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Crise financeira leva governo a “frear” ritmo de nomeações em cargos políticos

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Fábio Pontes, da ContilNet Notícias

A atual crise que abateu as finanças do Estado por conta da cheia histórica do rio Acre, que obrigou o governo a voltar seus investimentos para os auxílios de defesa civil e a fase de reconstrução das cidades, tem levado a gestão petista de Tião Viana a reduzir o ritmo acelerado de nomeações dos cargos comissionados (CECs) que vinha mantendo até fevereiro, reduzido e acelerado um pouco em março, mas que está em banho-maria neste momento.

Outro fator que levou o Palácio Rio Branco a pisar no freio são as dificuldades da economia brasileira e do próprio governo federal em fazer aprovar seus pacotes de ajuste fiscal num Congresso rebelado. Dependente das transferências da União, o Acre observa o comportamento da arrecadação federal, principal fator para aumento ou queda nos repasses para Estados e municípios.

Até o momento o repasse do Fundo de Participação dos Estados (FPE) não tem sentido o efeito da crise. Segundo dados do Tesouro, ele cresceu 2,1% em fevereiro, quando comparado com janeiro. Para março ainda não se tem análises, mas o governo Dilma pena para aumentar sua arrecadação com uma bancada arredia na Câmara e Senado.

Outro fator que leva o governo Tião Viana à prudência no aumento de gasto com pessoal é o cenário de instabilidade na arrecadação de sua receita própria. Com inflação em alta e perda do poder de compra, os consumidores estão mais cautelosos na hora de gastar. O resultado é menos recolhimento do ICMS, imposto que incide diretamente sobre o consumo.

Até a primeira metade de março o governo vinha realizando uma quantidade considerável de nomeações de CECs. Mas de uma semana para cá houve redução sensível. E este freio de mão puxada não tem agradado os aliados que trabalharam em busca da reeleição do governador, que agora cobram a fatura.

Aliado a isso, ainda veio o “pacote de maldades” do prefeito Marcus Alexandre (PT), que prevê demissões de até 10% dos cargos de livre nomeação na estrutura da prefeitura. O governo tem pedido “paciência” aos aliados da Frente Popular, prometido que as “nuvens negras” sobre as finanças do Estado são passageiras.

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Polícia Civil prende investigado por homicídio ocorrido na Cidade do Povo

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A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), prendeu na tarde desta terça-feira, 17, um homem com as iniciais J.G.Q., conhecido pelo apelido “Fala Fina”, investigado por participação no homicídio de Josivan Cambraia da Silva, ocorrido no dia 2 de outubro de 2025, no bairro Cidade do Povo, em Rio Branco.

DHPP prende “Fala Fina” por envolvimento em homicídio no bairro Cidade do Povo. Foto: cedida

De acordo com as investigações, a vítima foi abordada por integrantes de uma organização criminosa, que suspeitavam de sua ligação com uma facção rival, em razão de gestos feitos com as mãos. Ainda segundo a Polícia Civil, Josivan foi forçado a fazer alusão ao grupo criminoso dos autores, sendo em seguida submetido a agressões e tortura, antes de ser executado com disparos de arma de fogo.

O coordenador da DHPP, delegado Alcino Ferreira J[unior, destacou a gravidade do crime e o empenho da equipe na elucidação do caso. “Trata-se de um crime bárbaro, marcado por extrema violência e motivado por disputa entre facções. A Polícia Civil trabalhou de forma incansável para identificar e capturar os envolvidos, e seguiremos firmes garantindo que os responsáveis sejam levados à Justiça”, afirmou.

Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL

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MPAC recebe visita institucional do Imac e discute acordo de cooperação técnica

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Núcleo de Apoio Técnico (NAT), recebeu, nesta terça-feira, 17, a visita institucional de representantes do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac).

A agenda teve como objetivo apresentar a estrutura e o funcionamento do NAT e da Coordenação Técnico-Científica do MPAC, além de discutir a possibilidade de celebração de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre as instituições.

O coordenador-geral do NAT, promotor de Justiça Rodrigo Curti, destacou que a iniciativa busca fortalecer a atuação conjunta na área ambiental.

“Tratamos de uma minuta de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) que vai trazer mais eficiência nos relatórios do NAT, maior segurança jurídica, unir forças de forma colaborativa para que possamos desenvolver um trabalho mais eficiente em prol do meio ambiente”, disse.

O presidente do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), André Hassem, ressaltou a importância da parceria entre os órgãos.

“Esse acordo é muito importante, não somente para a sociedade quanto, por ter a segurança jurídica, é também a união dos técnicos do Imac e do NAT para que possamos fazer em conjunto as vistorias e relatórios técnicos. Esse ACT será um trabalho em conjunto”, afirmou.

Texto: Marcelina Freire
Fotos: William Crespo
Agência de Notícias do MPAC

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Fiscalização autua posto com preços altos e estoque de 2 meses atrás

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Kebec Nogueira/Metrópoles @kebecfotografo
Bomba de combustível abastecendo veículo com combustível Metrópoles

Um posto de combustível no Distrito Federal foi autuado nesta terça-feira (17/3) por aumentar o preço nas bombas, mesmo mantendo estoques adquiridos há dois meses — antes da escalada do conflito no Oriente Médio.

A informação foi revelada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça e da Segurança Pública.

  • 22 cidades;
  • 42 postos e;
  • 1 distribuidora.

Além do posto no Distrito Federal, a Senacon não detalhou se houve mais autuações e em quais estados elas aconteceram.

“O planeta sofre hoje uma restrição de oferta e disponibilidade de petróleo e que isso impacta diretamente a vida dos consumidores, não é possível se entender que essa prática seja correta. Ela é uma prática abusiva. A elevação de preço que não tenha lastro em custos caracteriza abusividade. Não não é o momento de aumentar a lucratividade”, afirmou Morishita.

Inquérito

A Polícia Federal (PF) abriu inquérito para investigar possíveis crimes contra consumidores e contra a ordem econômica após relatos de oscilações nos preços dos combustíveis. A medida foi anunciada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, diante de suspeitas de cobranças abusivas.

Em paralelo, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) acionou Procons de todo o país.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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