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Deputado Tadeu Hassem garante R$ 1,1 milhão em emendas para escolas de Brasiléia
O deputado estadual Tadeu Hassem destinou, por meio de emendas parlamentares, um total de R$ 1,1 milhão para a educação pública de Brasileia. Esses recursos serão investidos em 11 escolas e creches municipais ao longo de 2025, 2026 e 2027 — ano onde são executadas as emendas de 2026, último ano do mandato — com o objetivo de melhorar a infraestrutura e as condições de ensino para crianças, adolescentes e profissionais da rede pública. O plano de investimento já está em andamento.
O montante aprovado pelas emendas está garantido nos orçamentos desses anos e será liberado conforme um cronograma estabelecido para o benefício da comunidade escolar de Brasileia.
No ano de 2025, já foi liberada a primeira remessa dos recursos. Cada uma das 11 unidades de ensino recebeu R$ 25 mil, o que já totalizou R$ 275 mil em fase de execução pelas escolas. Para esse ano de 2026, está garantida uma nova liberação de R$ 35 mil para cada instituição, somando mais R$ 385 mil em investimentos.
“O plano é que o investimento se complete em 2027, quando está previsto que cada uma das 11 escolas e creches receba a última parcela de R$ 40 mil e receba o montante individual de R$ 100 mil por unidade. Após os 3 anos de mandato, o objetivo é de que o conjunto das 11 instituições totalize o recebimento de R$ 1,1 milhão destinados pelo deputado”, explica Tadeu.
A articulação e execução da emenda foi possível graças à parceria com a gestão municipal. O prefeito de Brasiléia, Carlinhos do Pelado, e a secretária municipal de Educação, Raiza Dias, trabalharam em conjunto com o parlamentar para garantir que esses recursos chegassem às escolas. O deputado Tadeu Hassem reafirmou seu compromisso com o desenvolvimento do município por meio da educação, garantindo melhores condições para as redes públicas de ensino.
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Detento monitorado por tornozeleira é executado a tiros na Cidade do Povo, em Rio Branco
Vítima tentou fugir após os primeiros disparos, mas foi alcançada e morta com tiro na cabeça; polícia apura possível ligação com facções criminosas
O detento monitorado por tornozeleira eletrônica Edilson Oliveira Carvalho, de 62 anos, conhecido como “Velho Pumba”, foi executado a tiros na noite desta quarta-feira (28), em via pública, na Avenida Jorge Cardoso, no Conjunto Habitacional Cidade do Povo, em Rio Branco.
De acordo com informações da Polícia, Edilson trafegava de bicicleta pela avenida quando passou a ser perseguido por criminosos armados. Ele foi abordado e atingido por diversos disparos nas regiões do ombro e das costas. Mesmo ferido, a vítima ainda conseguiu correr cerca de 80 metros, mas caiu ao solo e foi novamente alvejada, desta vez com um tiro na cabeça, não resistindo aos ferimentos.
Após a execução, os autores do crime fugiram do local e não foram identificados até o momento.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e enviou uma ambulância de suporte avançado, porém, ao chegar ao local, a equipe médica apenas pôde constatar o óbito.
Policiais Militares do 2º Batalhão isolaram a área para os trabalhos da perícia criminal. Em seguida, foram realizadas diligências e patrulhamento na região, mas nenhum suspeito foi preso.
Concluídos os procedimentos periciais, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames cadavéricos.
A Polícia trabalha com a hipótese de que o homicídio esteja relacionado à disputa entre organizações criminosas. O caso está sendo investigado inicialmente pela Equipe de Pronto Emprego (EPE) da Polícia Civil e, posteriormente, será encaminhado à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
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Obra de R$ 18 milhões às margens do Rio Acre volta a ser abandonada em Brasiléia
Intervenção para conter erosão e criar área de lazer está paralisada novamente; moradores denunciam desleixo e perda de investimentos
Fotos de Marcus José
Um investimento estimado em R$ 18 milhões, destinado à contenção da erosão das margens do Rio Acre e à revitalização do antigo centro comercial de Brasiléia, voltou a ser motivo de preocupação. A obra, executada com recursos de emendas do senador Márcio Bittar, em parceria entre o Governo do Acre, por meio do Deracre, a Prefeitura de Brasiléia e o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional, encontra-se novamente abandonada.
A intervenção previa a concretagem das margens do rio, com o objetivo de garantir a estabilidade da encosta, conter o avanço da erosão e criar um novo espaço de lazer para a população. No entanto, os trabalhos seguem interrompidos.
Em agosto de 2025, o jornal O Alto Acre já havia denunciado a paralisação da obra. Na ocasião, a presidente do Deracre, Sula Ximenes, informou que os serviços seriam retomados assim que o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional desse continuidade à liberação dos recursos, o que, segundo ela, estaria prestes a ocorrer.
Na mesma época, integrantes do “Movimento Viva Centro”, formado por empresários e moradores do centro antigo da cidade, publicaram um manifesto cobrando explicações sobre a paralisação. “Muitos de nós ainda acreditamos que essa obra possa ser concretizada e que a vida comercial retorne ao centro”, declarou um dos moradores à época.
Nesta quarta-feira, 28 de janeiro de 2026, foi constatado que o canteiro de obras está novamente abandonado. Tapumes estão sendo arrancados, partes da estrutura desmontadas e veículos já transitam pelo local após a retirada das barreiras de isolamento. Além disso, trechos do serviço já executado estão sendo levados pela erosão, evidenciando o abandono e a falta de manutenção da área.
Diante do cenário, cresce o descrédito entre moradores e comerciantes, que já não acreditam na conclusão do projeto. Para eles, a obra poderia representar um passo importante para a restauração do antigo centro comercial de Brasiléia, hoje marcado pelo abandono e pela insegurança.
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Produtores rurais do Alto Acre convocam reunião para cobrar providências sobre atuação do MST

Reunião com os produtores rurais acontecerá na Câmara Musical de Brasiléia –
Foto: Alexandre Lim/arquivo
Encontro na Câmara de Brasiléia ocorre após anúncio de acampamento no km 29 da BR-317 e boatos de possíveis invasões de propriedades
Produtores rurais da regional do Alto Acre devem se reunir nesta quinta-feira (29), a partir das 16h, na Câmara Municipal de Brasiléia, para discutir e cobrar providências das autoridades diante da atuação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na região.
A mobilização ganhou força após a circulação de um card em grupos de WhatsApp e outras redes sociais convocando a possível reunião. O alerta ocorreu depois da confirmação da criação de uma frente do MST no km 29 da BR-317, a Estrada do Pacífico, em uma propriedade pertencente ao ex-vereador do Partido dos Trabalhadores (PT), Rosildo Rodrigues.
O ex-parlamentar divulgou um vídeo nas redes sociais confirmando a instalação do acampamento em suas terras. Segundo ele, a expectativa é inscrever cerca de 500 famílias, com o objetivo de pressionar o governo federal, por meio do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), para a realização de uma reforma agrária na região.
Diante da situação e de boatos sobre possíveis invasões em propriedades rurais localizadas nos limites do município de Brasiléia, produtores decidiram se organizar para tratar do tema de forma coletiva. A proposta é a criação de uma comissão que ficará responsável pela elaboração de documentos a serem encaminhados às autoridades competentes, cobrando medidas preventivas e buscando evitar transtornos relacionados a eventuais ocupações de terras.
A reunião deve reunir proprietários rurais, lideranças locais e representantes do setor produtivo preocupados com a segurança jurídica e a preservação de suas propriedades.
MATERIAL RELACIONADO:
Brasiléia pode enfrentar risco de invasões em propriedades rurais pelo MST?























































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