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Doença Mão-Pé-Boca avança pelo Acre e Saúde faz alerta; saiba como se prevenir

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A Síndrome Mão-Pé-Boca já foi detecada em Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Xapuri, Plácido de Castro e Porto Acre e sua disseminiação preocupa o sistema de saúde pública do Acre.

O Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) decidiu enviar aos municípios informe técnico alertando as gestões para que redobre a vigilância acerca da doença, enfermidade altamente contagiosa causada pelo vírus Coxsackie da família dos Enterovírus que habitam normalmente o sistema digestivo e também podem provocar estomatites (espécie de afta que afeta a mucosa da boca). Embora possa acometer também os adultos, ela é mais comum na infância, antes dos cinco anos de idade.

O nome da doença se deve ao fato de que as lesões aparecem mais comumente em mãos, pés e boca. Os principais sinais e sintomas são: febre alta nos dias que antecedem o surgimento das lesões; aparecimento, na boca, amígdalas e faringe, de manchas vermelhas com vesículas branco-acinzentadas no centro que podem evoluir para úlceras muito dolorosas; erupção de pequenas bolhas em geral nas palmas das mãos e nas plantas dos pés, mas que pode ocorrer também nas nádegas e na região genital; mal-estar, falta de apetite, vômitos e diarreia; por causa da dor, surgem dificuldade para engolir e muita salivação.

A transmissão se dá pela via fecal/oral, através do contato direto entre as pessoas ou com as fezes, saliva e outras secreções, ou então através de alimentos e de objetos contaminados. Mesmo depois de recuperada, a pessoa pode transmitir o vírus pelas fezes durante aproximadamente quatro semanas. O período de incubação oscila entre um e sete dias. Na maioria dos casos, os sintomas são leves e podem ser confundidos com os do resfriado comum.A síndrome não é uma doença de notificação compulsória, ou seja, os municípios não são obrigados a notificarem os casos, mas orienta o monitoramento dos casos agregados ou surtos para oportunizar as medidas de prevenção e controle, visto que é uma doença de fácil transmissibilidade.

Conforme protocolo do Ministério da Saúde três ou mais casos dentro de uma mesma localidade, setor ou instituição, serão classificados como surto. Por isso, a Sesacre recomenda aos municípios que a Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Vigilância Epidemiológica adote as seguintes medidas:

Medidas sanitárias

– Lavar as mãos antes e depois de lidar com a criança doente, ou levá-la ao banheiro;

– É recomendado evitar, na medida do possível, o contato muito próximo com o paciente (como abraços e beijos);

– Manter um nível adequado de higienização da casa;

– Não compartilhar utensílios, brinquedos e outros objetos;

– Afastar as pessoas doentes da escola ou do trabalho até o desaparecimento dos sintomas (geralmente de 5 a 7 dias após o início dos sintomas);

– Lavar superfícies, objetos e brinquedos que possam entrar em contato com secreções e fezes dos indivíduos doentes com água e sabão e, após desinfetar com solução de água sanitária pura.

– Descartar adequadamente as fraldas e os lenços de limpeza em lata de lixo fechadas.

– Afastar a criança acometida, das atividades educacionais até o desaparecimento dos sintomas;

– Todo caso suspeito da síndrome mão-pé-boca deve ser encaminhado ao serviço de saúde;

– Realizar ações de educação em saúde com informações para crianças e colaboradores da escola/creche;

– Disponibilizar sabão líquido e papel toalha nas pias onde serão realizadas a higienização das mãos das crianças e colaboradores e álcool em gel a 70% em locais que não possuam pia;

– Lavar as mãos com frequência;

– Manter o ambiente escolar sempre bem arejado;

– Limpeza das superfícies (Mesas, cadeiras, bancadas, brinquedos, maçanetas, bebedouros e etc.);

– Comunicar a vigilância epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde sobre possíveis casos suspeitos.

Com Agência de Notícias do Acre

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Jovem que já passou em vários concursos revela o principal erro de concurseiros

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A maioria dos candidatos em um concurso estuda sem estratégia, mas se você não sabe o que estuda, por que estuda, seus estudos não têm resultado, destaca  Caio Temponi, jovem aprovado 18 vezes em vestibulares
Milhares de brasileiros dedicam meses ou até anos à preparação para concursos públicos e vestibulares. Apenas no Concurso Nacional Unificado (CNU), o “Enem dos Concursos”, em 2024, 970.037 pessoas participaram. Mas mesmo com uma rotina intensa de estudos, muitos candidatos não conseguem alcançar o resultado esperado.

De acordo com o jovem Caio Temponi, aprovado 18 vezes em vestibulares, o principal motivo está na forma como grande parte das pessoas se prepara. Segundo ele, o erro mais comum é estudar de forma desorganizada, sem planejamento e sem clareza sobre os objetivos.

“A maioria dos candidatos em um concurso estuda sem estratégia, se você não sabe exatamente o que está estudando, por que está estudando e qual é o objetivo daquele conteúdo dentro da prova, os estudos acabam não gerando resultado”, afirma.

Estudo sem direção compromete desempenho
Para Caio Temponi, muitas pessoas acreditam que estudar por várias horas diariamente é suficiente para garantir aprovação. No entanto, ele explica que quantidade de estudo não substitui qualidade e direcionamento.

Sem um planejamento claro, o estudante tende a acumular conteúdos, revisitar temas pouco relevantes para a prova ou ignorar tópicos que possuem maior peso no edital. Com o tempo, isso gera frustração e sensação de esforço desperdiçado.

“O estudante precisa entender bem a lógica que está por trás da prova, pois cada concurso, cada vestibular tem um perfil diferente, um estilo de cobrança e um conjunto de disciplinas que exigem prioridades diferentes”, explica.

Estratégia e análise da prova fazem diferença
Outro ponto destacado por Caio Temponi é a importância de estudar com base no edital e em provas anteriores, essa análise permite identificar padrões e direcionar melhor o tempo de estudo. Além disso, organizar o conteúdo em ciclos de revisão e prática constante com exercícios pode ajudar a consolidar o aprendizado e reduzir a ansiedade durante a preparação.

Para Caio, entender bem o funcionamento da avaliação é tão importante quanto dominar o conteúdo.

“Quando o estudante entende como a banca cobra determinadas matérias, ele passa a estudar de uma forma mais inteligente e melhor direcionada, focando no que realmente aumenta as suas chances de aprovação no concurso”, explica.

Apesar de destacar a importância do planejamento, Caio Temponi reforça que a disciplina continua sendo um fator decisivo para quem busca aprovação. Resultados consistentes surgem quando organização, método e constância caminham juntos ao longo da preparação.

“O estudo precisa ter propósito. Quando existe estratégia, o esforço passa a ter direção, e isso faz toda a diferença no desempenho final”, conclui.


Créditos: Caio Temponi (Arquivo Pessoal/IMF Press Global) Imagem Ilustrativa (Reprodução/Freepik)

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Rainhas da Bola terá disputa das semifinais no domingo

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Foto PHD: Rainhas da Bola deve ter duelos decisivos bem equilibrados

Serão disputadas no domingo, 15, a partir das 8h40, na quadra do Colégio Lourenço Filho, as semifinais do Rainhas da Bola de Futsal. Real Sociedade e Veneza decidem quem será o primeiro finalista e na segunda semifinal a Assermurb enfrenta Porto Acre.

“Se os jogos terminarem empatados, os finalistas vão ser decididos nas cobranças de penalidades. Teremos duas partidas bem equilibradas”, declarou o coordenador do Rainhas da Bola, Marcelo Fontenele.

Premiação definida

A equipe campeã do Rainhas da Bola vai receber R$ 2 mil e a vice receberá R$ 1.000. A decisão da competição vai ocorrer no dia 29 deste mês.

Fonte: Conteúdo republicado de PHD ESPORTES - ESPORTES

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MPAC investiga conselheiro tutelar de Senador Guiomard por suspeita de participação em ocupação irregular de terras

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Promotoria de Justiça Cível instaurou procedimento administrativo para apurar conduta incompatível com função pública

O MPAC passará a acompanhar as providências necessárias para verificar os fatos e garantir a adequação da conduta às exigências legais e institucionais. Foto: captada 

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) instaurou procedimento administrativo para investigar a possível participação de um conselheiro tutelar do município de Senador Guiomard em ocupação irregular de terras. A medida foi adotada pela promotora de Justiça Eliane Misae Kinoshita, titular da Promotoria de Justiça Cível da comarca.

De acordo com a portaria que oficializa a abertura do procedimento, o conselheiro tutelar identificado pelas iniciais P. L. M. V. teria se envolvido em uma ocupação — ou invasão — de área, situação que, em tese, caracteriza conduta incompatível com o exercício da função pública.

Apuração em andamento

Com a instauração do procedimento, o MPAC passará a acompanhar as providências necessárias para verificar os fatos e garantir a adequação da conduta às exigências legais e institucionais. O órgão buscará esclarecer se houve violação de normas legais ou institucionais relacionadas ao cargo ocupado pelo investigado.

O procedimento administrativo é o instrumento utilizado pelo Ministério Público para monitorar e fiscalizar a atuação de instituições e agentes públicos, bem como apurar fatos relacionados à tutela de interesses individuais indisponíveis, conforme previsto na Resolução n.º 174/2017 do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

Possíveis desdobramentos

Caso sejam confirmadas irregularidades ao final da apuração, o MPAC poderá adotar medidas administrativas ou judiciais cabíveis. Entre as possíveis providências estão o ajuizamento de ação de improbidade administrativa, ação civil pública ou a celebração de termo de ajustamento de conduta (TAC). Se não houver comprovação dos fatos, o procedimento poderá ser arquivado.

A promotora Eliane Misae Kinoshita já conduziu anteriormente investigações na mesma comarca, incluindo inquérito civil para apurar possível irregularidade envolvendo a vereadora Telma Regina Cunha de Queiroz Silva (PP), também investigada por suposto descumprimento de carga horária como servidora pública.

A investigação segue em andamento para esclarecer as circunstâncias do envolvimento do conselheiro tutelar na ocupação de terras em Senador Guiomard.

O MPAC passará a acompanhar as providências necessárias para verificar os fatos e garantir a adequação da conduta às exigências legais e institucionais. Foto: captada 

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