Cotidiano
Cruzeiro do Sul sedia oficina do Programa Cidade Empreendedora para impulsionar economia municipal
Iniciativa do Governo do Acre, Aleac e Sebrae reúne gestores públicos e sociedade civil para criar estratégias de geração de emprego e renda no Vale do Juruá

Miriam Paiva, afirmou que a oficina marca o início de uma nova etapa para o município. Foto: captada
Cruzeiro do Sul sediou nos dias 20 e 21 de outubro a oficina do Programa Cidade Empreendedora, uma iniciativa do Governo do Acre em parceria com a Assembleia Legislativa e o Sebrae para fortalecer o desenvolvimento econômico dos municípios acreanos. O evento reuniu secretários municipais, gestores públicos e representantes da sociedade civil no auditório do CRIE, com o objetivo de identificar potencialidades e desafios da região para criar estratégias de geração de emprego e renda.
A atividade integra o convênio que atenderá os 22 municípios do Acre através de capacitações, consultorias e planos de desenvolvimento local. O programa busca estimular o empreendedorismo, a competitividade e a inovação nos municípios, oferecendo ferramentas para que as prefeituras possam criar ambientes de negócios mais favoráveis e promover o crescimento econômico sustentável em todo o estado.
Segundo a analista técnica do Sebrae, Miriam Paiva, a oficina marca o início de uma nova etapa para o município.
“Estamos realizando a primeira das ações do Programa Cidade Empreendedora. Essa oficina é o ponto de partida para a elaboração de um plano de desenvolvimento do município para os próximos dez anos, construído junto com a comunidade”, relata.
O programa adota a metodologia de Desenvolvimento Econômico Local (DEL), criada em Minas Gerais e hoje aplicada em todo o país. O consultor do Sebrae Nacional, Gilberto Sokoloski, explica que o processo envolve a construção coletiva de soluções.
“A metodologia prevê reunir lideranças locais para discutir potencialidades e desafios. No final, são elaboradas propostas de ação que possam fortalecer o desenvolvimento econômico e social do município”.

Durante as atividades, os participantes analisaram os pontos fortes e fracos da economia local e discutiram oportunidades em setores como turismo, comércio e agricultura.
Para o secretário adjunto da Casa Civil de Cruzeiro do Sul, Izaú de Oliveira Mello, o envolvimento da comunidade é o diferencial da iniciativa. “O Sebrae trouxe uma metodologia eficaz e reconhecida. As soluções estão sendo construídas pelos próprios cruzeirenses, que conhecem a realidade local e sabem onde é possível avançar”.
A ação integra o plano de trabalho do Governo do Estado e da Aleac, que firmaram parceria com o Sebrae para qualificar os 22 municípios acreanos.
De acordo com o diretor da secretaria de Planejamento, Francinar Cavalcante, o objetivo é desenvolver o Acre de forma equilibrada e sustentável.
“O Programa Cidade Empreendedora busca empoderar os municípios. A ideia é desenvolver todo o Estado de forma conjunta, valorizando o potencial de cada região e transformando o crescimento em uma política de Estado”.
As informações coletadas durante as oficinas vão subsidiar a construção dos planos de desenvolvimento locais, que definirão metas e ações estratégicas para os próximos anos, com foco na geração de emprego, renda e fortalecimento da economia acreana.

A ação integra o plano de trabalho do Governo do Estado e da Aleac, que firmaram parceria com o Sebrae para qualificar os 22 municípios acreanos. Foto: captada
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Entrevista de Márcio Bittar gera crise no PL ao omitir apoio a Tião Bocalom para governador
Senador afirmou que prioridade é sua reeleição e não mencionou prefeito como candidato do partido; Bocalom reage e diz que vai concorrer “independente do cenário”

Senador afirmou que prioridade é sua reeleição e não mencionou prefeito como candidato do partido; Bocalom reage e diz que vai concorrer “independente do cenário”. Foto: captada
Uma entrevista do senador Márcio Bittar (PL) ao programa GAZETA ENTREVISTA, na TV Gazeta, gerou mal-estar político no Acre ao omitir qualquer menção ao prefeito Tião Bocalom (PL) como candidato ao governo do estado em 2026. Bittar afirmou que sua prioridade é a reeleição ao Senado e destacou não ter problemas com os pré-candidatos Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos), sem referir-se a Bocalom.
A omissão foi rapidamente rebatida por secretários municipais de Rio Branco, que afirmaram ao Blog do Crica que Bocalom não é apenas candidato, mas “candidatíssimo” ao Palácio Rio Branco, independentemente do cenário. Em resposta, o prefeito reafirmou sua disposição: “Meu respeitado amigo Luís, eu já disse ao Márcio que vou colocar meu nome. Eu tenho uma história”.
A tensão expõe uma segunda crise pública entre Bittar e Bocalom — a primeira ocorreu quando o senador chamou Alan Rick de “governador de férias”. Analistas locais avaliam que, para evitar desgaste eleitoral, os dois precisarão “se afinar” nos próximos meses.
Reação imediata:
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Secretários municipais saíram em defesa de Bocalom, reforçando que ele é candidato ao governo “independente do cenário”;
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Tião Bocalom respondeu ao Blog do Luís: “Eu já disse ao Márcio que vou colocar meu nome. Eu tenho uma história”;
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O episódio é a segunda crise pública entre os dois: a primeira ocorreu quando Bittar chamou Alan Rick de “governador de férias”.
Análise do discurso:
A omissão de Bittar foi interpretada em bastidores como um sinal de desalinhamento ou até de preferência velada por outros nomes ao governo. O senador pode estar protegendo sua própria reeleição, evitando atrelá-la a uma candidatura majoritária que considere arriscada ou divisiva.
O PL é a principal base de Bocalom, mas Bittar – figura nacional do partido – tem influência decisiva sobre as estratégias estaduais. A falta de sintonia ameaça a unidade da legenda em um ano eleitoral crucial.
A tendência é que Bittar e Bocalom tenham que se reunir para acertar discursos e definir se o PL lançará candidatura própria ou apoiará Mailza Assis – hipótese que ganha força com a omissão do senador.
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União eleva para 91,9% sua participação no Banco da Amazônia após compra de ações do FGEDUC
Operação concluída nesta sexta (9) transferiu mais de 10 milhões de ações ordinárias do fundo vinculado à Caixa para o Ministério da Fazenda

O total de ações ordinárias do banco permanece sem alteração no capital social, apenas com redistribuição da titularidade. Banco da Amazônia financia projetos de empresas nos nove Estados que compõem a Amazônia Legal. Foto: Divulgação
O Banco da Amazônia informou na sexta-feira (9) que a União ampliou sua participação acionária na instituição para 91,9% do capital social. A mudança ocorreu após a transferência de 10.427.301 ações ordinárias do Fundo de Investimento FI Caixa FGEDUC Multimercado para o Ministério da Fazenda.
Com a operação, a União elevou sua posição de 73,3% para 91,9% do total de ações ordinárias do banco. O FGEDUC, que detinha 18,6% do capital, deixou de figurar na composição acionária da instituição.
Permanecem inalteradas as participações do BB FGO – Fundo de Investimento em Ações (5,1%) e dos demais acionistas minoritários (3,0%). O total de ações ordinárias do banco segue em 56.058.315 papéis, sem alteração no valor do capital social, apenas com redistribuição da titularidade.
A operação foi comunicada ao mercado e concluída nesta última sexta-feira, reforçando o controle da União sobre o banco de desenvolvimento regional.
Detalhes da operação:
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Ações transferidas: 10.427.301 ações ordinárias;
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Participação anterior da União: 73,3%;
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Nova participação: 91,9% do capital social;
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Capital total: Permanecem 56.058.315 ações ordinárias, sem alteração no valor do capital social.
Mudança no quadro acionário:
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FGEDUC (Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo) deixou de ser acionista (antes detinha 18,6%);
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BB FGO – Fundo de Investimento em Ações mantém 5,1%;
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Demais minoritários seguem com 3,0%.
Contexto e implicações:
O Banco da Amazônia é um dos principais agentes de financiamento ao desenvolvimento regional nos estados da Amazônia Legal. O aumento do controle estatal pode sinalizar uma estratégia do governo federal para direcionar crédito a setores prioritários, como agronegócio, infraestrutura e bioeconomia.
A instituição deverá submeter a nova composição acionária à aprovação do Banco Central e comunicar eventuais mudanças na governança e políticas de crédito.
A saída do FGEDUC encerra uma participação histórica do fundo educacional no banco, enquanto a União fortalece seu poder de decisão sobre os rumos do principal agente financeiro de fomento na região Norte.
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Rio Branco e Adesg empatam no último amistoso antes da estreia

Foto Sueli Rodrigues: O argentino Dylan(bola) marcou o gol do Rio Branco no amistoso
Rio Branco e Adesg empataram por 1 a 1 neste sábado, 10, no José de Melo, no último amistoso antes da estreia no Campeonato Estadual. Jailson abriu o placar para a Adesg e o argentino Dylan marcou o gol do Estrelão.
Futebol abaixo
Rio Branco e Adesg realizaram um jogo treino muito abaixo do esperado. As duas equipes marcaram forte, mas apresentaram pouco poder de criação com 90 minutos sem muitas oportunidades.
Rio Branco
“A equipe vem em uma crescente, mas precisamos de reforços para elevar o nível técnico. O Rio Branco precisa ter uma equipe com capacidade de lutar pelo título”, declarou o treinador do Rio Branco, Ulisses Torres.
O Estrelão enfrenta o Vasco no sábado, 17, às 15 horas, no Tonicão, na estreia do Estadual
Adesg
“Não gostei do futebol da minha equipe. Existe a necessidade de produzir mais e na última semana de trabalho, vamos fazer esses ajustes”, afirmou o técnico da Adesg, Rodrigo Deião.
O Leão vai jogar contra o Humaitá no sábado, 17, às 17 horas, no Tonicão, no primeiro jogo do Estadual.

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