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Deputada Federal Socorro Neri publica texto em defesa de Gladson Cameli

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No texto, a deputada relata casos do reitor que cometeu suicídio após acusações sem prova entre outros casos ligados à Lava Jato.

Veja nota da deputada Socorro Neri abaixo.

Sobre a 3ª fase da Operação Ptolomeu

Pautei a minha trajetória de vida na ética, na responsabilidade e na Lei. Por isso, sempre considerei um erro a antecipação de conclusões, sem que etapas imprescindíveis em busca da verdade fossem concluídas.

Da mesma forma que nem o mais conceituado chefe de cozinha é capaz de fazer omeletes sem ovos, também não podemos imaginar a possibilidade de se fazer Justiça sem justeza.

De registro histórico, e apenas para rememorar os mais algozes abutres de reputações, critiquei a ausência de provas na chamada operação G7, a condenação precipitada do reitor da UFSC, que o levou ao suicídio, e a parcialidade da Lava-Jato em relação ao Lula.

O respeito aos princípios que me sustentam não me libera a fazer escolhas políticas ou morais em razão dos rostos ou cores dos investigados, em detrimento do que essencialmente é o devido processo legal.

Defendi, defendo e defenderei a Ordem Constitucional que ora garante o Estado de Inocência a todos os investigados e acusados, até que não caiba mais recursos contra a incerta sentença condenatória.

A nossa história está repleta de condenações antecipadas e injustas. Por essa razão é inconcebível, e tenho isso por mote ético e moral, concordar com a destruição de reputações, histórias e famílias de forma tão precipitada.

Reitero minha confiança e apoio ao Governador Gladson Cameli, e a certeza de que o Estado de Direito e as instituições democráticas pugnarão pela celeridade dos procedimentos que levem ao esclarecimento dos fatos investigados, sempre respeitando as garantias constitucionais dos brasileiros.

Socorro Neri
Deputada Federal (PP/AC)

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Justiça solta Youssef pela segunda vez em menos de 24 horas

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Doleiro recebeu duas ordens de soltura e uma de prisão no mesmo dia

Brasília – Doleiro Alberto Youssef depõe na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Fundos de Pensão (Valter Campanato/Agência Brasil)

Em um dia de reviravoltas para Alberto Youssef, o juiz Eduardo Fernando Appio, da 13ª Vara Federal em Curitiba, decidiu cumprir a decisão de segunda instância e mandou soltar o doleiro, um dos delatores da Operação Lava Jato. Foi a segunda decisão de soltura proferida em menos de 24 horas.

A decisão foi tomada após o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), sediado em Porto Alegre, conceder novo habeas corpus a favor do doleiro. Horas antes, o desembargador Marcelo Malucelli, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), sediado em Porto Alegre, havia entendido haver ilegalidade na decretação da prisão, ocorrida ontem (20), e determinou sua soltura.

No entanto, Appio decretou nova prisão de Youssef mesmo após a determinação do TRF4. Ao manter a prisão, o juiz argumentou que novos documentos justificaram a decisão. Porém, em uma nova decisão, o magistrado da 13ª Vara Federal em Curitiba determinou a soltura do doleiro. Foram três decisões a respeito da liberdade do delator da Operação Lava Jato ao longo desta terça-feira (21). Duas pela liberdade e uma pela manutenção da sua prisão.

Ao decretar ontem (20) a prisão de Youssef, Appio levou em conta informações prestadas pela Receita Federal sobre o patrimônio do doleiro. De acordo com a decisão, Youssef não devolveu aos cofres públicos todos os valores desviados e possui vida incompatível com a “situação da imensa maioria dos cidadãos brasileiros”. Segundo a Receita, ele tentou ainda comprar um helicóptero e um avião.

Defesa

A defesa de Alberto Youssef sustenta que a prisão é ilegal por ter sido decretada de ofício, ou seja, sem requerimento do Ministério Público Federal (MPF).

Além disso, a defesa argumenta que o processo que deu origem à representação fiscal da Receita Federal estava suspenso e que o doleiro está usando tornozeleira eletrônica, fatos que afastariam a necessidade de prisão preventiva.

Edição: Marcelo Brandão

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Neném defende consulta ao TCE antes de propor reajuste salarial

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Após mais de uma hora de reunião nesta terça-feira, 21, o vereador e presidente da Câmara Municipal, Raimundo Neném (PSB), declarou que é contra a proposição de reajuste salarial dos vereadores e do prefeito Tião Bocalom.

Segundo o parlamentar, é necessário que haja primeiro uma consulta aos órgãos de controle. “Sou contra esse aumento, primeiro deve haver uma consulta ao TCE e a procuradoria da casa já pediu uma reunião”, comentou.

O líder do prefeito Tião Bocalom, vereador João Marcos Luz (MDB), declarou que a reunião serviu para haver um alinhamento político na Casa Legislativa. “Chegamos a um consenso e só vamos colocar o projeto em pauta após a consulta ao TCE”, declarou.

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Senador Alan Rick divulga imagens da liberação parcial da BR-364

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Em contato com as superintendências do DNIT no Acre e em Rondônia desde domingo, quando a BR-364 foi interditada, o senador Alan Rick (União Brasil) vinha cobrando providências para que a BR fosse liberada e o Acre saísse do estado de isolamento terrestre.

E no fim da tarde desta terça-feira, 21, o senador usou as redes sociais para informar a liberação parcial da rodovia. O parlamentar postou um vídeo que recebeu do superintendente do DNIT no Acre, Carlos Moraes, que vinha mantendo o senador informado da situação. Nas imagens, os primeiros carros da imensa fila formada já conseguiam seguir viagem.

Mais cedo, em audiência no Senado Federal, Alan Rick questionou o Ministro dos Transportes, Renan Filho, sobre as providências em relação a BR. O ministro informou que o DNIT precisou britar pedra para usar no local e logo que possível a BR seria liberada.

“A priori a ideia era providenciar um desvio para a retomada do tráfego. Mas, hoje, fomos informados que a equipe do DNIT Rondônia decidiu pela recuperação provisória do corpo da pista mesmo e só depois um desvio será construído para que as equipes possam trabalhar na recuperação definitiva do trecho. Vou continuar acompanhando a situação de perto. Nosso povo não merece sofrer mais com isolamento terrestre” – informou o senador.

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