Acre
Dimas Gurgel – Política, economia e atualidade
PSB diz não ao PT de Epitaciolândia e lança pré-candidatura de tião Flores
Michel Temer está sendo enfático em suas falas. Foi citado na lava jato! Tá fora do governo… Não tem conversa…
Boa notícia
Editais sem publicidade ou com prazo curto de inscrição; ausência de indicações bibliográficas; taxas de inscrição elevadas. Esses são alguns problemas enfrentados por candidatos a concurso público, que podem ser combatidos pela proposta de emenda à Constituição (PEC 75/2015) aprovada, na semana, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
Quase certo
Em conversa com a maior liderança do Partido dos Trabalhadores em Brasiléia, foi dito com todas as palavras que nos próximos dias será definido o candidato a vice-prefeito na chapa de Frente Popular no Municipio. A mesma Liderança fez questão de dizer que o voto do deputado César Messias (PSB), irá pesar e muito na decisão aumentando a chance de Carlinhos do Pelado.
Deus deve está triste
Respeitamos o voto evangélico, mas, isso nãos será critério para a escolha do vice. Paciência… Acho até que, o que vem ocorrendo na politica, “Deus deve está longe”, será sim analisado o histórico de cada um dentro da Frente Popular. “Quem foi fiel conosco jamais iremos abandonar”, finalizou a liderança.
De César o que é de César
Everaldo Gomes como pessoa é admirado pela humildade, além de ser querido pelos amigos, mas, como administrador e gestor do municipio, esse número de admiração cai substancialmente.
Nos próximos dias
O tempo tá passando, negociações acontecendo… Foi informado à coluna que nos próximos dias, PMDB deverá sentar com o grupo da base e outros partidos, para bater o martelo definitivo.
Onde está Joelso?
Fui perguntado por um leitor assíduo da coluna pelo paradeiro do Joelso Pontes. Realmente o vereador progressista anda meio em silêncio.
Ninguém serve a dois senhores
Todos sabem que mesmo pertencendo ao PP, Joelso Pontes apoiou a deputada federal eleita, Jéssica Sales do PMDB, na qual pode ter atrelado ou não seu futuro político e da mesma forma, com Gladson Cameli. Fato é que o vereador precisa tomar uma decisão, afinal, como diz o livro sagrado, que o nobre vereador bem a conhece, “ninguém serve a dois senhores”.
Epitaciolândia
Nos bastidores da política muito se comentava em uma possível aliança entre PT e PSB no municipio de Epitaciolândia.
Não aconteceu
Em reunião realizada na Câmara Municipal de Eptiaciolândia com principais lideranças partidárias e a presença dos pré-candidatos Tião Flores (PSB) e Marcos Fernando (PT), o Partido Socialista Brasileiro disse “NÃO” ao PT, lançando pré-candidatura de Tião.
É uma piada
O governador em exercício, Francico Dornelles (PP/RJ), decretou estado de calamidade pública no estado, em razão da grave situação financeira. O decreto foi publicado nesta sexta-feira (17), em uma edição extra do Diário Oficial.
O dólar comercial fechou esta sexta-feira (17) em queda de 1,43%, cotado a R$ 3,42 na venda. Na véspera, a moeda norte-americana havia subido 0,1%.Com isso, o dólar encerra a semana com baixa de 0,31%. A moeda acumula ainda desvalorização de 5,32% no mês e de 13,37% no ano.
Senador On-line
Na última Coluna foi tratado de um grande problema que ocorre na fronteira, me refiro a situação das motos bolivianas, porém, Jorge Viana nos respondeu agradecendo e disponibilizando seu gabinete, informamos aos leitores que estaremos convocando possivelmente uma audiencia pública, para debater e buscar uma saída juntos.
Entrevista com Presidente do Sinproacre Alcilene Gurgel.
Alcilene passamos por uma críse econômica nunca vista nesse País,isso tem afetado de que forma a educação no Acre?
Tem afetado em vários aspectos. Um deles é a questão salarial dos professores que sofrem a alegação de que o Governo não dispõe de recursos para conceder reajuste salarial, e isso ocorreu em 2015/2016.
Quais as principais percas?
Não há a existência de perdas no sentido plural. A perda principal da categoria é a perda inflacionaria que gira em torno de 30% por cento.
Descreva aos leitores a atuação do Sinproacre
O SINPROACRE, é um Sindicato que surgiu para fazer a DIFERENÇA. Pautamos as negociações dentro da responsabilidade e respeito com os professores que representamos e com as autoridades constituídas. Temos atuado em vários campos: sindical, politico, jurídico e social.
Você foi também presidente do Sinteac, o sindicato hoje é visto por alguns como frágil e subserviente com o governo, diferente da sua época, essa afirmativa em parte procede?
Sim. Quando fui presidente do SINTEAC a nossa tônica principal de negociação era conhecer as Leis como: PCCR, REGIME JURÍDICO ÚNICO, e demais normas afetas a educação, mostramos conhecimento e competência para que não ficássemos subserviente a nenhum Governo. No entanto, o SINTEAC hoje tem uma atuação acéfala e politizada, o que causa grande descontentamento na categoria.
Qual a relação do sindicato com o governo?
A nossa relação é de respeito, credibilidade e muita responsabilidade na condução e no trato de nossas reivindicações junto a todas as instituições governamentais. Prevalecendo sempre o coletivo para o bem da categoria, não nos envolvendo em questões políticas e partidárias.
Para grande parte de funcionários da educação, houve grandes avanços na época do governo Jorge Viana, não ocorrendo posteriormente no governo do Tião Viana, você concorda com isso?
Não resta a menor dúvida que no governo Jorge Viana conseguimos avançar em várias pautas que estavam represadas, no governo Tião Viana tivemos grandes reivindicações que foram lavradas na luta sindical atendidas, tais como: VDP( 14 salario), piso nacional para os professores de nível superior e algumas ações que estavam na Justiça que foram negociadas, uma grande vitória do SINPROACRE, implantação do projeto de Erradicação do Analfabetismo de Jovens e Adultos e tantos outros.
Sabemos que a educação é fundamental para o desenvolvimento, seja de um País, estado ou municipio, podemos dizer que no Acre, educação é prioridade ?
Infelizmente em nosso País a Educação nunca foi prioridade de nenhum governo. Percebe-se um lampejo em nosso Estado no tocante à elevação dos índices quanto a qualidade do ensino.
Professores do estado ganham em torno de R$ 1.500 (provisórios), sabemos que existe todo um trabalho fora da sala de aula, planejamento, é possível o professor oferecer uma aula de qualidade sobretudo pelo momento que passamos, com uma remuneração abaixo de dois salários minimos ?
Concordo que o salário é miseravel, mas discordo quando se vincula a qualidade do serviço do profissional à remuneração que recebe. Acredito que nossa responsabilidade com a Educação e nossos Educados se sobrepõe aos baixos salários. O Professor tem o dever e a obrigação de ensinar . E ensinar com zelo, amor e qualidade, pois essa é a nossa missão.
Percebemos que existe um desencanto com a profissão, o que isso pode trazer de Consequência para o nosso estado?
Existe realmente o desencanto com a profissão, acredito que devido aos baixos salários, a consequência disso é a falta de profissionais em algumas áreas como: matematica, fisica, etc., fatos estes bem reais e devidamente identificados pelo governo.
O que podemos esperar para o segundo semestre de 2016 e o ano de 2017?
A negociação deste ano devido a crise em que vive o País, ficou para ser efetivada nos anos 2017/2018, porém, com o agravamento desse quadro de incertezas e o aumento dessa crise, temos uma grande preocupação sobre o cumprimento desses acordos. A única coisa positiva , é que com todas as adversidades porque passa o Brasil, onde Estados mais ricos como Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e outros estão com os pagamentos do funcionalismo atrasados e o nosso Acre, está ainda, com o pagamento do funcionalismo em dia. Partir para greve em um momento como o que estamos vivendo, é uma estupidez sem tamanho, e isso SINPROACRE, não vai fazer. É como levar os professores para um abismo profundo, o que acarretaria graves consequências para a categoria e para o Estado.
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Acre
Fernanda Hassem e Ana Paula Correia se filiam ao Partido Novo e disputam vaga de vice na chapa de Alan Rick
Ex-prefeita de Brasileia e advogada com base eleitoral no Juruá são opções para compor a majoritária; senador é pré-candidato ao governo do Acre pelo Republicanos

Legenda foi fundada por cidadãos “ficha-limpa” sem experiência política prévia; proposta é mudar modelo de Estado com “gente qualificada e íntegra”. Foto: captada
Partido Novo ganha reforços no Acre com duas pré-candidatas à vice-governadoria
A ex-prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem, e a advogada Ana Paula Correia se filiaram ao Partido Novo na sexta-feira (3). Ambas disputam a possibilidade de ser vice na chapa do senador Alan Rick (Republicanos), pré-candidato ao governo do Acre.
Fernanda Hassem é irmã do deputado estadual Tadeu Hassem (Republicanos) e tem vasta experiência na política local: foi secretária, vereadora e prefeita de Brasileia por dois mandatos. Em sua trajetória, ela já foi filiada ao PT e ao PP. Há cerca de um mês, Fernanda pediu exoneração do cargo em comissão (CAS-8) que exercia na Secretaria de Governo para aderir ao projeto político de Alan Rick, que é o principal adversário da governadora Mailza Assis (PP), pré-candidata à reeleição.

Fernanda Hassem tem vasta experiência na política local: foi secretária, vereadora e prefeita de Brasileia por dois mandatos. Em sua trajetória, ela já foi filiada ao PT e ao PP. Foto: captada
Ana Paula Correia, advogada e empresária do ramo de beleza, é natural de Cruzeiro do Sul e tem base familiar importante na região do Juruá. Noiva do deputado estadual Emerson Jarude (Novo), seu nome também é ventilado como forte pré-candidata a vice de Alan Rick, especialmente por sua capacidade de articulação no interior do estado.
Com as filiações, o Partido Novo amplia sua presença no Acre e se consolida como um dos aliados estratégicos do senador na corrida ao Palácio Rio Branco. A definição do nome que ocupará a vaga de vice deve ocorrer nos próximos meses, conforme as articulações políticas avançam.

Advogada e empresária do ramo de beleza, Ana Paula, que é noiva do deputado estadual Emerson Jarude, é natural de Cruzeiro Sul. Foto: captada
Conheça o NOVO
NOVO completa uma década: da indignação à ação por um “Brasil com menos privilégios”
O Partido Novo foi fundado por cidadãos “ficha-limpa” que nunca haviam se envolvido com política e resolveram sair da indignação para a ação. O grupo percebeu que a política é o caminho para mudar o Brasil — e que esse caminho deve ser percorrido por “gente qualificada e íntegra”, por meio de uma instituição com princípios, valores e visão de longo prazo.
De acordo com a legenda, só assim é possível mudar o modelo de Estado e construir um “novo Brasil”, com mais oportunidades e menos privilégios. A proposta tem atraído figuras do empreendedorismo e da sociedade civil, que buscam na política uma ferramenta de transformação estrutural.

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Acre
Conheça Mailza Assis, que se tornou a segunda mulher a comandar o estado em 40 anos
Vice-governadora tomou posse na quinta-feira (2) após saída de Gladson Cameli, que disputará o Senado; última mulher a governar o Acre foi Iolanda Fleming, em 1986

Com a posse, ela passa a conduzir o governo estadual até o fim do mandato. Foto: captada
Acre tem novamente uma mulher no comando do Executivo estadual após quatro décadas
A vice-governadora Mailza Assis (PP) assumiu o comando do Governo do Acre na quinta-feira (2), após a saída do governador Gladson Cameli (PP), que deixou o cargo para concorrer ao Senado nas eleições deste ano. Com isso, ela se torna a segunda mulher a governar o estado em quatro décadas.
A posse representa um marco histórico no Palácio Rio Branco. A primeira e única vez que uma mulher esteve à frente do Executivo desde que o Acre se tornou Estado, em 1962, foi com Iolanda Fleming em 1986, sendo ela a primeira mulher a governar um estado brasileiro. Agora, 40 anos depois, Mailza passa a ocupar o cargo máximo do estado.
Trajetória política
Natural de Mundo Novo (MS), Mailza Assis da Silva tem 49 anos e vive no Acre desde os 20 anos. Ela iniciou a trajetória política em Senador Guiomard, onde foi secretária municipal de Administração e, posteriormente, de Assistência Social. A projeção estadual veio em 2014, ao ser eleita primeira suplente de senadora na chapa de Gladson Cameli.

Laélia Alcântara, Iris Celia Cabanelas, Marina Silva e Mailza Assis, as únicas quatro mulheres que foram senadoras pelo Acre — Foto: captada
Com a eleição dele ao governo, em 2018, Mailza assumiu o mandato no Senado em 2019, onde permaneceu por quatro anos. No período, também presidiu o diretório estadual do Progressistas e liderou a bancada do partido na Casa. Mailza foi a quarta mulher a representar o Acre no Senado, após Íris Célia Cabanellas, Laélia Alcântara e Marina Silva.

Mãe de Henry, Helena e Teodora, casada com Madson Cameli, ela é formada em pedagogia e possui MBA em políticas públicas. Foto: captada
A nova governadora do Acre carrega consigo uma história marcada pela dedicação à família, à educação e à gestão pública. Mãe de Henry, Helena e Teodora, casada com Madson Cameli, ela é formada em pedagogia e possui MBA em políticas públicas — formação que alia à experiência administrativa acumulada ao longo de mais de uma década.

Mailza passou a ser chefe de Estado do Acre a partir da última quinta-feira, dia 2. Foto: captada
Em 2023, Mailza recebeu o título de Cidadã Acreana pela Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac), em reconhecimento por sua trajetória política e pelos serviços prestados ao estado.
Chegada ao governo
Em 2022, ela foi escolhida por Cameli para compor a chapa à reeleição ao governo estadual. A dupla venceu o pleito com 56,75% dos votos válidos, derrotando o principal adversário, Jorge Viana (PT). Desde junho de 2024, Mailza está à frente da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), onde coordenou políticas voltadas ao enfrentamento da pobreza, segurança alimentar e promoção de direitos.
Com a posse, ela passa a conduzir o governo estadual até o fim do mandato, dando continuidade ao plano de gestão iniciado ao lado de Cameli.

Mailza foi a terceira vice-governadora mulher do Acre desde o pós-Estado Novo, quando o estado instituiu o cargo de vice, a partir de 1970. Foto: captada
Pronunciamento da posse. Mailza Assis, para solenidade de transmissão do cargo do governador Gladson Camelí para vice-governadora
Boa noite!
Antes de começar, quero saudar
E minha saudação também para todos que vieram compartilhar esse momento histórico para o nosso Acre.
“O coração do homem traça o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos.”
Essa frase de Provérbios 16:9 se aplica a todos nós, mas também aos grandes momentos vividos pelo nosso estado. Bons líderes são ferramentas de Deus para conduzir o seu povo. E agora, estamos aqui reunidos diante de um novo capítulo da história acreana para agradecer e celebrar todo o compromisso e entusiasmo que o governador Gladson Camelí dedicou a cada região, cada município e cada cidadão do nosso estado.
Gladson teve a disposição de ter vivido intensamente ao lado da nossa gente, partilhando suas preocupações, sentindo suas dores, mas principalmente, comemorando cada conquista. Não por prêmio, mas por justo reconhecimento, deixa o governo com altíssimos índices de aprovação e popularidade.
Sei que minha fala representa a voz de todos os acreanos: obrigada, Gladson! Tenho orgulho de poder dizer que dividimos a mesma equipe e poderei avançar no plano que sonhamos juntos para o estado.
De modo particular, agradeço pelo apoio e pelo reconhecimento de confiar a mim a liderança para cuidar do nosso bem mais precioso: a população do Acre!
Ciente dessa responsabilidade, tenho a coragem de dizer: estou pronta!
Pronta para criar um novo ciclo de desenvolvimento e avanço para o estado, baseado no diálogo, inovação e trabalho com foco na melhoria de vida das pessoas.
Pronta para demonstrar a dedicação das mães e mulheres acreanas. Seremos a voz em defesa das questões sociais.
Pronta para fortalecer a valorização dos nossos trabalhadores. Quem se dedica a lutar pelo sustento de sua família terá o nosso total apoio e reconhecimento.
Pronta para liderar a missão de acolher a população com um atendimento humano e digno em todas as áreas do nosso governo.
Pronta para assumir, com determinação e responsabilidade, a missão que me é confiada: garantir que todas as conquistas serão preservadas e que avançaremos ainda mais em cada ação que nos dispusermos a realizar.
Com o trabalho do nosso grupo, o Acre já realizou muito. Mas nosso povo quer, merece e terá sempre mais!
Esse é o compromisso que assumo agora com cada acreano: de seguir em frente — mas não só isso — de fazer mais!
Vamos procurar ouvir mais. Entender mais. Dialogar mais. Ousar mais. Inovar mais. Realizar mais.
Vamos entregar o nosso melhor.
O caminho rumo ao futuro já está traçado. Queremos aperfeiçoar o trabalho em todas as áreas, mas desde já, anuncio as prioridades dessa nova etapa:
Saúde! Nossa meta será ampliar os mutirões de consultas e cirurgias, diminuir as filas e melhorar a qualidade do atendimento.
Emprego! Iremos priorizar o estímulo aos empreendedores locais, fortalecendo quem já está aqui, mas também vamos buscar investidores em outros estados para abrir novos postos de trabalho no Acre e qualificar nossos trabalhadores, sobretudo a juventude.
Segurança! Vamos avançar na proteção de nossas mulheres e crianças da violência. Trabalharemos sem descanso, dia e noite, para garantir o direito à vida!
Não será simples, não será fácil, não será imediato. Mas nós faremos porque temos determinação!
E a coragem de dizer: o Acre é o nosso estado e por ele vale a pena lutar!
É com esse espírito que hoje assumo este cargo: equilíbrio, entusiasmo e gratidão. Porque esse não é um governo que começa hoje. Mas também não será um governo com prazo de validade.
Nós faremos mais. Nós iremos além. Nós ampliaremos horizontes.
Que este seja um tempo de trabalho, união e avanço!
E que, juntos, possamos olhar para frente com a certeza de que os melhores dias ainda estão por vir.
Muito obrigada. Com fé no trabalho e as bênçãos de Deus, vamos em frente com alegria e disposição para fazer o melhor pelo Acre!
Esse é o compromisso que assumo com toda a nossa gente!


Com a saída do governador Gladson Cameli para disputar o Senado, Mailza assumiu o comando do Executivo estadual e agora se prepara para as eleições de 2026. Foto: captada
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Acre
Rio Envira volta a transbordar em Feijó e atinge 80 comunidades indígenas, dois bairros na zona urbana já foram alcançados
Cota de 12 metros foi ultrapassada com 12,34 metros nesta sexta (3); bairros da zona urbana também foram afetados e aldeias perderam plantações

Ano passado (2025), a água invadiu a parte da frente da Aldeia Paroá Central e as plantações
Cheia no interior do Acre atinge aldeias Huni Kuin e bairros da cidade; famílias desalojadas
O Rio Envira voltou a transbordar no município de Feijó, no interior do Acre, e já atinge 80 comunidades indígenas na região. Além disso, dois bairros na zona urbana já foram alcançados e uma família ficou desalojada, precisando ir para a casa de parentes.
A cota de transbordo do manancial é de 12 metros e foi ultrapassada na quinta-feira (2), com 12,27 metros, conforme a Defesa Civil Municipal. Na medição das 7h desta sexta-feira (3), o nível chegou a 12,34 metros.
O rio já havia transbordado duas vezes somente em 2026, e também registrou enchente no fim de 2025. Entre as comunidades ribeirinhas afetadas pelo novo transbordamento está a Aldeia Paroá-Central, que abriga indígenas da etnia Huni Kuin, onde os moradores perderam mais de 10 mil pés de banana com a cheia em dezembro do ano passado.
Localidades atingidas
Conforme a Defesa Civil, foram atingidas:
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Bairro do Hospital
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Bairro Aristides
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Bairro Terminal
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Comunidade Estirão da Benção (Alto Rio Envira)
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Aldeia Paroá Central (21 famílias)
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Xina Beña (34 famílias)
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Boa União (Baixo Rio Envira)
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Novo Paraíso (25 famílias)
Mais de 10 mil pés de banana perdidos
Em dezembro de 2025, a água invadiu a parte da frente da Aldeia Paroá Central e as plantações. Imagens do órgão municipal mostraram o campo de futebol e algumas plantações tomados pelas águas. Ainda segundo o coordenador, as águas chegaram a 10 metros de distância das residências dos indígenas.
Naquele mês, mais de 90 famílias indígenas foram atingidas pela enchente. “O roçado deles está debaixo d’água. Falaram que plantaram dez mil pés de banana e perderam tudo. A gente foi lá fazer um levantamento das necessidades, da quantidade de famílias que moram nas redondezas”, destacou à época o coordenador do órgão, sargento Adriano Souza.





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