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Curso de pilotagem fluvial capacita agente da Polícia Civil para missões em rios e igarapés
O agente da Polícia Civil do Acre (PCAC), José Juscelino Brasil, concluiu com êxito o Curso de Pilotagem Operacional de Embarcações, promovido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC), com duração de 40 dias e carga horária total de 540 horas-aula. O treinamento ocorreu na região do Vale do Juruá e incluiu uma robusta grade de conteúdos teóricos e práticos voltados para operações fluviais de segurança pública.

Capacitação em motonáutica, salvamento e navegação fortalece a presença da Polícia Civil nas regiões ribeirinhas. Foto: cedida.
Durante o curso, o policial civil foi capacitado em motomecanização, com foco na mecânica de motores de popa e sistemas de rabetas horizontais e verticais, além de salvamento aquático com motonáutica, técnicas de flutuação e natação operacional. A formação incluiu ainda treinamentos intensivos de pilotagem em rios e igarapés, com duas missões de grande relevância: uma viagem internacional por rios da Bolívia e do Peru, e outra interestadual, simulando operações reais de resgate e transporte em ambientes ribeirinhos.
O agente José Juscelino destacou o compromisso em servir a Polícia Civil em missões que envolvem deslocamento e operações em áreas de difícil acesso por via terrestre. “Essa formação representa uma conquista não apenas pessoal, mas institucional. A partir de agora, posso apoiar operações que exigem o tráfego fluvial com maior segurança, precisão e eficácia. A Polícia Civil ganha mais capacidade de atuação em regiões isoladas, onde o rio é o principal meio de transporte,” declarou o agente Juscelino.

540 horas de aprendizado, técnica e superação nas águas do Juruá. Foto: cedida.
O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, parabenizou o agente e ressaltou a importância de qualificar os profissionais para os desafios operacionais em diferentes regiões do estado.
“As instruções recebidas pelo agente José Juscelino fortalecem a capacidade operacional da nossa instituição. O domínio técnico sobre embarcações e o conhecimento adquirido em ambientes internacionais ampliam nossa prontidão para atuar em missões fluviais com alto grau de complexidade. Esse é o caminho: investir em formação especializada para servir melhor a população acreana,” afirmou Henrique Maciel.
A formação integra os esforços contínuos da PCAC em ampliar suas frentes de atuação, principalmente em áreas de fronteira e comunidades ribeirinhas, onde o combate ao crime e o atendimento às populações locais demandam logística diferenciada e profissionais qualificados.
Missão dada, missão cumprida! Agente da PCAC conclui curso de pilotagem fluvial com treinamento internacional. Fotos: cedidas.
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Um dos seis foragidos do presídio Manoel Neri, em Cruzeiro do Sul, é recapturado; buscas continuam por outros cinco detentos
Anderson Galvão da Silva foi localizado por policiais penais; operação integrada com Gefron e Ciopaer segue em andamento na região

Anderson Galvão da Silva, foi encontrado por policiais penais que estão nas buscas pelos foragidos juntos com outras forças de segurança. Foto: captada
Um dos seis presos que fugiram do presídio Manoel Neri, em Cruzeiro do Sul neste domingo (1º), foi recapturado pela Polícia Penal. O homem, Anderson Galvão da Silva, foi encontrado por policiais penais que estão nas buscas pelos foragidos junto com outras forças de segurança.
A fuga dos seis presos aconteceu no Bloco 8 por volta das 13h30, e as circunstâncias estão sendo apuradas pelas autoridades competentes .
Seguem nas buscas pelos outros cinco presos a Polícia Penal, o Grupo Especial de Operações em Fronteiras (Gefron) e demais forças de segurança do Estado, com atuação concentrada em Cruzeiro do Sul e áreas adjacentes. O helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) está sendo usado nas ações para agilizar a varredura em áreas de difícil acesso.
De acordo com o Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC), a operação de recaptura foi iniciada imediatamente após a constatação da evasão. O presidente do Iapen, Marcos Frank Costa, afirmou que todas as forças de segurança estão empregando esforços para localizar os foragidos.
Permanecem foragidos:
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Tiago Gomes da Silva;
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Messias Cavalcante Pedrosa;
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Taisson Gomes de Souza;
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Bruno do Nascimento Monteiro;
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Antônio da Silva e Silva.
As autoridades orientam que informações sobre o paradeiro dos foragidos sejam repassadas de forma anônima aos canais oficiais das forças policiais. A fuga ocorre cerca de um mês após uma tentativa registrada no último dia 1º de fevereiro na mesma unidade.
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Moradores de Marechal Thaumaturgo denunciam cobrança de taxas extras para receber botijões do programa Gás do Povo
Beneficiários relatam pagamento de até R$ 37 em programa federal gratuito; prática é considerada ilegal e pode resultar em descredenciamento de revendedoras

De acordo com conversas divulgadas em grupo de mensagens no WhatsApp, os moradores alertam que tiveram que pagar até R$ 30 reais para ter acesso à botija de gás. Foto: captada
Moradores do município de Marechal Thaumaturgo, no interior do Acre, usaram as redes sociais no último domingo (1º) para denunciar que estão sendo obrigados a pagar taxas extras para ter acesso às botijas de gás, através do programa do governo federal, “Gás do Povo”.
De acordo com conversas divulgadas em grupo de mensagens no WhatsApp, os moradores alertam que tiveram que pagar até R$ 30 para ter acesso à botija de gás. “Minha mãe pagou R$ 37”, relatou uma usuária, sendo prontamente acompanhada por outros relatos de cobranças semelhantes feitas por estabelecimentos locais. “Minha amiga da faculdade pagou também”, disse outra.
Os integrantes do grupo de notícias da cidade chegaram a marcar um vereador do município sobre a situação. O parlamentar justificou que o valor cobrado seria pela taxa referente ao “desembarque” do produto, visto que o município é de difícil acesso.
Um outro morador da cidade afirmou que há algo errado, já que se trata de um programa social. “Mas como é um benefício social ainda estão cobrando? Tem algo de errado pode ter certeza”, escreveu.
Regras do programa e ilegalidade da cobrança
O programa Gás do Povo, instituído pela Lei nº 15.348/2026, assegura gratuidade na recarga do botijão de gás de cozinha de 13kg para famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com renda per capita de até meio salário mínimo. A estimativa do governo é atender cerca de 15 milhões de famílias em todo o país até março de 2026.
De acordo com as regras oficiais, a recarga do botijão é totalmente gratuita e qualquer cobrança de “taxas extras” ou “valores complementares” é considerada ilegal e fere as normas estabelecidas pelo programa.
As únicas exceções permitidas são:
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Taxa de entrega/frete: caso a família opte por receber o gás em domicílio (para evitar essa taxa, o beneficiário pode retirar o botijão diretamente na revenda);
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Compra do vasilhame: caso a família não possua um botijão vazio para entregar na troca.
O vale garante exclusivamente a gratuidade da recarga do botijão, não cobrindo aquisição de vasilhame nem custos adicionais como a taxa de entrega, quando há opção pelo serviço de delivery.
Como funciona o benefício
Os beneficiários podem utilizar o vale-recarga de três formas principais:
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Cartão do Bolsa Família com chip (bancarizado) e senha;
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Cartão de débito da Caixa Econômica Federal e senha;
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CPF do responsável familiar na maquininha “Azulzinha” da revenda credenciada, com código enviado por SMS.
Famílias com 2 ou 3 pessoas têm direito a 4 recargas por ano (uma a cada 3 meses), enquanto famílias com 4 ou mais integrantes têm direito a 6 recargas anuais (uma a cada 2 meses).
Canais de denúncia
Caso alguma revenda exija pagamento extra além das exceções permitidas, a família não deve pagar e pode registrar denúncia nos seguintes canais:
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ANP (Agência Nacional do Petróleo): 0800 970 0267 (segunda a sexta, 8h às 20h);
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Ouvidoria Fala.BR: registro online para o Ministério de Minas e Energia (MME);
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Disque Social 121, do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS);
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SAC CAIXA: 0800 726 0101.
A fiscalização é rigorosa: revendas que descumprirem as normas estão sujeitas a sanções, multas e descredenciamento do programa.
As denúncias em Marechal Thaumaturgo seguem sendo investigadas, e moradores aguardam posicionamento das autoridades competentes sobre as cobranças irregulares.

De acordo com conversas divulgadas em grupo de mensagens no WhatsApp, os moradores alertam que tiveram que pagar até R$ 30 reais para ter acesso à botija de gás. Foto: captada
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Ibama intensifica fiscalização e apreende 67 redes durante operação no interior do Acre
Ação nos rios Moa e Juruá combate pesca irregular no período do defeso e contou com apoio da PM




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