação do prefeito Tião Bocalom e mobiliza diversas secretarias municipais, entre elas a Empresa Municipal de Urbanização de Rio Branco (Emurb), a Secretaria Municipal de Cuidados com a Cidade e a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, que vêm prestando apoio desde o início do sinistro, ocorrido no dia 26 de dezembro.
De acordo com o coordenador municipal de Defesa Civil, tenente-coronel Cláudio Falcão, a desmobilização ocorre de forma planejada e segura.
“Estamos seguindo todos os protocolos de resposta para garantir que as famílias retornem às suas casas com segurança, recebendo o suporte necessário neste momento de transição”, destacou.

As famílias que deixam os abrigos continuam recebendo apoio humanitário, como forma de assegurar assistência básica durante o processo de retorno. Foto: Secom
As famílias que deixam os abrigos continuam recebendo apoio humanitário, como forma de assegurar assistência básica durante o processo de retorno. Segundo a Defesa Civil, a medida integra o protocolo municipal adotado em situações de emergência provocadas por enchentes e enxurradas.
Nesta etapa, estão sendo desativados os abrigos que funcionavam na Escola Municipal Álvaro Vieira da Rocha e na Escola Municipal Anice Dib Jatene.

De acordo com o coordenador municipal de Defesa Civil, tenente-coronel Cláudio Falcão, a desmobilização ocorre de forma planejada e segura. Foto: Secom




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